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Ministro dos Transportes defende integração entre governos para fortalecer logística do país

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O ministro dos Transportes, George Santoro, destacou durante o Congresso Consad de Gestão Pública, nesta quarta-feira (20), em Fortaleza (CE), que a união entre instituições públicas, privadas, sociedade civil, bancos multilaterais e demais entidades gera maior eficiência na destinação do orçamento para projetos essenciais ao funcionamento da logística nacional.

“Projetos conjuntos, de forma colaborativa, fazem com que haja economia dos recursos públicos e deem mais eficácia ao uso do orçamento. O Ceará está totalmente integrado a essa política. Nossa estrutura tem sido desenvolver projetos em conjunto com o estado, em plena harmonia, para termos corredores logísticos funcionais”, afirmou George Santoro.

Durante o evento, o chefe da pasta destacou que o Plano Nacional de Logística (PNL) 2050 será lançado em breve e, pela primeira vez, contará com a participação das 27 unidades da Federação na estruturação da matriz de transportes do país.

“Infraestrutura e logística unem territórios, povos e culturas. Mas, para que possamos cumprir nossas missões institucionais, precisamos construir pontes e viadutos. E, para fazer isso, é fundamental uma governança colaborativa. De maneira inédita no Brasil, todos os estados entraram no planejamento logístico do país, que vamos divulgar em breve”, disse George Santoro.

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O ministro também anunciou que houve um acordo entre órgãos das esferas federais e estaduais para autorizar o compartilhamento, em nível nacional, das informações dos conhecimentos eletrônicos de transporte.

Corredores logísticos

O Ministério dos Transportes estrutura projetos voltados ao Matopiba, região formada por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, com foco em ampliar a capacidade logística para o escoamento da produção agrícola.

O ministro também divulgou a maior carteira de concessões rodoviárias e ferroviárias da história do país, com 23 leilões de estradas já realizados. Entre os próximos projetos da carteira está o certame do trecho entre Feira de Santana (BA) e Salgueiro (PE), chamado de Rota dos Sertões, previsto para 28 de maio. 

“A tendência é fechar o segundo semestre com vários leilões ferroviários, recuperando a infraestrutura local, conectando cidades e colocando no mercado empreendimentos abandonados no Nordeste. Hoje, a região possui uma rede de quase 12 mil quilômetros, mas menos de mil quilômetros estão em operação. Isso vai mudar”, complementou Santoro.

Transnordestina

Ainda no estado, o ministro acompanhou o avanço das obras da Transnordestina no Ceará, com visitas em Itapiúna, Senador Pompeu e Acopiara.

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“São 700 quilômetros da Transnordestina já em andamento e em operação. Conseguimos a licença para o próximo trecho e, neste momento, todos os segmentos da ferrovia estão em obras. É a maior obra ferroviária do país, com 10 mil trabalhadores envolvidos e quase R$ 10 bilhões em investimentos em infraestrutura no Nordeste. Trata-se de um empreendimento emblemático, aguardado há muito tempo e financiado com recursos dos fundos de desenvolvimento da região”, finalizou George Santoro.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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