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Passagem inferior na BR-287/RS é inaugurada em Santa Maria (RS)

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A população de Santa Maria (RS) passa a contar com um novo acesso viário que liga as ruas Orlando Fração e São Carlos, na BR-287/RS. Com investimento de R$ 7,2 milhões, a passagem inferior foi entregue pelo Ministério dos Transportes nesta quinta-feira (2) e cria uma rota alternativa ao centro da cidade, melhorando a circulação e distribuindo o tráfego urbano.

Executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a obra integra um conjunto de outros 25 serviços, já concluídos, como viadutos, pontes e passarelas, classificados como Obras de Arte Especiais (OAEs). As melhorias modernizam a infraestrutura das rodovias federais que cortam o município ampliam a mobilidade urbana das mais de 270 mil pessoas que habitam a cidade, conforme o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Mais entrega chegando

Até o segundo semestre de 2026, o DNIT projeta concluir a passagem inferior da Vasco da Cunha e a trincheira da interseção entre as BR-158/RS e BR-392/RS.

Duplicação e restauração

A duplicação e a restauração do perímetro urbano de Santa Maria, em trechos das rodovias BR-158/RS e BR-287/RS, estão em fase final. O segmento entre o trevo do Castelinho e a ponte sobre o Arroio Taquara recebeu investimento de cerca de R$450 milhões e integra o maior empreendimento conduzido pelo DNIT na região central do Rio Grande do Sul.

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As intervenções são essenciais para tornar a infraestrutura rodoviária mais eficiente frente ao alto fluxo de veículos no estado, devido ao seu posicionamento geográfico.

Com informações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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