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Com 91,7% da frota movida a etanol, Sanepar reduz emissão de gases de efeito estufa

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) alcançou um marco significativo na descarbonização de suas operações logísticas. Ao ampliar o uso de etanol em sua frota flex, a empresa conseguiu reduzir drasticamente as emissões de gases de efeito estufa (GEE) provenientes da combustão móvel, fortalecendo sua estratégia de sustentabilidade no transporte.

De acordo com o balanço consolidado de 2025, a Sanepar elevou o uso de etanol, nos veículos bicombustíveis, de 12% em 2024 para 91,7% ao final de 2025. Ao priorizar o uso do etanol, nos seus 1.576 veículos (entre próprios e locados), a empresa evitou a emissão de aproximadamente 3.167 toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e) ao longo do ano.  

Para garantir a precisão desses resultados, são utilizadas metodologias reconhecidas internacionalmente, como as do IPCC e o Protocolo GHG, que comparam o fator de emissão do etanol frente aos combustíveis fósseis durante todo o seu ciclo de vida.

A assessora da Diretoria de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Roberta Miguel Kiska Filippini, explica que assumir o etanol como combustível foi muito representativo na categoria de combustões móveis. “A análise técnica demonstra que o benefício do etanol é superior desde a produção da cana-de-açúcar até o seu uso final, representando uma decisão de baixo esforço operacional para a empresa, mas com importante valor ambiental e estratégico”, diz.

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Além disso, ao reduzir voluntariamente suas emissões, a companhia se antecipa a possíveis riscos de transição, como eventuais mudanças regulatórias ou taxações por emissões de carbono.

MUDANÇA NA CULTURA – O resultado é fruto do programa Sanepar + Leve, voltado à mudança de cultura interna na empresa. Implementado no ano passado, com forte atuação da Gerência de Gestão de Mobilidade e Instalações e do Comitê ASG da Companhia, o programa visa estimular os empregados a repensarem suas escolhas, sob a ótica da sustentabilidade.

Ao priorizar o etanol, a Sanepar atende diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente o ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima –, contribuindo diretamente para a meta global de descarbonização.

“A sustentabilidade se faz todos os dias com escolhas conscientes. Esse resultado é motivo de orgulho, pois mostra que estamos conduzindo uma transição com propósito, unindo a eficiência operacional à nossa responsabilidade climática”, destaca o diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Fernando Guedes.

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OUTRAS FRENTES – Prioridade do plano de descarbonização da Sanepar, o tratamento de efluentes representa o maior desafio para a redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no setor. Nessa categoria, a Sanepar já avança em projetos de custo-efetividade comprovada, como o retrofit de reatores, focado na eliminação de fugas de gases, e o uso de queimadores enclausurados de alta eficiência.

Fonte: Governo PR

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Maio Amarelo: forças de segurança realizam simulado de sinistro de trânsito em Maringá

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A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) realizou nesta quarta-feira (13), em Maringá, um simulado integrado de sinistro de trânsito em alusão à campanha Maio Amarelo. A ação ocorreu na região central da cidade e reuniu diferentes forças de segurança e atendimento de emergência.

O exercício simulou uma colisão envolvendo dois veículos e contou com a participação de equipes da Polícia Militar (PMPR), Polícia Civil (PCPR), Polícia Científica (PCIPR) e Corpo de Bombeiros (CBMPR), com a presença do helicóptero da corporação, o Arcanjo 01.

A ação demonstrou protocolos integrados de resposta, desde o primeiro atendimento no local até o resgate das vítimas, atendimento pré-hospitalar, isolamento da área, atuação pericial e investigações das causas do sinistro.

“A integração entre as forças de segurança é fundamental em ocorrências de alta complexidade, como sinistros de trânsito. Exercícios como este permitem aprimorar protocolos, alinhar procedimentos e fortalecer a comunicação entre as equipes, garantindo uma resposta mais rápida, eficiente e segura no atendimento prestado à população”, destaca o coordenador do Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp), coronel Sergio Ramos.

“Além de reforçar os protocolos de salvamento veicular, o simulado permite alinhar procedimentos entre as equipes e aprimorar a comunicação durante ocorrências complexas. Em Maringá, o acionamento conjunto das forças de segurança já faz parte da rotina e exercícios como esse contribuem para um atendimento cada vez mais rápido, integrado e eficiente”, afirma o major do CBMPR, Angelino Jose de Siqueira.

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Durante o simulado, as equipes utilizaram ferramentas de desencarceramento, ambulância, caminhão de resgate e viaturas operacionais, além de tecnologias empregadas pela perícia, como drones, trenas a laser, scanner 3D e equipamentos LiDAR. A proposta foi reproduzir, de forma realista, todas as etapas de atendimento de uma ocorrência grave de trânsito, do início do chamado à identificação das causas.

“Toda vez que ocorre um crime ou um sinistro, a perícia é acionada, uma vez que a análise técnica da cena e o laudo produzido pelos peritos criminais fornecem subsídios importantes para o trabalho das autoridades policiais e do Poder Judiciário. Com esse tipo de treinamento, é possível verificar possíveis melhorias, gargalos e constituir respostas mais assertivas”, explica o chefe da unidade da PCIPR de Maringá, perito Luis Gustavo Zulai.

A atividade reforça a importância da integração entre as instituições envolvidas na resposta a ocorrências de trânsito, especialmente em situações de maior complexidade operacional, que exigem atuação rápida, coordenada e padronizada desde o primeiro atendimento até a conclusão dos procedimentos técnicos.

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O agente de polícia judiciária Jaime França, que atua na Delegacia de Acidentes de Trânsito e participou do simulado, destacou que, a partir das informações repassadas pelas equipes de atendimento e preservação da cena, cabe à Polícia Civil instaurar o inquérito policial, reunir provas técnicas e testemunhais, requisitar perícias, analisar imagens e laudos, além de apurar as circunstâncias e eventuais responsabilidades criminais do acidente.

“Nosso trabalho busca garantir que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos, assegurando a responsabilização legal quando houver indícios de crime e contribuindo para a prevenção de novos sinistros de trânsito”, explicou.

O simulado integra o conjunto de ações de capacitação contínua das forças de segurança, contribuindo para o aperfeiçoamento dos fluxos de comunicação, da tomada de decisão e da atuação conjunta em campo, com foco na eficiência do atendimento à população e na redução do tempo de resposta em ocorrências reais.

Fonte: Governo PR

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