Brasil
Ministério do Turismo fortalece turismo religioso e anuncia investimentos em infraestrutura turística
O ministro do Turismo, Celso Sabino, esteve neste domingo (14.09) em Vigia (PA), onde participou do Círio de Vigia, a procissão religiosa mais antiga do estado, celebrada desde 1697. Em 2025, o evento chega a 328 anos de tradição, reafirmando sua relevância histórica, cultural e espiritual para a Amazônia e para o Brasil. Durante a celebração, Sabino destacou que o fortalecimento do turismo religioso é prioridade do governo federal, tanto pelo valor espiritual e cultural, quanto pelo impacto econômico que gera nas comunidades que recebem romeiros e turistas.
O turismo religioso está entre os segmentos que mais despertam o interesse dos brasileiros. De acordo com estudo realizado pelo Ministério do Turismo em parceria com a Nexus, 37% da população já vivenciou experiências ligadas à fé e 18% apontaram o segmento como favorito, ficando atrás apenas do turismo de sol e praia (62%). Esses números reforçam o potencial do Brasil nesse setor e destacam a importância de investir em infraestrutura e promoção de destinos ligados à fé, capazes de gerar emprego, renda e valorização cultural.
“O turismo religioso tem um potencial extraordinário no Brasil e o Círio de Vigia é um exemplo de fé, cultura e tradição que atrai milhares de visitantes todos os anos. Investir em infraestrutura e promover destinos como este significa fortalecer a economia local, gerar oportunidades e valorizar manifestações culturais e espirituais que fazem parte da identidade brasileira. Nosso compromisso é garantir que eventos religiosos continuem sendo também oportunidades de desenvolvimento social e turístico para as comunidades”, afirmou o ministro.
INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA TURÍSTICA – Na agenda pelo Pará, o ministro também esteve em Bujaru, onde assinou a ordem de serviço para a construção do Centro de Comercialização de Produtos Associados ao Turismo, que contará com R$ 1,2 milhão em investimentos federais. O espaço será estratégico para a comercialização de artesanato, produtos típicos e gastronomia regional, contribuindo para o fortalecimento do turismo no município.
“Estamos trabalhando para que investimentos como esse tragam mais visitantes, ampliem as oportunidades para o turismo cultural e esportivo e movimentem a economia em todo o país”, destacou o ministro Celso Sabino.
Durante a visita, ele também acompanhou de perto o tradicional Açaí Jet, evento que há mais de dez anos movimenta a economia local com esportes náuticos, gastronomia regional e atrações culturais.
Por Cintia Luna
Assessoria de Comunicação
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Encontro reúne setor público e privado para discutir inclusão de refugiados afegãos no mercado de trabalho
A reunião fez parte das ações firmadas entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a organização Islamic Relief USA (IRUSA), em apoio ao Programa de Patrocínio Comunitário para Nacionais Afegãos, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O encontro reuniu empresários interessados em diversidade e inclusão, representantes de organizações da sociedade civil (OSCs) credenciadas pelo governo para o acolhimento da população afegã, lideranças afegãs, além de instituições humanitárias que atuam com a proteção de migrantes e refugiados no Brasil, como a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (Casp).
O objetivo foi fortalecer a inclusão laboral e o engajamento do setor privado com a população afegã no Brasil, com a apresentação de perfis profissionais e o compartilhamento de boas práticas de empresas que já contratam refugiados, como é o caso daquelas vinculadas à Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), além de ampliar o mapeamento de parceiros no setor privado. Estratégias, como o Fórum Empresas com Refugiados , articulado pelo ACNUR, contribuem com a inclusão laboral dessa população.
“O trabalho conjunto com o setor privado é muito importante para que possamos, de fato, promover condições adequadas para que afegãos consigam viver no Brasil de maneira independente”, pontuou a coordenadora-geral do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) do MJSP, Amarilis Busch Tavares.
Apoio e acolhimento
A maioria dos afegãos chega ao Brasil por meio do visto humanitário e, na hora de buscar recolocação profissional, enfrenta entraves, como a dificuldade de sensibilizar empresas, a falta de informação sobre o mercado de trabalho e o aprendizado da língua portuguesa. Atualmente, cerca de 7,6 mil afegãos que necessitam de proteção internacional são acolhidos e, desde 2020, o País reconhece a gravidade da violação de direitos humanos no Afeganistão.
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