Brasil
Ministério do Turismo realiza primeira reunião com Estados para promover Salão do Turismo
O Ministério do Turismo realizou, nesta sexta-feira (20/03), uma reunião com representantes das Secretarias Estaduais de Turismo para dar uma boa notícia: a chegada da 10ª edição do Salão do Turismo. O evento, considerado a principal vitrine do turismo brasileiro, acontecerá entre os dias 7 e 9 de maio, em Fortaleza.
O encontro virtual reuniu representantes de Roraima, Tocantins, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Paraná, São Paulo, Bahia e Amazonas. Na ocasião, foram alinhados detalhes da organização do evento, que promete reunir toda a cadeia produtiva do turismo brasileiro em um ambiente estratégico de promoção, articulação e geração de negócios.
“O Salão do Turismo é a grande vitrine do nosso país e chega à sua 10ª edição ainda mais estruturado para conectar destinos, atrair visitantes e impulsionar negócios. Estamos fortalecendo o turismo como um dos principais motores de desenvolvimento econômico e geração de emprego no Brasil”, destacou o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Durante a reunião, o secretário nacional de Políticas de Turismo, Augusto Rocha, também apresentou os principais destaques da programação, reforçando o papel do Salão como espaço de integração entre destinos, troca de experiências e fortalecimento do turismo interno.
Entre as novidades, a 10ª edição contará com uma área de aproximadamente 19 mil m² no Centro de Eventos do Ceará, com estandes de cerca de 37 m² destinados a cada estado, além de espaços para apresentações culturais e ações interativas abertas ao público.
Além da parceria com a o Governo do Estado do Ceará e da Prefeitura de Fortaleza, o evento terá a parceria do Sebrae com apoio aos artesãos que poderão comercializar suas peças.
A 10ª edição do evento será dividida em oito setores temáticos, ampliando a experiência dos participantes e fortalecendo a integração do setor. Entre os destaques estão espaços voltados ao Fungetur, à rodada de negócios, à inclusão e diversidade, além de uma área exclusiva para a reunião anual do Conselho Nacional de Turismo. A programação contará ainda com o Núcleo do Conhecimento, com palestras e debates com importantes lideranças, e com o encontro das Instâncias de Governança Regionais (IGRs).
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Regionalização do SUS é destaque no encerramento do Congresso do Conasems
A construção de redes regionalizadas de atenção à saúde e o fortalecimento da governança interfederativa estiveram no centro do encerramento do 39º Congresso Nacional do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), realizado nesta quarta-feira (15), em Porto Alegre (RS). O debate reforçou a necessidade de ampliar a cooperação entre União, estados e municípios para qualificar o atendimento à população e consolidar o Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos desafios atuais e futuros da saúde pública.
Representando o Ministério da Saúde na mesa técnica “Regionalização: os modos de regionalizar e as responsabilidades interfederativas para a efetivação do cuidado em Rede no SUS”, o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda, explicou que a regionalização deve ser compreendida como uma estratégia para alcançar os objetivos do SUS e orientar a organização das redes de atenção. Segundo ele, a governança regional precisa estar articulada ao modelo assistencial e às necessidades concretas da população, permitindo que o sistema responda com mais eficiência às transformações demográficas, epidemiológicas e tecnológicas.
“A regionalização não pode ser entendida como um fim. Ela tem que ser um meio, ancorada aos objetivos estratégicos que o estado brasileiro estabeleceu. A estrutura de governança do sistema precisa estar conectada ao modelo assistencial e à organização das ações de saúde pública”, concluiu.
O processo de regionalização passa pela cooperação entre os três níveis de governo. Os municípios consolidaram seu protagonismo na organização da atenção à saúde nos territórios, enquanto os estados têm papel estratégico na coordenação regional das redes assistenciais. Ao governo federal, cabe ampliar sua presença nos territórios, oferecendo apoio técnico, promovendo a articulação entre os gestores e contribuindo para a superação de desafios estruturais que ultrapassam os limites de atuação de cada ente federativo.
Como parte dessa estratégia, o Ministério da Saúde atua nos territórios, combinando financiamento, apoio técnico e ações estruturantes voltadas ao fortalecimento das redes de atenção. Como exemplos, estão programas como o Mais Médicos e o Agora Tem Especialistas, que incorporam apoio direto aos territórios para enfrentar desafios relacionados à disponibilidade de profissionais de saúde e à ampliação do acesso à atenção especializada.
Também foram apresentadas propostas técnicas de fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, transformação digital, integração das informações em saúde e de incorporação da inovação tecnológica, que devem estar articuladas ao planejamento regional integrado. A avaliação é de que esses elementos são fundamentais para qualificar a coordenação do cuidado, reduzir desigualdades entre os territórios e fortalecer a capacidade de resposta do SUS diante das mudanças demográficas, epidemiológicas e climáticas.
Além do ministro Adriano Massuda, a mesa de encerramento contou com a participação do presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Mohamad Hamida; do representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, Cristian Morales Fuhrimann; e do secretário de Estado da Saúde de Santa Catarina, Diogo Demarchi Silva.
Brasil Saudável
No seminário dedicado ao Programa Brasil Saudável, ainda nesta quarta-feira, especialistas, técnicos e gestores públicos discutiram os avanços, desafios e perspectivas da iniciativa, que busca o enfrentamento das doenças determinadas socialmente por meio de ações integradas entre saúde e proteção social. O debate abordou estratégias voltadas à redução das iniquidades étnico-raciais, ao fortalecimento da participação social, à atuação intersetorial e à articulação entre União, estados e municípios para o planejamento de ações alinhadas às necessidades de cada território.
Durante a apresentação, a equipe técnica do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde destacaram a importância da participação dos municípios na construção das estratégias. A proposta é que as ações sejam definidas a partir das prioridades identificadas em cada realidade local, favorecendo respostas mais adequadas aos desafios enfrentados pelos territórios.
Thamirys Santos
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
-
Brasil5 dias agoTILÁPIA A PARMEGIANA
-
Paraná6 dias agoMPPR cumpre mandados de busca e apreensão em 5 municípios do Paraná e 1 do Ceará em investigação sobre corrupção e fraude à licitação em hospital de Cascavel
-
Agro4 dias agoPecuária reage a exigências da União Europeia e cobra autonomia sobre uso de medicamentos
-
Paraná5 dias agoMinistério Público do Paraná emite recomendação administrativa com o objetivo de garantir condições adequadas de funcionamento a escola municipal em Ampére
-
Política Nacional5 dias agoInterlegis, do Senado, é premiado por Guia de Boas Práticas no Legislativo
-
Paraná5 dias agoPromotoria de Justiça de Colorado realizará atendimento descentralizado à população do distrito de Alto Alegre no dia 16 de julho, quinta-feira
-
Política Nacional5 dias agoComissão aprova mudança em critério de divisão de ICMS para atividades agropecuárias
-
Agro4 dias agoGreening ameaça produção de 15,6 milhões de toneladas de laranja
