Brasil
Parte do pescado brasileiro está fora da taxação dos EUA
Determinados tipos de peixes e crustáceos ficaram de fora da lista dos setores atingidos pela decisão do Governo dos Estados Unidos de aplicar tarifas de 25% contra produtos brasileiros, como resultado da investigação da Seção 301 sobre o Brasil. As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho.
Lista de produtos isentos da tarifa de 25%:
• Albacora-laje (Thunnus albacares) fresca ou refrigerada;
• Albacora-bandolim (Thunnus obesus) fresca ou refrigerada;
• Cavalinhas frescas ou refrigeradas;
• Espadarte fresco ou refrigerado;
• Tilápia fresca ou refrigerada;
• Tilápia inteira congelada;
• Filé de tilápia fresco ou refrigerado;
• Lagosta congelada;
• Outros peixes congelados enquadrados na posição NCM 0303.89 (como corvina, pescadas, pargo, peixe-sapo, garoupas, tainhas, cherne-poveiro, entre outros).
Lista de produtos taxados (não contemplados pela isenção):
• Farinhas, pós e pellets de peixe impróprios para alimentação humana (NCM 2301.20.10);
• Outros peixes das famílias Bregmacerotidae, Gadidae etc. (NCM 0302.59.00);
• Filé de tilápia congelado (NCM 0304.61.00);
• Outros filés congelados de peixes (NCM 0304.89.90);
• Outras carnes de peixes, frescas, refrigeradas ou congeladas (NCM 0304.99.00);
• Lagostas vivas, frescas ou refrigeradas (NCM 0306.31.00);
• Algas próprias para alimentação humana (NCM 1212.21.00);
• Outras algas frescas, refrigeradas, congeladas ou secas (NCM 1212.29.00).
Ana Célia Costa
Ministério da Pesca e Aquicultura
Brasil
Mato Grosso do Sul recebe mais de 5 mil tubetes de insulina glargina para aplicação pelo SUS
O Ministério da Saúde está realizando a transição gradual da insulina NPH para a insulina glargina no Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo são pacientes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1 e pessoas com 70 anos ou mais com diabetes tipo 1 ou 2. A pasta já encaminhou, até esta terça-feira (21), cerca de 383 mil tubetes de insulina glargina para todo o Brasil. Mato Grosso do Sul recebeu um total de 5.156 tubetes do medicamento, além de 1.409 canetas reutilizáveis para aplicação.
A insulina glargina é um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que, na maioria dos casos, permite apenas uma aplicação diária, enquanto outros esquemas terapêuticos podem exigir até três aplicações no mesmo período. O acesso será feito após avaliação clínica e prescrição médica, sendo o medicamento ofertado nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o país.
O tratamento com esse fármaco contribui para um controle mais estável da glicemia, reduz o risco de episódios de hipoglicemia e favorece a adesão e a continuidade do tratamento, proporcionando mais segurança e qualidade de vida aos pacientes.
Distribuição do medicamento aos estados
A previsão é que todos os estados recebam os insumos até o final do mês. A iniciativa de transição é decorrente de uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que viabiliza a produção nacional do medicamento e estoques mais seguros para o SUS.
Como acessar o medicamento
Para ter acesso ao medicamento, o cidadão deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência com a receita médica devidamente emitida e carimbada. Pais, responsáveis ou cuidadores do público elegível também podem solicitar a substituição da insulina NPH pela glargina na unidade de saúde. O paciente e sua família serão acolhidos por uma equipe multiprofissional, que avaliará o quadro clínico e a possibilidade de transição do tratamento.
Além disso, receberão orientações sobre o uso correto da insulina, a técnica de aplicação e o armazenamento adequado do medicamento. Junto ao medicamento, será entregue uma caneta reutilizável para aplicação, com validade de três anos, além das agulhas necessárias para a administração correta.
A transição para o novo tratamento está sendo realizada de forma gradual na atenção primária à saúde em todo o país, garantindo a segurança assistencial.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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