Paraná
Procon e Samsung assinam acordo para entrega de carregadores aos consumidores
A Secretaria da Justiça e Cidadania, através da Coordenação Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon-PR, e a Samsung assinaram nesta semana um Termo de Compromisso para a entrega de carregadores de tomada para consumidores que tenham adquirido produtos em períodos em que o acessório não os acompanhava, medida disponível desde fevereiro de 2021, data do lançamento do Galaxy S21 5G.
O termo abrange os seguintes modelos: Galaxy S21 5G, Galaxy S21 FE, Galaxy S22 5G, Galaxy Z Fold3 e Galaxy Z Flip3. Ele é válido somente para consumidores residentes no Paraná.
Com a não inclusão dos carregadores na caixa, consumidores procuraram o órgão de defesa do consumidor para formalizar suas reclamações, o que resultou na assinatura do documento que garantirá o atendimento àqueles que não receberam o acessório. Atualmente, todos os modelos de smartphones da empresa no Brasil contam com carregadores embarcados na caixa.
“Em que pese a indiscutível relevância do tema sustentabilidade, consumo consciente e seus desdobramentos – especialmente a redução de resíduos sólidos e lixo eletrônico -, é do entendimento do Procon Paraná que a entrega dos carregadores de tomada é imprescindível para uso pleno e efetivo do produto, razão pela qual foi construído o termo de acordo”, afirma Santin Roveda, secretário da Justiça e Cidadania.
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Os consumidores que adquiriram os produtos sem o carregador na caixa, e ainda não resgataram o item, deverão entrar no site www.samsungparavoce.com.br e fazer a solicitação para entrega, que acontecerá de forma gratuita.
Claudia Silvano, coordenadora do Procon-PR, orienta que o consumidor deverá, ao fazer a solicitação, apresentar a nota fiscal de compra do produto e o Código IMEI encontrado no dispositivo. “Caso o consumidor já tenha recebido o carregador de tomada anteriormente, não poderá fazer nova solicitação”, complementa.
Com o acordo, a Samsung não será penalizada pelo órgão de defesa do consumidor.
Fonte: Governo PR
Paraná
Condomínio do Idoso em Jaguariaíva recebe projeto de extensão odontológico da UEPG
O Condomínio do Idoso de Jaguariaíva, o primeiro entregue pelo Estado dentro do projeto Viver Mais Paraná, coordenado pela Cohapar, recebeu nessa semana a visita de estudantes da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O projeto de extensão “Atenção Odontológica aos residentes do Condomínio do Idoso da Unidade Jaguariaíva”, ligado ao curso e ao Programa de Pós-Graduação em Odontologia, iniciou a 2ª edição de atendimentos às pessoas idosas.
O projeto alia extensão com pesquisa e planeja produzir 33 próteses buscais neste ano, além de realizar ações de atenção odontológica à população idosa do Condomínio.
Dona Vany Dias Santos recebeu a equipe de dois mestrandos, professora e doutoranda. Aos 65 anos, ela mora no condomínio e recebe atendimentos desde 1ª edição do projeto, em 2024. “Sempre marco e tenho atendimentos com eles, sou muito bem atendida”, conta. “Aqui, a gente nunca está sozinho, sempre temos projetos e sempre estamos juntos conversando entre os moradores”.
Para a professora coordenadora do projeto, Nara Hellen Bombarda, iniciar a 2ª edição é um retorno para casa. “A gente estabeleceu um vínculo de amizade, e é uma oportunidade nova de devolver uns sorrisos, devolver saúde para quem está na melhor idade”, diz. “É uma oportunidade de contribuir com os moradores e em paralelo ajudar na formação dos alunos. Eles têm uma formação mais humanizada, mais competente, desenvolvendo habilidades extras que podem ser desenvolvidas para além dos muros da universidade”.
A equipe realiza atendimentos em três quartas-feiras do mês e chega com todos os equipamentos necessários, incluindo cadeira e motores móveis para avaliação. Antes dos atendimentos, o grupo foi para Jaguariaíva em março fazer os rastreio das necessidades e fichas dos pacientes. Nesta semana, a maioria fez raio-x digital e alguns receberam atendimento em periodontia, especialidade odontológica focada na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças que afetam gengivas e ligamentos da boca.
“Este é um projeto de extensão, mas que ao mesmo tempo oferta um campo para pesquisa, principalmente na área de prótese, porque boa parte dos indivíduos residentes no condomínio necessitam de novas próteses. Como nossa linha de pesquisa está associada à reabilitação oral, eles podem ser incluídos como sujeitos das nossas pesquisas”, acrescenta a professora.
A aluna do Doutorado em Odontologia Tatiane Oliveira participa do projeto desde o início. Como profissional bolsista na área de odontologia, ela presta atendimento odontológico e também realiza outras atividades, juntamente com demais profissionais.
“O projeto me ajuda muito na formação como profissional. Pelo contato com as pessoas idosas, acabamos criando um vínculo, e isso é muito bom, faz com que o atendimento tenha ainda mais sentido, porque conseguimos sentir que eles ficam felizes com nossa presença”, descreve. A pesquisa de Doutorado será realizada em grande parte com moradores. “Após a aprovação do Comitê de Ética, irei realizar prótese total da forma convencional e também prótese total impressa em impressora 3D. Os moradores serão beneficiados com materiais e próteses super modernas”, destaca.
Atender pacientes também irá auxiliar na pesquisa do mestrando Alex Nunes de Lara. Ele pesquisa placa oclusal, um dispositivo para o tratamentos de dores musculares e articulares. “Temos a oportunidade de adquirir mais prática no atendimento, entender como funcionam os protocolos de pessoas que precisam de próteses, pois minha pesquisa também está integrada a materiais odontológicos, então entregar tratamento de qualidade é gratificante e ajuda muito no nosso crescimento”, diz.
Para João Pedro Plinta, também mestrando de odontologia, participar do projeto dá mais experiência com atendimentos a pessoas que utilizam próteses. “Consigo ver a importância disso, tanto para para a comunidade, tanto para os idosos, quanto para a gente, como pesquisador. Estamos contribuindo pra qualidade de vida, de forma gratuita para eles”. A área de pesquisa de João é sobre prótese fixa, “então a experiência que eu adquiri nesse projeto é muito valiosa”, diz.
Fonte: Governo PR
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