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Aprenda a fazer a tainha assada recheada com farofa de camarão

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A tainha é um dos peixes mais tradicionais do litoral brasileiro. Esta receita combina a suculência da sua carne com o sabor marcante de uma farofa de camarão bem úmida. Uma opção saudável, rica em ômega-3 e perfeita para o almoço de domingo.

Tempo de preparo: 30 minutos
Tempo de forno: 45 a 50 minutos
Rendimento: 6 porções
Dificuldade: Fácil

Ingredientes

Para a Tainha:
1 Tainha inteira (cerca de 1,5 kg a 2 kg), limpa e aberta pelas costas ou pela barriga (mantenha a cabeça e o rabo)
Suco de 2 limões
3 dentes de alho amassados
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Para a Farofa de Camarão:
250g de camarões limpos (cinza ou sete-barbas)
2 xícaras (chá) de farofa tradicional
1 cebola média picadinha
2 dentes de alho picados
2 colheres (sopa) de manteiga (ou azeite)
1 tomate maduro sem sementes picado
Cheiro-verde (coentro e cebolinha) picado a gosto
2 colheres (sopa) de azeitonas pretas picadas
½ xícara (chá) de água
Sal e pimenta a gosto

Passo a Passo

Passo 1: Marinar o Peixe
Lave bem a tainha em água corrente e seque com papel-toalha.
Faça 3 cortes superficiais diagonais na pele de cada lado do peixe (isso ajuda o tempero a penetrar).
Esfregue o suco de limão, o alho amassado, o sal e a pimenta por dentro e por fora do peixe.
Regue com o azeite e deixe marinar na geladeira por 20 minutos enquanto prepara o recheio.

Passo 2: Preparar a Farofa Úmida
Em uma frigideira grande, derreta a manteiga e doure a cebola e o alho.
Adicione o tomate picado e refogue por 2 minutos até começar a murchar.
Junte os camarões e cozinhe por apenas 2 a 3 minutos (até mudarem de cor para rosa). Cuidado para não cozinhar demais e eles ficarem borrachudos!
Desligue o fogo e adicione o cheiro-verde.
Acrescente a farofa tradicional aos poucos, mexendo bem. A farofa deve ficar úmida e pedaçuda. Corrija o sal.

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Passo 3: Rechear e Costurar (ou Prender)
Preaqueça o forno a 200°C.
Retire a tainha da marinada e coloque-a em uma assadeira grande untada com azeite.
Com uma colher, preencha a cavidade da tainha com a farofa de camarão, pressionando delicadamente para caber bastante recheio.
Feche a abertura utilizando palitos de dente ou costurando com barbante culinário para o recheio não sair enquanto assa. (Se sobrar farofa, reserve para servir como acompanhamento).

Passo 4: Assar
Cubra a assadeira com papel-alumínio (com o lado brilhante voltado para o peixe).
Leve ao forno por 30 minutos.
Remova o papel-alumínio com cuidado e regue o peixe com o caldo que se formou na assadeira.
Deixe no forno por mais 15 a 20 minutos, ou até que a pele esteja dourada e a carne firme.

Recurso pesqueiro

Tainha é o nome popular dado a várias espécies de peixes da família dos mugilídeos, que engloba mais de 70 espécies, distribuídas em 20 gêneros. No Brasil, muitas espécies são conhecidas também pelos nomes de parati, saúna, curimã, tapiara, targana, cambira, muge, fataça, entre outros. A temporada de pesca da tainha (Mugil liza) no Brasil concentra-se nos litorais das regiões Sul e Sudeste entre maio e julho, quando grandes cardumes sobem do Sul em direção ao Sudeste para reprodução.

A tainha ( Mugil liza ) é um importante recurso pesqueiro para os pescadores(as) da região Sul e Sudeste do Brasil. O estado de Santa Catarina possui uma costa de 531 km (7% do litoral brasileiro). É o estado que mais captura tainha no cenário nacional, sendo responsável por 45% da captura. Em seguida, aparece o Rio Grande do Sul, com 30%. Ou seja, apenas os dois estados respondem por 3/4 da produção no país.

