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Política Nacional

Sancionada lei que cria cargos e funções comissionadas no TRF5

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O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), sediado no Recife, terá três novos desembargadores, além de 32 cargos efetivos de analista judiciário e 25 de técnico judiciário. A Presidência da República sancionou a Lei 15.393 nesta quinta-feira (16) para criar os cargos. O texto não teve vetos e foi publicado no Diário Oficial da União.

O órgão também ganhará 57 novos cargos em comissão e funções comissionadas para abastecer os novos gabinetes dos magistrados. Quase 85% dos novos cargos efetivos também se destinam aos gabinetes.

A lei veio do Projeto de Lei 4.278/2025, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O texto busca suprir a sobrecarga de trabalho informada pelo TRF5, que abrange seis estados nordestinos.

No Senado, o senador Humberto Costa (PT-PE) foi o relator em Plenário. Os senadores aprovaram o projeto no final de março.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão aprova projeto que inclui jogos eletrônicos como atividade extracurricular em escolas

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4139/24, que inclui jogos eletrônicos como atividade extracurricular de escolas públicas e privadas do ensino básico. O objetivo é estimular habilidades cognitivas, sociais, motoras e digitais dos alunos.

O texto, de autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), estabelece diretrizes para o uso pedagógico dos jogos, focando no estímulo ao raciocínio lógico, na resolução de problemas e no trabalho em equipe.

A seleção dos jogos deve seguir critérios rigorosos, considerando a faixa etária dos alunos e a relevância educacional dos conteúdos.

As secretarias de educação serão responsáveis por regulamentar as diretrizes e capacitar os educadores.

Avaliações e limite de tempo
A norma também prevê:

  • avaliações periódicas sobre os impactos da iniciativa; e
  • a fixação de limites de tempo de uso para evitar a exposição excessiva dos alunos às telas.

Parecer favorável
O relator na comissão, deputado Dagoberto Nogueira (PP-MS), defendeu que os jogos eletrônicos são ferramentas eficazes para o aprendizado atual.

“A utilização de jogos eletrônicos como ferramenta pedagógica, quando orientada por critérios educacionais, contribui significativamente para o desenvolvimento de competências essenciais, como raciocínio lógico e criatividade”, argumentou o parlamentar.

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Autonomia e inclusão
A proposta não altera a grade curricular obrigatória das instituições, preservando a autonomia pedagógica de cada escola.

A medida também busca promover a inclusão digital, especialmente para estudantes em situação de vulnerabilidade, ajudando a reduzir desigualdades educacionais.

Próximas etapas

A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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