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Agro

Abertura de mercado para o Brasil na Coreia do Sul

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O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão ao Brasil exportar ovos e produtos derivados para a Coreia do Sul.

A abertura amplia oportunidades para a avicultura brasileira, ao permitir o acesso de bens que serão utilizados tanto no consumo direto quanto na indústria de alimentos. As exportações do agronegócio brasileiro para a Coreia do Sul somaram US$ 2,4 bilhões em 2025, com destaque para farelo de soja, carne de aves, café, soja em grão, milho, fumo, algodão e couro.

Durante a recente missão presidencial à República da Coreia, em fevereiro de 2026, os dois países assinaram memorandos de entendimento voltados à cooperação em agricultura, medidas sanitárias e fitossanitárias, bioinsumos, inovação e desenvolvimento rural. A agenda reforçou o diálogo sanitário entre os países e contribuiu para o avanço de tratativas de interesse do setor agrícola brasileiro.

Com o anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 602 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tal resultado é fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Atualização corrige dados do Zarc para a cultura do milho no Rio Grande do Sul

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informa que foram atualizados os dados do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho 1ª safra no Rio Grande do Sul.

Após a publicação das portarias referentes ao zoneamento, foram recebidas manifestações do setor produtivo sobre o calendário de semeadura em municípios da região noroeste do estado. As demandas foram encaminhadas para reavaliação pelo grupo de trabalho responsável pelo Zarc do milho.

Na revisão, a equipe técnica da Embrapa identificou um equívoco na programação de pós-processamento dos dados relativos ao mês de agosto, referente aos decêndios críticos para ocorrência de geada. Na configuração utilizada, foram considerados como críticos os decêndios da semeadura, quando o correto era considerar os decêndios da fase de pós-emergência da cultura. Como consequência, o risco de geada em alguns municípios foi superestimado, impactando as janelas indicadas para semeadura.

Os dados foram corrigidos e já estão disponíveis no Painel de Indicação de Riscos.

Com a atualização, os resultados passaram a refletir a metodologia adotada para o zoneamento da cultura, mantendo diferenças em relação à safra anterior em razão das alterações metodológicas incorporadas nesta versão.

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Entre as mudanças implementadas no Zarc para a cultura do milho estão a atualização da base de dados meteorológicos, com utilização da série histórica de 1992 a 2022 e ampliação do número de estações meteorológicas consideradas, além da adoção do modelo de classificação de solos em seis níveis de água disponível (AD). A classificação considera a proporção de areia, silte e argila no solo, substituindo o modelo anterior, que utilizava três classes de solo (arenoso, médio e argiloso).

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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