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O esforço de captura é dividido por diferentes modalidades: pesqueiras, artesanais, industriais e amadores. Dentre as modalidades artesanais, pode-se citar o arrasto de praia, emalhe costeiro (rede de emalhe liso e anilhado) e a pesca com redes de emalhe no Estuário da Lagoa dos Patos. Além disso, diversos pescadores capturam a espécie ao longo das lagoas e lagunas utilizando a tarrafa. Por outro lado, a pesca industrial se caracteriza pela prática de cerco, utilizando embarcações do tipo traineira.

A pesca da tainha tem grande relevância social e cultural, sendo a prática também reconhecida como patrimônio imaterial em diversas localidades do litoral sul e sudeste. A produção oriunda das capturas garante fonte de emprego e renda, segurança alimentar e nutricional, dando continuidade a uma prática que emerge como herança dos saberes indígenas, afro-brasileiros e açorianos. Parte significativa da produção visa à exportação de ovas, considerada iguaria em diversos países, por meio de preparos como a bottarga (ovas salgadas e secas).

Clique aqui e assista ao vídeo da receita.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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MME: Recursos minerais são estratégicos para ampliar a produção nacional de fertilizantes e segurança alimentar no país

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O Ministério de Minas e Energia (MME) celebra, neste 13 de outubro, o Dia Mundial do Fertilizante, reforçando a importância dos recursos minerais para a produção desses insumos essenciais ao campo. Minerais como potássio e fosfato são matérias-primas fundamentais para a fabricação de fertilizantes e reforçam a relação direta entre o potencial geológico brasileiro, a mineração e a segurança alimentar do país.

Ampliar a produção nacional de fertilizantes passa pelo conhecimento do território, pela identificação de recursos minerais e pelo incentivo ao desenvolvimento das cadeias produtivas. Nesse contexto, o MME atua por meio de iniciativas como o Plano Decenal de Mapeamento Geológico (PlanGeo), o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050) e a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), que contribuem para fortalecer o setor mineral brasileiro e ampliar o aproveitamento sustentável de seus recursos.

O PlanGeo 2026–2035 organiza as prioridades de mapeamento geológico e de levantamento do potencial mineral brasileiro, contribuindo para identificar áreas com ocorrência de substâncias de interesse econômico, como fosfato e potássio, além de agrominerais. Ao ampliar o conhecimento sobre o território nacional, a iniciativa oferece subsídios para orientar pesquisas, atrair investimentos e apoiar o desenvolvimento de projetos voltados à produção de insumos para a agricultura.

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Já o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), que tem uma visão estratégica de longo prazo, estabelece como uma de suas metas reduzir a dependência brasileira de insumos fosfatados e potássicos, essenciais à produção de fertilizantes. Para alcançar esse objetivo, apresenta diretrizes que incluem a ampliação do conhecimento geológico, a valorização do potencial mineral brasileiro, o incentivo à pesquisa e à inovação e o estímulo à produção e ao uso de remineralizadores e fertilizantes naturais.

E a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), por sua vez, busca fortalecer as cadeias produtivas minerais no país, incentivando atividades que vão da pesquisa e extração ao beneficiamento e à transformação mineral. A política contribui para ampliar o aproveitamento dos recursos brasileiros, estimular a agregação de valor à produção nacional e fortalecer a segurança de abastecimento de matérias-primas estratégicas, em articulação com os objetivos de desenvolvimento econômico e segurança alimentar.

Além disso, o MME atua ativamente no Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CONFERT), desempenhando um papel estratégico na garantia da segurança do fornecimento de matérias-primas e energia ao setor.

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Neste Dia Mundial do Fertilizante, o MME reforça que a mineração está presente em diferentes setores da economia, inclusive na produção de alimentos. O aproveitamento do potencial geológico brasileiro representa uma oportunidade para fortalecer a indústria nacional, reduzir vulnerabilidades externas e avançar na segurança alimentar e na autossuficiência do país em insumos essenciais para o campo.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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