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MJSP define entidades que farão parte do Comitê de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

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Brasília, 05/11/2025 – Com a homologação do resultado final da seleção pública, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) define as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que passarão a integrar o Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Conatrap). A etapa conclui o processo conduzido pela Secretaria Nacional de Justiça (Senajus) desde julho e reafirma o compromisso do MJSP com a transparência e a participação social nas ações de enfrentamento ao tráfico de pessoas. As oito mais votadas representarão a sociedade civil no colegiado.

Participaram do processo de escolha as dez organizações que foram habilitadas. A votação ocorreu no período de 29 de setembro a 1º de outubro, exclusivamente por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do MJSP. A eleição foi conduzida sob supervisão da Comissão Eleitoral do Conatrap e teve como base três critérios principais: votação das organizações habilitadas, representatividade regional e atuação comprovada no enfrentamento ao tráfico de pessoas e ao contrabando de migrantes. Além disso, o processo assegurou ampla participação e transparência, com todas as entidades habilitadas exercendo o direito de voto.

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O Conatrap é um órgão colegiado vinculado à Senajus que tem como finalidade propor diretrizes, articular ações e acompanhar políticas públicas voltadas à prevenção e ao combate ao tráfico de pessoas e ao contrabando de migrantes no Brasil.

Confira o resultado final da seleção pública de OSCs que irão compor o Conatrap:

1. Associação Brasileira de Defesa da Mulher da Infância e da Juventude (Asbrad);
2. Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro;
3. Projeto Resgate;
4. Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra);
5. Centro de Apoio e Pastoral do Migrante (Cami);
6. Círculos de Hospitalidade;
7. Cáritas Foz do Iguaçu;
8. Instituto Social Ágatha em Defesa da Mulher.

Lista das organizações integrantes do cadastro de reserva, em ordem de classificação:

9. Fundação Pan-Americana para o Desenvolvimento (PADF);
10. Aliança Nacional LGBTI+.

As entidades eleitas comprovaram, no mínimo, três anos com CNPJ válido e representante legal residente no Brasil. Além disso, certificaram atuação efetiva no enfrentamento ao tráfico de pessoas e/ou ao contrabando de migrantes.

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Acesse aqui o edital.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MJSP promove integração inédita entre fundos públicos federais de segurança, saúde, educação e assistência social

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Brasília, 29/5/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), realizou nesta sexta-feira (29) o I Encontro Nacional de Fundos Públicos. O evento reuniu gestores e profissionais dos ministérios responsáveis pela operação de fundos públicos nas áreas de segurança pública, saúde, educação, assistência social e sistema penitenciário.

A iniciativa teve como objetivo promover a integração entre as pastas que trabalham com a modalidade “fundo a fundo” no envio de recursos federais aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, além de incentivar a troca de experiências e discutir estratégias para aprimorar os processos de gestão e execução dos recursos públicos.

Durante a abertura, a diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli, destacou o caráter inédito da iniciativa, a responsabilidade envolvida na gestão dos fundos públicos e a importância das atividades operacionais para a efetividade das políticas públicas.

“Temos o costume de pensar apenas na finalidade da atividade, que é a entrega do serviço ou do bem público. Mas, sem orçamento, sem a atividade-meio e sem a estrutura operacional, não há qualquer política pública. O nível de responsabilidade para lidar com recursos que impactam diretamente áreas como segurança pública, saúde, educação e política prisional é enorme”, afirmou.

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Segundo Camila Pintarelli, o evento surgiu da necessidade de fortalecer a aproximação entre os órgãos e contribuir para a redução da burocracia nos processos administrativos. A partir do encontro, será assinado um protocolo de intenções entre os fundos participantes, para estabelecer fóruns permanentes de discussão entre as instituições.

O diretor do Fundo Nacional de Saúde, Dárcio Guedes Júnior, ressaltou que o encontro representa uma oportunidade de compreender melhor os impactos do trabalho desenvolvido pelos gestores públicos.

“O objetivo é único: garantir que as políticas públicas federais cheguem ao cidadão. Identificamos muitas semelhanças e diferenças que podem contribuir para aperfeiçoar os processos que realizamos hoje”, disse.

Entre os principais desafios debatidos estiveram as limitações orçamentárias, a diversidade das demandas estaduais e os processos de prestação de contas. Os temas foram abordados pelo coordenador-geral de Gestão de Instrumentos de Repasse do Fundo Penitenciário Nacional, Thiago Hikari Utida.

De acordo com ele, a iniciativa permitirá identificar soluções inovadoras para aprimorar os mecanismos de transferência de recursos públicos, com foco na melhoria dos serviços prestados à população.

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Com orçamento de execuções que ultrapassa R$ 100 bilhões anuais, o coordenador-geral de Operacionalização e Salário-Educação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Antonio Correa Neto, ressaltou que a modernização dos processos de uso dos recursos públicos é fundamental nesses encontros.

Também participaram da abertura o coordenador-geral de Prestação de Contas do Fundo Nacional de Assistência Social, Fábio Santos de Gusmão Lobo, e a coordenadora-geral de Transferência Fundo a Fundo do FNSP, Michelle Silveira. Ambos destacaram a importância da atuação do MJSP para promover aproximação institucional e inovação na operacionalização dos fundos nacionais brasileiros.

Programação

Ao longo do dia, o I Encontro Nacional de Fundos Públicos promoveu debates sobre o modelo de repasses fundo a fundo, os desafios das transferências de recursos, boas práticas de gestão, monitoramento, prestação de contas e governança.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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