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Salão do Turismo terá orientação sobre crédito do Fungetur, que poderá ser contratado na hora

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A 10ª edição do Salão do Turismo, que pela primeira vez acontece Nordeste brasileiro, reserva uma novidade para os empreendedores do setor que comparecem ao evento: a 2ª edição do “Brasil Mais Crédito para o Turismo”, que vai dar orientação técnica, esclarecimentos sobre linhas de financiamento e apoio para acesso ao crédito do Fundo Geral de Turismo (Fungetur).

Representantes das instituições financeiras credenciadas a oferecer o crédito estarão à disposição dos interessados, que poderão simular os financiamentos no próprio Salão.

O Fundo é uma linha de crédito do Ministério do Turismo destinada a financiar empreendimentos turísticos (capital de giro, obras e equipamentos) com juros reduzidos e longos prazos para pagamento.

As orientações vão ocorrer durante o Salão do Turismo, que será realizado de 7 a 9 de maio no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

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A iniciativa também vai oferecer apoio para inscrição e regularização dos empreendedores no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur) — sistema oficial do Ministério do Turismo que formaliza e legaliza pessoas físicas e jurídicas (agências, hotéis, guias etc.) que atuam no setor turístico brasileiro.

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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirma que a medida fortalece os pequenos e médios empreendedores, responsáveis por fomentar a economia local em várias regiões do país.

“O Salão do Turismo é o grande encontro do setor turístico. Levar o ‘Brasil Mais Crédito para o Turismo’ é uma excelente oportunidade para mostrar que o empreendedor pode ter acesso a esse crédito e fortalecer seu negócio”, afirma.

1ª edição

A 1ª edição do “Brasil Mais Crédito para o Turismo” foi realizada no início de março, em Salvador (BA). Na ocasião, o Ministério do Turismo realizou mais de 400 atendimentos a empresários e microempreendedores do Estado.

A ação percorrerá ainda diversas cidades e regiões do país levando informação, orientação especializada e acesso facilitado a financiamentos. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Brasil com o desenvolvimento sustentável do turismo.

Até R$ 15 milhões

As linhas do Fungetur permitem financiamentos de até R$ 15 milhões, com juros reduzidos de até 5% ao ano – somados ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, prazos longos para pagamento e carência que pode chegar a cinco anos, a depender da modalidade.

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Para capital de giro, os prazos podem alcançar até dez anos. Para obras, construção, reforma e ampliação, o pagamento pode se estender por até 20 anos.

Números

De 2023 a 2025, o Fungetur concedeu 5.245 financiamentos e totalizou R$ 2,44 bilhões em valores contratados, principalmente para micro e pequenos negócios.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Aprenda a fazer a tainha assada recheada com farofa de camarão

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A tainha é um dos peixes mais tradicionais do litoral brasileiro. Esta receita combina a suculência da sua carne com o sabor marcante de uma farofa de camarão bem úmida. Uma opção saudável, rica em ômega-3 e perfeita para o almoço de domingo.

Tempo de preparo: 30 minutos
Tempo de forno: 45 a 50 minutos
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Fácil

Ingredientes

Para a Tainha:
1 Tainha inteira (cerca de 1,5 kg a 2 kg), limpa e aberta pelas costas ou pela barriga (mantenha a cabeça e o rabo)
Suco de 2 limões
3 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Para a Farofa de Camarão:
250g de camarões limpos (cinza ou sete-barbas)
2 xícaras (chá) de farofa tradicional
1 cebola média picadinha
2 dentes de alho picados
2 colheres (sopa) de manteiga (ou azeite)
1 tomate maduro sem sementes picado
Cheiro-verde (coentro e cebolinha) picado a gosto
2 colheres (sopa) de azeitonas pretas picadas
½ xícara (chá) de água
Sal e pimenta a gosto

Passo a Passo

Passo 1: Marinar o Peixe
Lave bem a tainha em água corrente e seque com papel-toalha.
Faça 3 cortes superficiais diagonais na pele de cada lado do peixe (isso ajuda o tempero a penetrar).
Esfregue o suco de limão, o alho amassado, o sal e a pimenta por dentro e por fora do peixe.
Regue com o azeite e deixe marinar na geladeira por 20 minutos enquanto prepara o recheio.

