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MMA debate gestão territorial e políticas públicas para restauração em encontro florestal na Bacia do Rio Xingu

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) participou na última terça-feira (30/09) do Encontro de Integração Bacia do Rio Xingu, em Belém (PA). O evento ocorreu no contexto do programa Floresta Viva, que apoia a restauração ecológica e o fortalecimento de cadeias produtivas em diferentes biomas do Brasil.

Na ocasião, a analista ambiental do Departamento de Florestas da Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Vívian Faria, apresentou os avanços e perspectivas do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg). A estratégia tem como meta recuperar 12 milhões de hectares de vegetação nativa em todo o país até 2030, incluindo áreas em unidades de conservação e terras indígenas.

No painel sobre gestão territorial e políticas públicas para a restauração, Vívian destacou que o Planaveg oferece uma visão sistêmica da cadeia produtiva da recuperação da vegetação nativa, articulando oferta e demanda de forma consistente. “Isso significa fortalecer a produção e a coleta comunitária de sementes e mudas, garantir uma política de assistência técnica qualificada e consolidar mercados para insumos e produtos da restauração”, afirmou. 

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Essa agenda dialoga diretamente com iniciativas já em curso, como os projetos financiados pelo Floresta Viva, que têm contribuído para estruturar esses elos fundamentais da cadeia”, completou a analista ambiental.  

A programação incluiu mesas de debate, apresentações técnicas e momentos de troca de diálogo e troca de experiências. Representantes dos projetos apoiados pelo edital Floresta Viva, órgãos públicos, organizações parceiras e da sociedade civil participaram da atividade, que seguiu até a última quarta-feira (1/10). 

A iniciativa é do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), gerenciada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). O edital Bacia do Rio Xingu conta com recursos do BNDES, Fundo Vale, Energisa e Norte Energia.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

Acesse o Flickr do MMA 

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Julho Verde reforça prevenção e diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço

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Feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dificuldade para engolir e caroços no pescoço são sinais que merecem atenção e podem indicar câncer de cabeça e pescoço. Durante o Julho Verde, mês nacional de conscientização sobre a doença, o Ministério da Saúde reforça as orientações à população sobre prevenção e diagnóstico precoce, além do acesso ao tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Os cânceres de cabeça e pescoço reúnem tumores que atingem estruturas como boca, língua, garganta, laringe, faringe, cavidade nasal, tireoide e glândulas salivares. Grande parte dos casos está relacionada ao tabagismo e ao consumo de bebidas alcoólicas. Alguns tipos também estão associados à infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), especialmente pelo HPV-16, um dos principais fatores de risco para o câncer de orofaringe.

Instituída pela Lei nº 14.328/2022, a campanha Julho Verde busca ampliar o conhecimento da população sobre os fatores de risco e os sinais da doença, além de incentivar a prevenção e a procura pelos serviços de saúde diante de sintomas suspeitos.

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Sinais de Alerta e Tratamento pelo SUS

Os principais sinais de alerta incluem feridas na boca ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias, manchas brancas ou avermelhadas na boca, rouquidão por mais de três semanas, dor ou dificuldade para engolir, sensação de corpo estranho na garganta, ínguas persistentes no pescoço, sangramento nasal recorrente e perda de peso sem causa aparente.

No caso de câncer de tireoide, o principal sinal é o aparecimento de um nódulo no pescoço, especialmente quando apresenta crescimento rápido ou é acompanhado de rouquidão ou dificuldade para engolir.

Ao identificar um desses sinais, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Após a avaliação, o paciente será encaminhado, se necessário, para atendimento especializado. A confirmação do diagnóstico é feita por biópsia, seguida de exame anatomopatológico.

O cuidado é organizado pela Rede de Prevenção e Controle do Câncer, que integra ações de prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado. Conforme a indicação clínica, o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, de forma isolada ou combinada.

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Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de sucesso do tratamento e menores os riscos de sequelas. Nos estágios iniciais, muitos casos podem ser tratados com apenas uma modalidade terapêutica, o que contribui para preservar funções importantes, como fala, deglutição e respiração.

Nos últimos cinco anos, o SUS realizou mais de 500 mil procedimentos relacionados ao tratamento dos cânceres de cabeça e pescoço.

Medidas de prevenção 

Para ajudar a prevenir a doença, é recomendado evitar o cigarro e outros produtos derivados do tabaco, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação saudável, cuidar da saúde bucal, consultar o dentista regularmente e proteger os lábios e o rosto durante a exposição ao sol. 

A vacinação contra o HPV, oferecida gratuitamente pelo SUS para pessoas de 9 a 14 anos, também ajuda a prevenir infecções associadas a diferentes tipos de câncer, incluindo alguns tumores de orofaringe.

Camila Marques
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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