Connect with us


Paraná

Prazo para estudantes confirmarem participação no Enem termina na sexta-feira 

Publicado em

Estudantes da rede estadual do Paraná que estão concluindo o Ensino Médio têm até esta sexta-feira (5) para confirmar a participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Neste ano, os alunos de escolas públicas tiveram a inscrição feita automaticamente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mas precisam acessar a Página do Participante para validar as informações e concluir o processo. 

A confirmação é obrigatória e deve ser feita dentro do prazo. No sistema, o estudante também deve informar o município onde pretende realizar as provas, escolher a língua estrangeira e solicitar atendimento especializado, caso necessário.

Para o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, a medida facilita o acesso dos estudantes ao exame. “A inscrição automática foi um avanço importante porque simplifica o processo para os alunos da rede pública. Agora, é fundamental que todos façam a confirmação para garantir a participação em uma das principais portas de entrada para o ensino superior”, afirma.

A Secretaria de Estado da Educação (Seed-PR) tem mobilizado escolas e equipes pedagógicas para orientar os estudantes sobre a necessidade da confirmação dentro do prazo.

Leia mais:  Crianças se divertem no quartel no aniversário de 111 anos do Corpo de Bombeiros

“O cadastro já foi realizado, mas a confirmação continua sendo indispensável. Estamos trabalhando junto às escolas para que nenhum estudante perca essa oportunidade”, afirma o diretor de Educação da Seed-PR, Anderfábio de Oliveira.

PREPARAÇÃO – Além de incentivar a participação no exame, a rede estadual oferece uma série de ferramentas gratuitas para auxiliar os estudantes na preparação para o Enem.

Entre os recursos está o Enem Paraná, plataforma voltada aos estudantes da 2ª e da 3ª série do Ensino Médio, que oferece videoaulas, simulados, podcasts e questionários alinhados aos conteúdos cobrados no Enem e nos principais vestibulares do país, permitindo uma preparação personalizada de acordo com o ritmo de aprendizagem de cada aluno. 

Os estudantes também têm acesso à plataforma Redação Paraná, que auxilia no desenvolvimento da escrita e da argumentação por meio de propostas de redação, correções detalhadas e devolutivas personalizadas em tempo real.

“O Enem exige interpretação, argumentação e domínio da escrita, competências que são trabalhadas continuamente em nossas plataformas e nas atividades desenvolvidas pelas escolas da rede estadual”, diz Roni Miranda.

Leia mais:  Governador recebe servidores premiados pelo trabalho com a Nova Lei de Licitações

Além disso, os alunos contam com simulados, trilhas de aprendizagem, materiais digitais e videoaulas que reforçam a revisão dos conteúdos e contribuem para uma preparação mais completa.

ENEM – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho dos estudantes ao final da educação básica e é utilizado como forma de ingresso no ensino superior por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), além de servir como critério de seleção em instituições públicas e privadas. As provas do Enem 2026 serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

MPPR lança segunda fase de operação contra loteamentos irregulares em Ibiporã, com o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão em Londrina

Published

on

O Ministério Público do Paraná deflagrou nesta terça-feira, 2 de junho, a segunda fase da Operação Miragem, que investiga a suposta exploração de loteamentos clandestinos e intimidações a agentes públicos responsáveis pela fiscalização e investigação desses loteamentos. O Núcleo Regional de Londrina, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em atuação conjunta com a 1ª Promotoria de Justiça de Ibiporã, cumpriu mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão e de busca pessoal em investigação sobre uma associação criminosa voltada à exploração de loteamentos clandestinos, lavagem de capitais, falsidade ideológica e fraude processual. Além disso, o grupo criminoso estaria fazendo ameaças e atos de intimidação direcionados a autoridades públicas e agentes de fiscalização.

Acesse álbum com imagens

Acesse áudio do Promotor de Justiça Jorge Fernando Barreto da Costa

As apurações apontam que o principal investigado liderava a implantação e a comercialização do loteamento clandestino Recanto Água Bonita, em área rural de Ibiporã. O empreendimento ilegal abrangia uma área total de 68.100 m², subdividida ilegalmente em 62 lotes de aproximadamente 1.000 m² cada, comercializados sem qualquer licença ambiental ou alvará urbanístico.

