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Cultura divulga endereços das apresentações circenses no Litoral; próximo show é amanhã

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As atrações circenses do Verão Maior Paraná promoveram alegria de pessoas de todas as idades nesta terça-feira (03) em Morretes, no Litoral do Estado. O Circo Salgueiro levou ao palco mágicos, malabaristas, trapezistas, equilibristas e palhaços, além de oficinas com o público. A partir desta quinta-feira (04), a trupe chega ao balneário de Ipanema, em Pontal do Paraná, e logo depois se muda para Shangri-lá, Matinhos, Guaratuba e Praia de Leste para uma nova sequência de apresentações. 

No total, oito municípios recebem os espetáculos de circo, sempre gratuitos e abertos ao público de todas as idades. Nas cidades de Matinhos, Guaratuba e Pontal do Paraná os shows acontecem ao lado dos palcos Sunset, que levam bandas paranaenses para as praias, também dentro do Verão Maior Paraná. Os endereços foram divulgados nesta quarta-feira (3) pela Secretaria de Estado da Cultura, idealizadora do projeto.

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“Para esta temporada estamos trabalhando com oficinas para entreter a criançada e também com o pocket show do espetáculo ‘Só Riso’. A expectativa de abraçar esse projeto é fomentar o interesse das pessoas com a arte circense, que acontece de família para família, que traz as antigas apresentações tradicionais com uma linguagem nova, que inclui músicas e piadas atuais”, diz John Salgueiro, o palhaço Bidoza, artista que compõe a quinta geração da trupe familiar.

Além do Circo Salgueiro, outra companhia circense promete divertir veranistas em janeiro e fevereiro. A Cia dos Palhaços, um grupo de circo-teatro-música focado na arte do palhaço, do circo, da comicidade, da música e da improvisação, vai se apresentar em Paranaguá no dia 26 de janeiro.

CIRCO SALGUEIRO

Guaratuba, ao lado do Palco Sunset: 14/01 – 20/01 – 26/01 – 04/02 (a apresentação desta quarta-feira, 3 de janeiro, foi cancelada)

Shangri-lá, ao lado do Palco Sunset: 05/01 – 10/01 – 21/01 – 25/01 – 30/01

Ipanema, ao lado do Palco Diário: 04/01 – 13/01 – 18/01 – 28/01 – 01/02

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Matinhos, ao lado do Palco Sunset: 06/01 – 11/01 – 12/01 – 19/01 – 24/01 – 31/01 – 03/02

Praia de Leste, ao lado do Palco Diário: 07/01 – 17/01 – 27/01 – 02/02

Antonina, na Praça Coronel Macedo: 09/01

Guaraqueçaba, na Praça Central: 16/01

​​​​Paranaguá, na Praça Nossa Senhora do Rosário: 23/01

CIA DOS PALHAÇOS

Paranaguá, na Praça Nossa Senhora do Rosário: 26/01

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Penitenciária Central do Estado atinge 100% de coletas de DNA dos custodiados

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A Polícia Penal do Paraná (PPPR) e a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) concluíram a coleta de perfis genéticos de todas as 1.890 pessoas privadas de liberdade custodiadas na Penitenciária Central do Estado – Unidade de Segurança (PCE-US), em Piraquara. Com o encerramento desta etapa, a PCE-US se tornou a primeira unidade do Estado a conquistar total autonomia para a realização desse procedimento.

“Este mutirão representa a continuidade do trabalho iniciado no último mês e teve como objetivo concluir 100% das coletas genéticas dos custodiados na unidade, conforme os critérios legais vigentes. A partir dessa etapa, a PCE-US passa a ser a primeira do Paraná preparada para dar continuidade às coletas de forma autônoma, com equipes capacitadas para execução do procedimento dentro da própria rotina da unidade”, destaca a chefe da Divisão de Saúde da PPPR, Viviane Cristina Serpa.

“A proposta é que esse modelo seja ampliado gradativamente para as demais unidades penais do Estado”, complementa.

A iniciativa faz parte de um esforço contínuo que já contabiliza aproximadamente 16 mil coletas realizadas no sistema prisional paranaense. O objetivo principal é ampliar a inserção de dados no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), uma ferramenta crucial para subsidiar investigações criminais, identificar autores de delitos e realizar o cruzamento de vestígios.

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PADRÕES RIGOROSOS – O trabalho conjunto entre a PPPR e a PCIPR segue padrões rigorosos que garantem a qualidade e a rastreabilidade das amostras. Uma vez inseridos no banco nacional, os perfis genéticos passam por cruzamentos automáticos com vestígios coletados em cenas de crimes em todo o país. Esse processo contribui diretamente para a identificação de suspeitos, conexão entre diferentes ocorrências e para o avanço de investigações complexas, inclusive de casos antigos.

“A coleta de material para inserção no BNPG é uma ferramenta estratégica para a perícia criminal. Quanto maior a base de dados, maiores são as possibilidades de identificação de autores, de vinculação entre diferentes ocorrências e de auxílio na elucidação de crimes. O resultado alcançado pela unidade demonstra a importância da integração entre as instituições e do investimento contínuo em ciência aplicada à segurança pública”, destaca o diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta.

CAPACITAÇÃO É O DIFERENCIAL – O grande diferencial do mutirão na PCE-US foi a capacitação técnica dos policiais penais. Além de coletar o material, as equipes foram preparadas para atuar de forma autônoma e como multiplicadoras desse conhecimento para outras regiões do Estado.

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Para a o diretor da PCE-US, Olival Monteiro, a conquista representa um marco de eficiência e valorização da categoria. “Marcamos um ponto de virada: somos a primeira unidade do sistema a conquistar essa autonomia. Nossos próprios policiais penais agora estão capacitados para realizar as coletas com rigor técnico, preservar a cadeia de custódia e dar celeridade às investigações. Ganhamos tempo, precisão e respeito ao nosso trabalho. Cada policial penal que hoje domina a coleta poderá ser multiplicador desse conhecimento, ensinando, treinando e compartilhando com os demais policiais penais de outras unidades”, enfatiza.

Agora, o Estado avança para a consolidação desse modelo de forma permanente. O planejamento estratégico prevê a continuidade das capacitações dos servidores para que a coleta de material genético se torne um procedimento padrão e obrigatório logo no momento de ingresso de qualquer pessoa privada de liberdade no sistema prisional paranaense.

Fonte: Governo PR

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