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Sanepar e Frísia firmam novo Termo de Cooperação Técnica para proteção de mananciais

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A Sanepar e a Cooperativa Frísia assinaram nesta sexta-feira (8), em Carambeí, nos Campos Gerais, um novo Termo de Cooperação Técnica, por meio do Programa Fundo Azul, da Companhia. O objetivo é a elaboração de um estudo técnico, com vistas ao afastamento dos resíduos armazenados em esterqueiras instaladas em áreas de mananciais de abastecimento dos municípios de Ponta Grossa e Castro.

O diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, destacou a parceria, lembrando que a partir do trabalho de proteção das áreas de bacias hidrográficas surgem outras iniciativas importantes que podem contribuir para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e fortalecer a economia circular. “Começamos pela Frísia, que nos acolhe para fazer este trabalho, mas a ideia é expandi-lo, evitando que estes dejetos poluam as águas, e que possam gerar subprodutos, como o biofertilizante e o biogás”, afirmou.

O termo marca a terceira fase do Programa Fundo Azul em parceria entre a Sanepar e a Frísia. Na segunda fase, concluída em 2023, foram instaladas esterqueiras em 17 propriedades, adequando o destino dos efluentes de bovinos de pequenos produtores de leite de áreas de mananciais em Castro, Carambeí, Prudentópolis, Teixeira Soares, Palmeira, Imbituva e Irati. Com o manejo adequado, o programa contribuiu para preservar a qualidade da água dos rios ao adequar a destinação de uma média diária de 47 mil litros de efluentes nos rios.

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A primeira fase do programa, entre 2019 e 2021, atendeu 15 pequenas propriedades nas bacias hidrográficas dos rios Piraizinho, São João, São Cristóvão e Represa de Alagados. A instalação das esterqueiras permitiu reduzir o aporte de matéria orgânica nestes mananciais de abastecimento público, em cerca de 42 mil litros diários de efluentes.

SEGURANÇA E SUSTENTABILIDADE – A parceria atende ao Plano de Segurança da Água, do Ministério da Saúde. As iniciativas do programa Fundo Azul protegem a água, o solo e a biodiversidade do ecossistema como um todo. Para os produtores, a inciativa contribui para a regularização das pequenas propriedades, estimulando a economia e o desenvolvimento sustentável.

O diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus, destacou que, nos seus quase 100 anos, a cooperativa sempre teve a preocupação em ser sustentável. “Para a Frísia é um orgulho ter esta parceria, pela preocupação que o Estado e a Sanepar têm com a qualidade da água, bem como o apoio aos produtores na responsabilidade que todos temos em cuidar do meio ambiente e promover a sustentabilidade na cadeia produtiva como um todo”, afirmou.

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O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, que participou da solenidade, enfatizou a satisfação pelo projeto. “Estamos felizes em acompanhar este momento, esperando que tenhamos de fato a possibilidade de que, aprendendo com este modelo inicial, possamos levar para outras regiões, contribuindo para esta visão mais conservacionista. São os efeitos positivos que a gente espera de uma ação como esta”, disse.

PRESENÇAS – O evento também teve a participação do diretor de Inovação e Novos Negócios da Sanepar, Anatalício Risden Jr; do presidente do Instituto Água e Terra, Everton Luiz Souza; do presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR), Natalino Avance de Souza; do superintendente da Cooperativa Frísia, Mário Dykstra; de gerentes da Sanepar, da equipe da Frísia e cooperados beneficiados pelo Programa Fundo Azul.

Fonte: Governo PR

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MP em Movimento reúne representantes de municípios da região de Francisco Beltrão para discutir melhorias nos serviços de acolhimento e de assistência social

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A proteção de crianças e adolescentes, a estrutura de políticas de assistência social e questões urbanísticas estiveram entre os principais temas tratados nesta segunda-feira, 14 de setembro, na agenda do MP em Movimento, em Francisco Beltrão. A iniciativa transfere temporariamente a sede da Procuradoria-Geral de Justiça para diferentes regiões do estado, com a proposta de aproximar o Ministério Público do Paraná da realidade local. Ao longo do dia, representantes dos municípios de Boa Vista da Aparecida, São João, Sulina, São Jorge D’Oeste e Ampére participaram de reuniões com integrantes do MPPR para discutir desafios e soluções para os serviços municipais. 