Outro investigado liderava a implantação e a comercialização do loteamento clandestino Recanto dos Sonhos, também na área rural de Ibiporã. O empreendimento ilegal abrangia uma área de 36.300 m², subdividida ilegalmente em 23 lotes também comercializados irregularmente, sem licença ambiental ou alvará urbanístico.

Fraude processual – Em relação ao loteamento Recanto Água Bonita, decisão judicial cível havia determinado a imediata paralisação das atividades e a apresentação em juízo de todos os contratos envolvendo os adquirentes. Entretanto, os líderes do esquema orquestraram uma fraude processual para ocultar e destruir provas, transferindo clandestinamente os contratos físicos para caixas guardadas em um sítio na zona rural e fazendo a exclusão dos arquivos digitais armazenados em nuvem. Para induzir o juízo a erro, protocolaram uma manifestação falsa afirmando que os documentos haviam sido integralmente perdidos em razão de uma suposta “corrosão e falha material do disco rígido” do computador da empresa.

Leia mais:  3ª parcela do IPVA vence nesta sexta-feira para veículos com finais de placa 9 e 0

Lavagem de dinheiro – Mesmo proibidos expressamente por ordem judicial cível de receber qualquer valor decorrente da venda dos lotes, os investigados continuaram cobrando e recebendo as parcelas das vítimas. Para contornar os bloqueios judiciais das contas da empresa original, os requeridos constituíram uma empresa de fachada em nome da irmã do líder do grupo, que atuava como “laranja”. Os compradores eram induzidos em erro por meio de comunicados que alegavam uma falsa “instabilidade bancária” na conta principal e instruíam o direcionamento dos pagamentos via Pix para o CNPJ da empresa de fachada ou para a conta do escritório de advocacia da investigada. O rastreamento financeiro demonstrou que os valores eram rapidamente integrados ao patrimônio pessoal da própria advogada do grupo por meio de transferências eletrônicas sucessivas.

Ameaças e intimidação – As investigações revelaram que alguns dos integrantes do grupo adotaram posturas reiteradamente intimidatórias contra autoridades locais. Apurou-se que o líder da associação criminosa proferiu uma promessa direta de violência e morte contra o Promotor de Justiça do caso, afirmando textualmente em arquivos de áudio que iria “sumir com ele, literalmente”. Os investigados também passaram a monitorar a vida privada da autoridade, rastreando perfis em redes sociais de familiares, planejando eventual aproximação. Além disso, em conversas com outro loteador irregular da região, os alvos planejaram atos coordenados de violência, chegando inclusive a cogitar o sequestro e a morte de fiscais municipais de Ibiporã e um atentado contra o Fórum local (disparos de arma de fogo contra o transformador de energia do edifício, possivelmente com a finalidade de sabotar a realização de uma audiência pública sobre os loteamentos ilegais).

Leia mais:  Com apoio de cão, PM apreende 2 toneladas de maconha em caminhão em Iguaraçu

Bloqueio de valores – As medidas judiciais foram deferidas pelo Juízo das Garantias e pelo Juízo Criminal de Ibiporã. Além das prisões preventivas, o Judiciário determinou o levantamento da inviolabilidade profissional e dos instrumentos de trabalho da advogada investigada. Foi ainda determinado o bloqueio de quaisquer valores depositados em contas bancárias relacionadas ao empreendimento irregular Recanto Água Bonita, bem como de investimentos e aplicações dos investigados e de suas empresas, além do sequestro de bens móveis e imóveis até o montante atualizado de R$ 3,5 milhões – o valor é o produto direto auferido com o esquema criminoso e visa assegurar o ressarcimento dos danos causados às 62 famílias lesadas, bem como a satisfação de multas e custas processuais.

Matéria anterior:

08/01/2026 – MPPR cumpre mandados de busca e apreensão em operação que investiga diversos crimes ligados a loteamento irregular em Ibiporã

Coletiva de imprensa
Às 9h30, na sede do Gaeco de Londrina (Rua Capitão Pedro Rufino, 605 – Jardim Europa), os responsáveis pela operação estarão disponíveis para atendimento à imprensa.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262