Brasil
Government of Brazil announces the President of COP15 on Migratory Species
The Government of Brazil announces, on this Friday, 23th January, the appointment of the Executive Secretary of the Ministry of the Environment and Climate Change of Brazil, João Paulo Capobianco, as President of the 15th Meeting of the Conference of the Parties to the Convention on the Conservation of Migratory Species of Wild Animals (CMS COP15).
The next session of the Conference will be held in Campo Grande, Mato Grosso do Sul, from 23 to 29 March 2026. The event will bring together governments, scientists, indigenous peoples, and traditional communities, as well as civil society from around the world to address the urgent conservation challenges which affect thousands of wild animal species that migrate across terrestrial, marine, and aerial borders. This will be the first time Brazil hosts the Conference – the last COP held in Latin America took place in Ecuador in 2014.
As President of COP15, Capobianco will be responsible for facilitating negotiations among countries to advance ecological connectivity and ecosystem conservation. In this context, the choice of Mato Grosso do Sul, home to three-quarters of the Pantanal biome, is considered strategic, as the region is a key corridor for migratory routes across the Americas.
According to João Paulo Capobianco, “migratory wild animal species play a fundamental role in biodiversity conservation, generating environmental and economic benefits, including the strengthening of sustainable tourism and the services sector”. “Hosting COP15 of the Convention on Migratory Species represents a major responsibility for Brazil and reinforces the country’s leadership in the global environmental agenda, with positive impacts across all Brazilian biomes and the coastal and marine system.”, complemented.
“I thank President Lula for endorsing the MMA’s nomination of João Paulo Capobianco as President of COP15,” said the Minister of the Environment and Climate Change of Brazil, Marina Silva. “Capobianco is widely recognized for his long-standing commitment to environmental conservation and brings solid experience in public administration. He has served as President of ICMBio and is now, for the second time, Executive Secretary of the MMA, where he also held the position of National Secretary for Biodiversity and Forests. In this capacity, he contributed to the coordination of the eighth Conference of the Parties to the Convention on Biological Diversity, presided over by Brazil, held in Curitiba in 2006.”
A Party to the CMS since 2015, Brazil is the most biodiverse country in the world. Numerous migratory species depend on Brazilian habitats for their survival, including for breeding, feeding, and stopover sites along their migratory routes. The country’s six biomes host extraordinary biodiversity, including migratory species such as the jaguar, the Mexican free-tailed bat, and the peregrine falcon.
Brazil is also home to a remarkable diversity of migratory species, including sharks, rays, freshwater migratory fish, turtles, numerous bird families, bats, as well as small cetaceans, whales, and other marine mammals.
Until the opening of COP15, the current Presidency of the Conference remains with Uzbekistan, which hosted COP14 in February 2024. As President-designate, however, Brazil will already lead efforts to ensure successful negotiations, fostering dialogue among countries and other stakeholders.
Biography
A biologist and environmentalist, João Paulo Capobianco holds a specialization in Environmental Education from the University of Brasília (UnB) and a PhD in Sciences from the University of São Paulo (USP).
He served as National Secretary for Biodiversity and Forests and as Executive Secretary of the Ministry of the Environment from 2003 to 2008, and as President of the Chico Mendes Institute for Biodiversity Conservation (ICMBio). During this period, he also acted, among other roles, as Coordinator of the Interministerial Working Group for the Prevention and Control of Deforestation in the Amazon, Chair of the Genetic Heritage Management Council and of the Brazilian Forests Commission, and Vice-Chair of the National Environment Council.
Between 2008 and 2009, he was a visiting professor at Columbia University, where he joined the Center on Global Energy Policy (CEES), and also worked as an associate researcher at the Amazon Environmental Research Institute (IPAM).
He is the author of several publications on environmental issues, including Biodiversity in the Brazilian Amazon, which received one of the most prestigious awards for literature in Brazil, the Jabuti Prize for Non-Fiction in 2003, and Amazon – A Decade of Hope, published in 2021.
The Convention
The Convention on the Conservation of Migratory Species of Wild Animals (CMS) is a United Nations environmental treaty that provides a global platform for the conservation of migratory species, their habitats, and migration routes throughout their range.
It brings together governments, Indigenous Peoples and traditional communities, civil society, and wildlife experts to address the conservation needs of migratory species and their habitats worldwide.
Since the Convention entered into force in 1979, 133 countries from Africa, Central and South America, Asia, Europe, and Oceania have become Parties. Find out more.
See the Portuguese version here.
