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Lateral projeta retorno ao time do Coritiba após a pausa da Copa América

Publicado em

Bem Paraná

O lateral-direito Felipe Mattioni projeta a possibilidade de voltar a jogar no time do Coritiba após a pausa para a Copa América. O jogador, inclusive, é um dos pouquíssimos que usou os dias de folga – o elenco ganhou recesso até esta quinta-feira (20) – para aprimorar a forma. Contratado com status de estrela, devido às suas passagens por Grêmio e Milan (Itália), ele tem sofrido com lesões.

“Esse tempo será muito importante. Não só para a recuperação na parte física, mas, principalmente, para melhorarmos em campo e evoluirmos taticamente” disse o jogador. “Vamos nos dedicar ao máximo para que isso seja possível”.

Mattioni, 31 anos, veio para o Coritiba depois de ter se destacado pelo Juventude, em 2018.  Mas ele teve uma lesão no pé e só jogou quatro vezes nesta temporada – o time fez 24 partidas neste ano, incluindo Série B, Campeonato Paranaense e Copa do Brasil. O lateral não atua desde 10 de março, quando os coxas-brancas derrotaram o Cianorte por 4 a 0, na abertura da Taça Dirceu Krüger (o segundo turno do Campeonato Estadual).

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O Coritiba chegou a trazer outro lateral para a Série B, Diogo Matheus, mas ele se machucou diante do Paraná Clube, na 7ª rodada da Série B. Sávio, que estava no grupo desde o Estadual, assumiu a posição.

Para Mattioni, o clube tem obrigação de brigar pelo acesso. “O Coritiba, por sua grandeza, não pode pensar diferente. Temos que focar tudo no acesso neste segundo semestre”, disse ele. “Estamos cientes das dificuldades que enfrentaremos, mas estamos preparados. Vejo nosso elenco muito consciente do que deve fazer para conquistar esse objetivo”. Atualmente, o time está em 9º lugar, com 12 pontos, três atrás da Ponte Preta, que fecha a zona de classificação para a Primeira Divisão. O próximo jogo será contra o Criciúma, em julho.

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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