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Brasil

Silveira destaca potencialidades do Brasil e oportunidades para investimentos em biocombustíveis durante Fórum na Indonésia

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou as potencialidades brasileiras no campo dos biocombustíveis durante o Fórum de Negócios Indonésia-Brasil em Jacarta, nesta quinta-feira (23/9), durante a Missão Empresarial ao Sudeste Asiático, ao lado do presidente Lula.

Silveira apresentou ressaltou o pioneirismo brasileiro no setor de biocombustíveis, que há 50 anos, com o programa Próalcool, começou a mudar o perfil do transporte no país. O ministro ainda apresentou algumas das ações do governo para ampliar as ações e reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fortalecer as cadeias produtivas locais.

“Somos o paraíso dos biocombustíveis. Cerca de um terço da demanda de combustível para transporte no Brasil é atendida por biocombustíveis. É a maior proporção de bioenergia utilizada no setor de transporte em todo o mundo. Cerca de 25% de todo o combustível usado no Brasil vem de fontes renováveis. Precisamos aproveitar o protagonismo de nossos grupos empresariais e a experiência brasileira no etanol e biodiesel”, destacou Silveira.

Segundo o ministro, a Lei do Combustível do Futuro, apresentada e aprovada pelo governo do presidente Lula, tornou o Brasil o melhor parceiro para investimentos do setor energético. Silveira destacou que a cooperação em biocombustíveis pode aprofundar ainda mais as relações entre os países, buscando sinergia em mistura de combustíveis.

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“Entre outros atributos, temos a oferecer segurança jurídica e institucional, com marcos regulatórios modernos e robustos, ambiente de negócios simplificado e favorável, mão de obra capacitada e inovação tecnológica. A Lei do Combustível do Futuro prevê cerca de 180 bilhões de dólares em investimentos até 2037, é um grande impulso à expansão das atuais indústrias do etanol e do biodiesel. O mesmo vale para o desenvolvimento de etanol de segunda geração, SAF, diesel verde, biometano e da captura e estocagem geológica de carbono”, ressaltou o ministro.

A Indonésia consolidou sua posição como o segundo maior produtor de biodiesel do mundo. Em 2024, o país asiático produziu cerca de 13,9 bilhões de litros de biodiesel, o que representa um crescimento de 5,9% em relação ao ano anterior.

Esse avanço é impulsionado principalmente pelo uso de óleo de palma, matéria-prima abundante e estratégica na região. A Indonésia possui o maior patamar de mistura obrigatória de biodiesel no mundo, com 35% do produto no diesel válido desde fevereiro de 2023.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil

Da ciência ao cuidado: Ministério da Saúde debate estratégias para acelerar o acesso à inovação nos serviços do SUS

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Inovação em saúde, pesquisas clínicas, inteligência artificial, terapias avançadas e tecnologias de ponta ocuparam o centro do debate público durante a realização da Feira SUS Inova Brasil. O evento foi promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, na capital carioca nesta sexta-feira (17/04). A programação contou com espaços de conexões e painéis temáticos que reuniu representantes da sociedade civil e especialistas do setor público e privado.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que o evento soma-se aos esforços do Governo do Brasil para acelerar o caminho entre o que é produzido no país e a disponibilização no sistema público. O debate, destacou a secretária, precisa ser feito com a participação direta de gestores municipais e estaduais para construir estratégias cada vez mais integradas e colaborativas.

Entre as medidas já adotadas, está o apoio às pesquisas clínicas. “É a partir delas que a gente vai conseguir testar essas novas tecnologias que estão sendo feitas. E, quanto mais a gente for eficiente nesse processo, mais a gente consegue aproximar e trazer essas tecnologias para o uso efetivo no sistema de saúde lá na ponta”, enfatizou.

Outra ação destacada por Fernanda De Negri foi a implementação do Programa Nacional de Inovação Radical. Realizado em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), a inciativa tem o objetivo de impulsionar o conhecimento científico em soluções concretas, por meio de medicamentos, tratamentos e dispositivos que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). “As ações são justamente para acelerar e reduzir esse gap entre a pesquisa e a inovação, e o uso dessa inovação no sistema público de saúde”, concluiu.

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 Caminhos da inovação aplicada

 Quatro outros painéis também integraram o evento. O primeiro foi dedicado à saúde digital. Nele, especialistas discutiram como o uso eficiente de dados, da inteligência artificial e da medicina de precisão podem apoiar a modernização do SUS e, consequentemente, contribuir para a diminuição de custos. O debate mostrou que a análise qualificada dessas informações já orienta a criação de políticas públicas e apoia gestores locais a tomar decisões mais rápidas, seguras e eficientes, impulsionando novas formas de inovar na saúde pública.

 O segundo painel destacou a importância de transformar resultados de pesquisas em soluções reais para o SUS, por meio da pesquisa clínica, da avaliação de novas tecnologias e da inovação em saúde. Os debatedores apontaram oportunidade para avançar em questões regulatórias, de organização dos serviços e de parcerias estratégicas para que essas inovações sejam adotadas em larga escala.

Tecnologia que transforma

 A discussão sobre inovação em saúde avançou com o debate sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e seu papel na redução das desigualdades regionais no país. Especialistas destacaram que políticas públicas orientadas às características de cada território podem impulsionar o desenvolvimento produtivo local, fortalecer cadeias estratégicas do SUS e gerar impacto social direto nas comunidades. A aposta em soluções que dialogam com as realidades das regiões brasileiras foi apontada como caminho para ampliar a equidade, promover autonomia tecnológica e consolidar um modelo de inovação capaz de responder às necessidades concretas da população.

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O último painel foi em torno de como o cuidado com pacientes com câncer está mudando com a novas tecnologias, que vão desde exames mais precisos, como os que usam biomarcadores e biossensores, até tratamentos avançados, como a terapia CAR-T, que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o tumor. O diálogo reforçou que unir diagnósticos mais confiáveis a terapias inovadoras é fundamental para que o SUS consiga adotar essas novidades de forma sustentável e para um número cada vez maior de pessoas.

Conexões

A programação contou ainda com espaços de conexão. Foi nesse ambiente que a mestranda em Gestão de Competitividade e Saúde, Ariane Volin, de 44 anos, natural do Pará e atualmente morando em São Paulo, encontrou oportunidade de compreender melhor os estágios da inovação no Brasil, especialmente no que diz respeito à pesquisa e à aplicação de práticas de governança.

Para ela, a feira é uma vitrine e um momento oportuno para aprofundar seu olhar sobre gestão. “O conteúdo apresentado contribui diretamente para minha pesquisa sobre governança pública em projetos. Estou acompanhando temas como privacidade, segurança da informação e a aplicação prática do conhecimento”, ressaltou Ariane.

Assista aos debates da Feira SUS Inova Brasil

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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