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Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas disponibiliza página dedicada à Amazônia Legal durante a COP 30

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Belém, 17/11/2025 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), disponibilizou no Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid) uma nova página totalmente dedicada à Amazônia Legal. O lançamento, que acorreu nesta segunda-feira (17), na COP30, integra as ações da Senad no evento.

Já disponível para consulta, o novo espaço reúne dados, análises e estudos que ajudam a compreender o contexto das atividades ilícitas na região e seus impactos sociais, ambientais e econômicos. O conteúdo traz dados estratégicos que tratam da presença e da atuação de organizações criminosas na Amazônia, assim como suas rotas e conexões. Além disso, apresenta ações de enfrentamento e iniciativas de desenvolvimento alternativo sustentável.

A Amazônia Legal tem a maior fronteira terrestre do Brasil. A extensão abrange nove estados, mais de 5 milhões de km², 29,8 milhões de habitantes e 180 etnias indígenas.

Dados, painéis e evidências para orientar políticas públicas

O ambiente traz painéis de dados interativos que permitem visualizar informações sobre apreensões de drogas, rotas de escoamento, crimes ambientais e bens confiscados de organizações criminosas. As informações são reunidas de forma dinâmica, o que facilita o acesso de pesquisadores, gestores públicos e cidadãos interessados em compreender a complexidade da região.

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A página apresenta também as respostas da política sobre drogas do Governo Federal e de seus parceiros, como estratégias e políticas de descapitalização do crime organizado e de desenvolvimento alternativo voltadas a povos indígenas. Essas ações envolvem as dimensões de clima e meio ambiente, segurança pública e fortalecimento socioeconômico local.

Os dados estão estruturados em cinco eixos principais: Ecossistema do Crime, Apreensões de Drogas, Descapitalização, Ações Estratégicas e Publicações. Na seção Ecossistema do Crime, por exemplo, há um mapeamento que mostra a interconexão de atividades como tráfico de drogas, garimpo, desmatamento ilegal e grilagem, com um panorama amplo das estratégias usadas pelas organizações criminosas e de seus impactos no território.

Desenvolvimento alternativo e sustentabilidade

Além dos dados relativos à criminalidade, a página destaca iniciativas que promovem desenvolvimento alternativo na região. As ações envolvem o fortalecimento de economias sustentáveis, apoio às comunidades tradicionais, proteção ambiental e integração entre segurança pública e políticas de conservação.

O espaço reúne mais de 30 publicações — como estudos, artigos e relatórios, nacionais e internacionais — produzidas pela Senad e por parceiros institucionais, com foco em violência, tráfico de drogas, crimes ambientais, estratégias de segurança pública e de desenvolvimento alternativo na região amazônica.

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Transparência e integração de informações

Com a nova página, o Obid amplia seu papel como ferramenta de transparência pública e de disseminação de informações qualificadas no que se refere às drogas e à criminalidade no Brasil. A iniciativa reforça o compromisso do MJSP em formular políticas baseadas em evidências e em fortalecer a cooperação entre órgãos públicos, universidades e a sociedade civil.

Acesse aqui a página da Amazônia Legal.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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