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Governador destaca banco de projetos e investimentos de infraestrutura no 25º Enacor

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta terça-feira (19) da abertura do 25º Encontro Nacional de Conservação Rodoviária (Enacor) e 48ª Reunião Anual de Pavimentação (RAPv), realizado em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. O evento, que segue com sua programação até sexta (22), é considerado o maior voltado ao setor de infraestrutura de transportes do Brasil.

Ele destacou o grande pacote de investimentos realizado nos últimos anos no Paraná, incluindo a Ponte da Integração Brasil-Paraguai, a rodovia Perimetral Leste de Foz do Iguaçu, a duplicação da BR-277 em Guarapuava, a duplicação da PR-445 em Londrina, a revitalização da Orla de Matinhos e o início do projeto da Ponte de Guaratuba, entre outras.

No mesmo dia, também em Foz do Iguaçu, ele participou do evento de início das obras de ampliação do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu – Cataratas e da abertura do V International Fish Congress & Fish Expo Brasil 2023 (IFC Brasil), em que destacou a força da piscicultura do Paraná.

“Feliz de estarmos recebendo gente do Brasil inteiro para discutir questões ligadas à infraestrutura, conservação de rodovias e novos projetos. De todos os estados brasileiros, escolheram o Paraná para ser feito esse grande encontro, justamente pelo volume de obras que tem o nosso Estado e pelo bom trabalho de engenharia que está sendo feito aqui”, afirmou o governador.

Ele disse que isso é reflexo da criação, logo no início da primeira gestão, de um banco de projetos executivos para viabilizar e agilizar obras de reestruturação de rodovias, ferrovias e da segurança pública, com aporte de R$ 350 milhões, o maior para planejamento da história do Estado. O Estado também já anunciou o segundo banco de projetos, com um carteira que pode gerar R$ 3,4 bilhões em novas obras.

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Para o governador, o objetivo maior do Enacor é a troca de experiências entre os estados, com foco naquilo que dá certo. “É a oportunidade de colaborar com a demonstração daquilo que nós estamos fazendo no dia a dia, de novas tecnologias como o whitetopping (pavimentação em concreto), que estamos fazendo na PRC-280, mas também receber informações, sugestões, conhecer aquilo que está sendo feito em outros estados e aplicarmos aqui”, complementou.

O congresso é uma realização do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), em parceria com a Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem (ABDER) e a Associação Brasileira de Pavimentação (ABPv).

“Esse é o maior evento de infraestrutura rodoviária do País. Aqui nós reunimos empresas com a maior expertise na área rodoviária, com produtos de altíssima qualidade, além de reuniões técnicas e discussões para ver aquilo que é mais importante para trazermos para o Paraná e para que os outros estados levem nossas ideias com eles como uma referência”, ressaltou o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti. “É uma grande troca de experiências no que dá certo”.

Furiatti realizou a primeira palestra do Enacor/RAPv, com o tema “Obras de Infraestrutura no Estado do Paraná nos últimos anos”. Ao todo serão 26 palestras, três mesas-redondas, apresentados 129 trabalhos técnicos-científicos e estudos de caso, realizados grupos de trabalho e reuniões, e lançados livros. A programação pode ser verificada no portal do evento.

São aguardadas cerca de 2 mil pessoas, entre profissionais da área, pesquisadores e estudantes de engenharia. Participam do encontro grandes empresas, órgãos públicos, organizações e associações, como a Itaipu Binacional, Petrobras, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), entre outros.

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PARCERIA EM ANDAMENTO – Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, o Estado tem trabalhado junto à União para promover um grande salto logístico no Paraná. “Estamos construindo uma grande parceria entre DER e DNIT, e isso tem beneficiado o povo paranaense, com grandes obras de infraestrutura saindo do papel. Não existem rodovias federais e estaduais. São nossas estradas e que tocamos em conjunto. É esse exemplo que está sendo demonstrado aqui”, explicou.

Ele ainda destacou a nova concessão rodoviária. “Na próxima semana ocorre o leilão do lote 2, que reúne rodovias federais e estaduais e que deverá servir de modelo para outras concessões, segundo o Ministério dos Transportes. Todo esse aprendizado está sendo compartilhado com os demais estados. Espero que eles levem, além da lembrança de uma cidade maravilhosa como é Foz, muita aula de infraestrutura e colaboração entre os estados”, complementou.

EXPOSITORES – Simultaneamente ao 25º Enacor e 48ª RAPv, é realizada a 4ª ExpoEnacor, com estandes de expositores que participam do evento apresentando suas atividades e produtos, uma oportunidade para interação entre profissionais, empresas e entidades da área. Essa atividade é gratuita.

PRESENÇAS – Participaram da abertura do evento os secretários estaduais do Turismo, Marcio Nunes, e do Desenvolvimento Sustentável, Valdemar Bernardo Jorge; o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; e o diretor-executivo do DNIT, Carlos Antônio Rocha de Barros.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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