Passo 2: Preparar a Farofa Úmida
Em uma frigideira grande, derreta a manteiga e doure a cebola e o alho.
Adicione o tomate picado e refogue por 2 minutos até começar a murchar.
Junte os camarões e cozinhe por apenas 2 a 3 minutos (até mudarem de cor para rosa). Cuidado para não cozinhar demais e eles ficarem borrachudos!
Desligue o fogo e adicione o cheiro-verde.
Acrescente a farofa tradicional aos poucos, mexendo bem. A farofa deve ficar úmida e pedaçuda. Corrija o sal.

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Passo 3: Rechear e Costurar (ou Prender)
Preaqueça o forno a 200°C.
Retire a tainha da marinada e coloque-a em uma assadeira grande untada com azeite.
Com uma colher, preencha a cavidade da tainha com a farofa de camarão, pressionando delicadamente para caber bastante recheio.
Feche a abertura utilizando palitos de dente ou costurando com barbante culinário para o recheio não sair enquanto assa. (Se sobrar farofa, reserve para servir como acompanhamento).

Passo 4: Assar
Cubra a assadeira com papel-alumínio (com o lado brilhante voltado para o peixe).
Leve ao forno por 30 minutos.
Remova o papel-alumínio com cuidado e regue o peixe com o caldo que se formou na assadeira.
Deixe no forno por mais 15 a 20 minutos, ou até que a pele esteja dourada e a carne firme.

Recurso pesqueiro

Tainha é o nome popular dado a várias espécies de peixes da família dos mugilídeos, que engloba mais de 70 espécies, distribuídas em 20 gêneros. No Brasil, muitas espécies são conhecidas também pelos nomes de parati, saúna, curimã, tapiara, targana, cambira, muge, fataça, entre outros. A temporada de pesca da tainha (Mugil liza) no Brasil concentra-se nos litorais das regiões Sul e Sudeste entre maio e julho, quando grandes cardumes sobem do Sul em direção ao Sudeste para reprodução.

A tainha ( Mugil liza ) é um importante recurso pesqueiro para os pescadores(as) da região Sul e Sudeste do Brasil. O estado de Santa Catarina possui uma costa de 531 km (7% do litoral brasileiro). É o estado que mais captura tainha no cenário nacional, sendo responsável por 45% da captura. Em seguida, aparece o Rio Grande do Sul, com 30%. Ou seja, apenas os dois estados respondem por 3/4 da produção no país.

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O esforço de captura é dividido por diferentes modalidades: pesqueiras, artesanais, industriais e amadores. Dentre as modalidades artesanais, pode-se citar o arrasto de praia, emalhe costeiro (rede de emalhe liso e anilhado) e a pesca com redes de emalhe no Estuário da Lagoa dos Patos. Além disso, diversos pescadores capturam a espécie ao longo das lagoas e lagunas utilizando a tarrafa. Por outro lado, a pesca industrial se caracteriza pela prática de cerco, utilizando embarcações do tipo traineira.

A pesca da tainha tem grande relevância social e cultural, sendo a prática também reconhecida como patrimônio imaterial em diversas localidades do litoral sul e sudeste. A produção oriunda das capturas garante fonte de emprego e renda, segurança alimentar e nutricional, dando continuidade a uma prática que emerge como herança dos saberes indígenas, afro-brasileiros e açorianos. Parte significativa da produção visa à exportação de ovas, considerada iguaria em diversos países, por meio de preparos como a bottarga (ovas salgadas e secas).

Clique aqui e assista ao vídeo da receita.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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