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Brasil compartilha experiência em Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs) durante Semana do Turismo no Peru

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O Ministério do Turismo participou, nesta terça-feira (24), da Semana do Turismo da Universidade de Ciências Aplicadas, em Lima, na República do Peru. A instituição peruana convidou o Brasil para apresentar seu modelo de transformação de destinos, com destaque para experiência brasileira, considerada referência nacional em inovação e sustentabilidade.

A coordenadora-geral de Inovação, Inteligência e Estatísticas do Turismo, Bárbara Blaudt Rangel, representou o MTur no painel dedicado à inovação, levando a experiência brasileira no desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs). Durante sua apresentação, Bárbara abordou como case a cidade de Curitiba (PR), que vem aplicando práticas sustentáveis e de inteligência no turismo, especialmente nas áreas de gastronomia e hotelaria, em sintonia com o tema dos demais palestrantes do encontro.

Na ocasião, Bárbara também reforçou a importância da Rede DTI como um marco para o setor. “Ao reunir destinos e instituições em torno da inovação, reforçamos que a cooperação é essencial para fortalecer o turismo. A Rede transforma conhecimento em práticas concretas e ajuda a tornar o Brasil mais competitivo, sustentável e preparado para os desafios globais do setor”, destacou.

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Atualmente, 28 municípios brasileiros já trabalham a transformação inteligente de seus territórios, sendo que 21 deles aplicam a metodologia oficial de Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs).

O evento segue até sexta-feira (26) com especialistas, gestores públicos e representantes do setor para debater soluções inovadoras que promovam a competitividade e a sustentabilidade no turismo internacional.

Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Julho Verde reforça prevenção e diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço

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Feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dificuldade para engolir e caroços no pescoço são sinais que merecem atenção e podem indicar câncer de cabeça e pescoço. Durante o Julho Verde, mês nacional de conscientização sobre a doença, o Ministério da Saúde reforça as orientações à população sobre prevenção e diagnóstico precoce, além do acesso ao tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Os cânceres de cabeça e pescoço reúnem tumores que atingem estruturas como boca, língua, garganta, laringe, faringe, cavidade nasal, tireoide e glândulas salivares. Grande parte dos casos está relacionada ao tabagismo e ao consumo de bebidas alcoólicas. Alguns tipos também estão associados à infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV), especialmente pelo HPV-16, um dos principais fatores de risco para o câncer de orofaringe.

Instituída pela Lei nº 14.328/2022, a campanha Julho Verde busca ampliar o conhecimento da população sobre os fatores de risco e os sinais da doença, além de incentivar a prevenção e a procura pelos serviços de saúde diante de sintomas suspeitos.

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Sinais de Alerta e Tratamento pelo SUS

Os principais sinais de alerta incluem feridas na boca ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias, manchas brancas ou avermelhadas na boca, rouquidão por mais de três semanas, dor ou dificuldade para engolir, sensação de corpo estranho na garganta, ínguas persistentes no pescoço, sangramento nasal recorrente e perda de peso sem causa aparente.

No caso de câncer de tireoide, o principal sinal é o aparecimento de um nódulo no pescoço, especialmente quando apresenta crescimento rápido ou é acompanhado de rouquidão ou dificuldade para engolir.

Ao identificar um desses sinais, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Após a avaliação, o paciente será encaminhado, se necessário, para atendimento especializado. A confirmação do diagnóstico é feita por biópsia, seguida de exame anatomopatológico.

O cuidado é organizado pela Rede de Prevenção e Controle do Câncer, que integra ações de prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento especializado. Conforme a indicação clínica, o tratamento pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, de forma isolada ou combinada.

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Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de sucesso do tratamento e menores os riscos de sequelas. Nos estágios iniciais, muitos casos podem ser tratados com apenas uma modalidade terapêutica, o que contribui para preservar funções importantes, como fala, deglutição e respiração.

Nos últimos cinco anos, o SUS realizou mais de 500 mil procedimentos relacionados ao tratamento dos cânceres de cabeça e pescoço.

Medidas de prevenção 

Para ajudar a prevenir a doença, é recomendado evitar o cigarro e outros produtos derivados do tabaco, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação saudável, cuidar da saúde bucal, consultar o dentista regularmente e proteger os lábios e o rosto durante a exposição ao sol. 

A vacinação contra o HPV, oferecida gratuitamente pelo SUS para pessoas de 9 a 14 anos, também ajuda a prevenir infecções associadas a diferentes tipos de câncer, incluindo alguns tumores de orofaringe.

Camila Marques
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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