Paraná
Operação preventiva integra forças de segurança no Litoral do Estado
Forças policiais da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (SESP) iniciam no final da tarde desta quinta-feira (21) a Operação Integrada Verão Maior Paraná Seguro II. As abordagens ocorrerão de forma simultânea nos postos do Batalhão de Polícia Rodoviária de Coroados, Alexandra, Pontal do Paraná e Estrada da Graciosa.
O objetivo é atuar de forma preventiva com abordagens policiais, fiscalizações de veículos e pessoas, já nos dias que antecedem o grande movimento no Litoral. Mais de 70 policiais civis, militares e penais, além de equipes táticas, cães e helicópteros, vão atuar de forma integrada no reforço da segurança dos moradores e veranistas. O intuito é combater o tráfico de drogas e outros ilícitos correlatos, além da abordagem de ônibus de viagem para fiscalização.
- Além do Litoral, Verão Maior Paraná vai agitar as praias de água doce do Noroeste
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Verão Maior Paraná terá edição histórica com grandes shows, esporte e sustentabilidade
“A Operação Integrada Verão Maior Paraná Seguro reflete o compromisso em proporcionar um ambiente seguro e agradável para as famílias que vêm até o Litoral do Estado. Estamos adotando muitas estratégias neste ano, assim como a implementação de operações preventivas, buscando construir um verão seguro”, explicou o secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.
A Polícia Militar disponibilizou 500 militares para atuarem nos municípios litorâneos e na Costa Noroeste durante toda a temporada. A Polícia Civil também reforçou o quadro com 230 servidores, equipados com novos armamentos. Os profissionais contarão com o reforço aéreo dos helicópteros do Grupamento de Operações Aéreas (GOA).
A Polícia Penal terá 100 agentes específicos para este verão. Neste ano, também utilizará uma van, a primeira unidade móvel de monitoração eletrônica do país, que prestará atendimentos fiscalizatórios e assistenciais a pessoas privadas de liberdade em regime de monitoração eletrônica. O foco serão monitorados de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral do Estado.
VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.
Fonte: Governo PR
Paraná
Tribunal do Júri de Maringá condena a 23 anos e 6 meses de prisão pai denunciado pelo Ministério Público do Paraná por morte da própria filha em Rolândia em 2019
O Tribunal do Júri de Maringá condenou a 23 anos e 6 meses de prisão em regime inicial fechado um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pela morte da própria filha, de 11 anos de idade, em crime praticado em 2019 em Rolândia, no Norte Central do estado. Ele foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. Durante a sessão de julgamento, que teve início na última quarta-feira, 16 de setembro, o acusado confessou a autoria do crime.
O crime – De acordo com as apurações, o pai matou a filha no dia 24 de abril de 2019 por asfixia mecânica (esganadura) e enterrou o corpo da criança na garagem de uma casa pertencente à família. Após a prática criminosa, pai e avó da vítima agiram em conjunto na tentativa de esconder o crime e dificultar as investigações sobre os fatos. Eles procuraram a autoridade policial para relatar o suposto desaparecimento da criança, forneceram informações inverídicas e conflituosas aos investigadores e mantiveram desligadas e formataram as câmeras de segurança que havia no local e que poderiam auxiliar na elucidação dos fatos.
Ao final de dois dias de julgamento, o Conselho de Sentença acolheu as teses sustentadas em denúncia pelo MPPR e reconheceu as qualificadoras do crime de homicídio: o uso de meio cruel (asfixia), o recurso que dificultou a defesa da vítima e o feminicídio (na época, o feminicídio ainda não era tipificado como um crime autônomo).
O MPPR havia inicialmente denunciado a avó paterna pelos mesmos crimes, mas, na sessão de julgamento, pleiteou a absolvição da ré, pois as provas demonstraram que ela acabou sendo envolvida nos fatos por responsabilidade do acusado. Os jurados acataram o pedido, e ela foi absolvida.
Atuaram no Júri, pelo Ministério Público do Paraná, a Promotoria de Justiça de Maringá e integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (Gajuri).
Desaforamento – A sessão do júri foi realizada em Maringá após uma decisão de desaforamento do caso. O desaforamento ocorre, quando necessário, para garantir que o julgamento seja imparcial e seguro, aplicando-se essa medida quando a comoção local impede a formação de um júri neutro, quando há riscos à segurança do réu ou à ordem pública ou quando há excesso de demora no fórum original.
Processo 0003684-89.2019.8.16.0148
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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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