Brasil
Transnordestina: secretário Nacional de Transporte Ferroviário acompanha avanço das obras no Ceará
O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, vistoria nesta sexta-feira (30) o andamento das obras dos Lotes 9 e 10 da Transnordestina, no Ceará.
Os lotes da ferrovia em execução no estado têm 97 quilômetros de extensão e atravessam os municípios de Baturité, Aracoiaba, Redenção, Acarape, Guaiúba, Palmácia, Maranguape e Caucaia. Esse trecho recebeu investimento de R$ 2 bilhões, pelo Novo PAC, em dezembro de 2025.
Com investimento total de R$14,9 bilhões, a Transnordestina é o principal projeto estruturante do Governo do Brasil no Nordeste. A ferrovia contará com 1.206 quilômetros de extensão na linha principal, atravessando 53 municípios distribuídos entre Eliseu Martins (PI) e o Porto do Pecém (CE). Atualmente, 80% da fase 1 da ferrovia já está concluída, com 727 quilômetros finalizados e outros 326 quilômetros em execução.
O governador do Ceará, Elmano de Freitas, o diretor-presidente da Transnordestina Logística S.A. Ismael Trinks, e o diretor-executivo de Infraestrutura e Logística da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Tufi Daher Filho, além de outras autoridades locais, também participam da visita.
Cobertura de imprensa
Não há necessidade de credenciamento prévio para jornalistas interessados na cobertura do evento.
Serviço
Visita técnica às obras da Transnordestina – Lotes 9 e 10
Data: Sexta-feira, 30 de janeiro
Horário: 9h
Local: CE-060, km 409, trecho de Aracoiaba (CE)
Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes
Fonte: Ministério dos Transportes
Brasil
Ministério de Portos e Aeroportos apresenta avanços na regulamentação sustentável do BR do Mar em workshop
O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) apresentou, nesta quarta-feira (15), avanços na proposta de regulamentação sustentável do BR do Mar durante workshop realizado em Brasília. O texto foi atualizado com base nas contribuições recebidas em consulta pública.
Entre as principais alterações está a definição de que as exigências passam a se aplicar às embarcações e não às empresas brasileiras de navegação (EBNs). A proposta também exclui obrigações fora do escopo legal e revisa critérios relacionados à indústria naval. As mudanças reduzem custos regulatórios, aumentam a segurança jurídica e ampliam a competitividade da cabotagem.
O texto prevê ainda a adoção de soluções como biocombustíveis e sistemas dual-fuel, que permitem o uso de dois tipos de combustível, com ganho de eficiência e redução de emissões.
Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Burlier, a proposta busca equilibrar eficiência e compromisso ambiental. “Estamos estruturando uma política pública que fortaleça a cabotagem e incorpore diretrizes alinhadas às melhores práticas internacionais”, afirmou.
O encontro reuniu representantes do Governo Federal, do setor produtivo e da academia para debater os principais pontos da proposta. Participaram da abertura integrantes do MPor, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e do Ministério de Minas e Energia (MME), seguidos por uma apresentação técnica das mudanças.
Contribuições do setor
A consulta pública, disponibilizada pelo MPor de novembro de 2025 a janeiro deste ano, reuniu manifestações de empresas, entidades e instituições do setor. Entre os participantes estão Petrobras, Transpetro, Marinha do Brasil, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem (Abac) e Sindicato Nacional das Empresas de Navegação (Syndarma), além de companhias como Raízen, Login Logística e Meridiana.
Também contribuíram entidades como Abiogás, Unica e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao todo, foram registradas 232 manifestações, das quais 176 consideradas válidas. O processo incluiu ainda 70 documentos anexos e cinco notas técnicas. Cerca de 71% das contribuições resultaram em ajustes totais ou parciais na proposta.
Para a coordenadora geral de Navegação Marítima do MPor, Bruna Roncel, o processo fortalece a construção da política pública. “A escuta qualificada permite avançar com mais segurança jurídica e maior aderência às necessidades do setor”, disse.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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