Boa Vista da Aparecida  O Serviço de Acolhimento Familiar de Boa Vista da Aparecida esteve entre os assuntos discutidos com o Prefeito Eduardo José Henrichs, o Assessor Jurídico Cristian Marçal Pacovska Lizzi e a Secretária de Assistência Social, Polyana Zucco. O Município apresentou os desafios enfrentados pela Casa Lar Acolhendo Vidas, que incluem custos de manutenção, capacitação da equipe e dificuldade em mobilizar famílias voluntárias, mesmo com a realização de campanhas.

O MPPR acompanhará a análise de possível revisão do convênio formalizado entre os Municípios de Boa Vista da Aparecida, Capitão Leônidas Marques e Santa Lúcia, que têm crianças e adolescentes atendidos pelo mesmo serviço de acolhimento 

A reunião também tratou da situação dos loteamentos e condomínios irregulares às margens do Lago de Salto Caxias. Ficou definido que a equipe técnica do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça (Caop) de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo prestará apoio à Promotoria de Justiça de Capitão Leônidas Marques na análise da questão. 

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Participaram da reunião a Diretora-Secretária da Procuradoria-Geral de Justiça, Nayani Kelly Garcia; o Coordenador de Assuntos Institucionais, Ronaldo de Paula Mion; o integrante do Caop de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo, Promotor de Justiça Daniel Pedro Lourenço; o Promotor de Justiça Renato Sampaio Cavalheiro; e as assessoras jurídicas Milena Augustin e Jihanne Kuhnen Kchachan.

São João, Sulina e São Jorge D’Oeste Na sequência, representantes de São João, Sulina e São Jorge D’Oeste participaram de reunião sobre a entidade de acolhimento institucional mantida pelos três Municípios.

A Promotora de Justiça Vanessa Pinto Maia de Medeiros apresentou as principais dificuldades identificadas pelo MPPR no serviço, que atualmente está com a capacidade de acolhimento ultrapassada e enfrenta problemas estruturais, além de fragilidades nas equipes técnica e de cuidadores.

Entre as possibilidades discutidas está a atuação consorciada para a manutenção e a estruturação do serviço de acolhimento, em substituição ao atual sistema de convênio. O modelo de família acolhedora também foi apresentado como alternativa.

Os Municípios concordaram em realizar uma nova reunião para definir a estruturação do consórcio e discutir a capacitação da equipe técnica e das cuidadoras da Casa Lar, com a participação das equipes de proteção social especial. Também será analisada a forma de contratação dos profissionais, considerando as possibilidades de teste seletivo, CLT, PSS ou concurso público.

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Participaram da reunião o Prefeito de São Jorge D’Oeste, Odinei Rebonatto; o Procurador-Geral do Município de Sulina, Antonio Pazin; o Procurador-Geral de São Jorge D’Oeste, Jean de Souza Silva; o Prefeito de São João, Joni Zanella Ferreira; a Secretária de Assistência Social de São João, Andrieli Borsati; o Procurador-Geral de São João, Orides Negrello Neto; o Prefeito de Sulina, Gilberto João Rossi; e a Assessora da Secretaria do Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça do MPPR Jihanne Kuhnen Kchachan.

Ampére  A reorganização do serviço de assistência social de Ampére foi tema da última reunião do dia. O Promotor de Justiça Murilo Euller Catuzo apresentou os principais desafios e necessidades identificadas no município. 

A partir desse diagnóstico, o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça (Caop) de Assistência Social do MPPR desenvolveu um plano de ação com prazos e metas para a estruturação da política municipal de assistência social. O acordo será formalizado por meio de Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que será encaminhado ao Poder Executivo.

Participaram da reunião o Coordenador de Assuntos Institucionais, Ronaldo de Paula Mion; o Prefeito de Ampére, Douglas Diems Morockoski Potrich; o Assessor Jurídico Hyuri Bedin e a Assistente Social do Centro de Apoio Técnico à Execução (Caex) de Francisco Beltrão Denize da Silveira.

Fonte: Ministério Público PR

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