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Paraná

Com programa da Copel, 41 hospitais do Paraná vão economizar 75% na conta de luz

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Quarenta e um hospitais paranaenses estão instalando placas fotovoltaicas e trocando iluminação e equipamentos por modelos mais eficientes com financiamento do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Copel. Ele é resultante de uma chamada pública dedicada exclusivamente a hospitais públicos e beneficentes do Estado. Com a melhoria na eficiência energética, a redução média no valor da conta de luz é estimada em 75%, permitindo que os recursos mensais excedentes sejam investidos em outros serviços voltados para a população.

Os telhados de 37 hospitais aprovados na chamada estão ganhando placas fotovoltaicas para a geração de energia limpa, que irão representar também economia nas contas das instituições de saúde. Os projetos contemplam ainda a troca de iluminação, equipamentos médicos, de climatização de ar e de aquecimento de água. O investimento total é de R$ 35 milhões. Os recursos são destinados a fundo perdido, e chegarão a 33 municípios.   

A maioria dos projetos aprovados já está com obras em andamento. É o caso do Hospital Regional Vale do Ivaí e do Nossa Senhora de Fátima, em Jandaia do Sul. “Instalamos 256 placas fotovoltaicas, que já estão gerando energia, e ainda teremos melhorias na iluminação, com 154 pontos que serão modernizados”, comemora o diretor administrativo do Hospital Regional, José Roberto Campaner.  

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Em Curitiba, as melhorias estão em andamento no Pequeno Cotolengo, Hospital da Mulher e Maternidade Nossa Senhora de Fátima, Santa Casa de Misericórdia e no Hospital São Vicente. Esta última instituição atua em diversas especialidades clínicas e cirúrgicas, e é referência em transplantes de fígado e rim, além de oncologia e cardiologia. Por lá, as estruturas estão sendo montadas nesta semana e irão receber nos próximos dias as placas da unidade de geração de energia solar.

Também está em andamento a troca de aparelhos de ar-condicionado, lâmpadas e uma autoclave utilizada na higienização de roupas de cama e vestimentas, a fim de tornar o consumo de energia mais eficiente.  

De acordo com o médico Charles London, diretor-presidente do Hospital São Vicente, o projeto é estratégico pelo peso que o custo da energia elétrica tem na composição dos custos de um hospital. “Pela tecnologia agregada, a questão da energia é importante nesta composição. Então, a possibilidade de reduzir os custos impacta positivamente e vai permitir que estes recursos sejam destinados à melhoria do atendimento ao paciente”, destaca.

O superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Omori, faz um balanço positivo da chamada pública realizada: “Temos muitos hospitais trabalhando na execução de seus projetos, alguns já em fase de finalização. É importante sabermos que tudo o que planejamos está sendo executado, e que os objetivos iniciais serão atingidos”, comenta.  

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CRITÉRIOS – O Programa de Eficiência Energética é regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel. A oferta do edital para hospitais foi pioneira no Brasil, pensada para criar uma alternativa que beneficiasse as instituições de saúde públicas e filantrópicas do Paraná, uma vez que a energia elétrica é responsável por parte considerável dos custos operacionais desses complexos.

De forma inédita, o edital levou em consideração, na avaliação dos projetos, critérios socioeconômicos, como o número de leitos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) na instituição responsável pelo projeto, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município em que o hospital está instalado, e a dificuldade para o pagamento da fatura da energia elétrica, além de quesitos técnicos que estabeleceram a relação entre os valores investidos e a redução a ser alcançada no consumo.

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Ponta Grossa condena a 37 anos e 6 meses de prisão dois homens denunciados pelo MPPR por homicídios de mãe e filha

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O Tribunal do Júri de Ponta Grossa, nos Campos Gerais, condenou nesta terça-feira, 21 de julho, dois homens denunciados pelo Ministério Público do Paraná pelos homicídios qualificados de duas mulheres, mãe e filha, de 45 e 26 anos. As vítimas foram mortas a tiros na madrugada de 21 de janeiro de 2025, dentro da residência onde moravam, no Bairro Boa Vista. Cada um dos réus foi condenado à pena de 37 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

Áudio do promotor de Justiça Michael Gebeluky

As motivações dos crimes não foram totalmente esclarecidas, mas teriam sido praticados em contexto de disputa por território relacionado ao tráfico de drogas. Conforme apurado, os denunciados invadiram a residência das vítimas durante a madrugada e efetuaram diversos disparos de arma de fogo.

Na denúncia, o Ministério Público sustentou a qualificadora do emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas, uma vez que o crime foi praticado durante o período de repouso noturno. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo MPPR e condenou os réus por homicídio qualificado, nos termos da denúncia.

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Os dois condenados, que já se encontravam presos, permanecerão recolhidos ao sistema penitenciário para o cumprimento das penas.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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