Brasil
Mato Grosso do Sul recebe 46,5 mil doses da vacina contra a Chikungunya
O estado de Mato Grosso do Sul começou a receber, de forma fracionada e conforme a capacidade da rede de frio local, a partir desta quinta-feira (16) até o final de abril, um total de 46,5 mil doses da vacina contra a chikungunya. O imunizante, desenvolvido pelo Instituto Butantan, está sendo destinado, com apoio do Ministério da Saúde, ao estado diante do aumento de casos, especialmente entre a população indígena. Dourados (MS) e Itaporã (MS) serão contemplados com 43,5 mil e 3 mil doses, respectivamente. Trata-se da primeira vacina do mundo desenvolvida para a doença.
A vacinação está prevista para começar no dia 27 de abril. A recomendação do Ministério da Saúde é que seja realizado microplanejamento local, com priorização das áreas de maior risco epidemiológico e uso estratégico das doses disponíveis, com objetivo de vacinar a população em até duas semanas, prorrogáveis por mais duas. A estratégia inclui Dia D de mobilização e ações de vacinação extramuros.
O imunizante foi aprovado no ano passado pela Anvisa para pessoas de 18 a 59 anos com risco aumentado de exposição à doença. A meta é vacinar 27,69% dessa população em Dourados e 21,2% em Itaporã.
A vacina contra Chikungunya é um projeto do Instituto Butantan. Além de Dourados e Itaporã, a estratégia a vacinação já foi iniciada em municípios como Simão Dias, Barra dos Coqueiros e Lagarto (SE), Santa Luzia, Sabará e Congonhas (MG) e Mirassol (SP).
Vacina
A vacina do Butantan contra a Chikungunya é a primeira do mundo a ser disponibilizada para prevenir a doença. A Anvisa comprovou a segurança e capacidade do imunizante de gerar anticorpos com base na avaliação de ensaios clínicos feitos nos Estados Unidos e publicados na revista científica The Lancet. Dos 4 mil voluntários adultos que participaram da pesquisa, 98,9% produziram anticorpos neutralizantes. Além do Brasil, o produto já foi aprovado para uso no Canadá, Reino Unido e Europa.
Por ser desenvolvido com tecnologia de vírus atenuado, o imunizante é contraindicado para gestantes, lactantes, pessoas imunossuprimidas ou imunodeficientes, pessoas que tenham mais de uma condição médica crônica ou mal controlada (comorbidades) e com alergia aos componentes da vacina.
Reforço para a assistência em Dourados
Além da vacina, o Ministério da Saúde investiu R$ 28,4 milhões em ações emergenciais para ampliar a capacidade de atendimento e fortalecer a rede assistencial especializada em Dourados e região. Também foram distribuídas 2 mil cestas de alimentos. A previsão é que, até junho, sejam distribuídas 6 mil unidades, em conjunto com a Funai, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Defesa Civil.
No início de abril, foram incorporados 50 novos Agentes de Combate às Endemias (ACE), que atuam diretamente nas aldeias Jaguapiru e Bororó, realizando visitas domiciliares, eliminação de criadouros e aplicação de inseticida com equipamentos de Ultrabaixo Volume (UBV) costal. A tecnologia empregada utiliza inseticidas de ação rápida, com efeito knockdown, capazes de interromper o ciclo de transmissão ao eliminar o mosquito adulto.
As equipes também atuam na remoção de resíduos e objetos que acumulam água parada, principais focos do Aedes aegypti. Até o momento, foram visitados 1,9 mil imóveis, o que resultou na retirada de 575 sacos de materiais inservíveis, ou seja, com potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. Somam-se a essa força-tarefa 40 militares do Exército Brasileiro.
Além disso, foi iniciada a instalação de Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs), tecnologia incorporada ao SUS para ampliar o controle do vetor. Das 1.000 unidades destinadas ao município, 240 já foram instaladas nos assentamentos Santa Fé e Santa Felicidade, Jockey Clube, Vila Mariana, Parque das Nações I e II, Terra Dourada, Comunidade Vitória, Parque do Lago I e II e imediações. O dispositivo permite que o próprio mosquito transporte o larvicida para criadouros de difícil acesso, interrompendo o ciclo de reprodução.
A atuação da Força Nacional do SUS resultou em mais de 2,5 mil atendimentos clínicos, 130 remoções, 358 visitas domiciliares e 804 exames realizados. Também houve atenção à saúde do trabalhador, com atendimentos às equipes envolvidas.
João Vitor Moura
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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