Brasil
Lançamento do Panorama da Pesca Amadora e Esportiva no Brasil
O Ministério da Pesca e Aquicultura fará o lançamento do Panorama da Pesca Amadora e Esportiva no Brasil. O evento acontecerá na sede do MPA em Brasília, nesta quinta-feira (26/03). A cerimônia contará com a presença do ministro André de Paula, de outras autoridades e de representantes do setor.
O documento reúne dados, registros e informações sobre o setor no país. O objetivo é sistematizar e organizar informações sobre a pesca amadora e esportiva no Brasil, oferecendo uma visão abrangente do setor, seus desafios, potencialidades e oportunidades de desenvolvimento sustentável.
Serviço
Entrega do Panorama da Pesca Amadora e Esportiva no Brasil
Local: Hall de entrada da sede do MPA – Edifício Soheste, Quadra 2. SIG. Brasília (DF).
Data: 26/03
Horário: 10h
Contato
[email protected]
(61) 3276-5193 / (61) 8141-7229
Erika Meneses – Coordenadora da Assessoria de Comunicação do MPA
www.gov.br/mpa
@minpescaeaquicultura
Brasil
Encontro reúne setor público e privado para discutir inclusão de refugiados afegãos no mercado de trabalho
A reunião fez parte das ações firmadas entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a organização Islamic Relief USA (IRUSA), em apoio ao Programa de Patrocínio Comunitário para Nacionais Afegãos, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O encontro reuniu empresários interessados em diversidade e inclusão, representantes de organizações da sociedade civil (OSCs) credenciadas pelo governo para o acolhimento da população afegã, lideranças afegãs, além de instituições humanitárias que atuam com a proteção de migrantes e refugiados no Brasil, como a Caritas Arquidiocesana de São Paulo (Casp).
O objetivo foi fortalecer a inclusão laboral e o engajamento do setor privado com a população afegã no Brasil, com a apresentação de perfis profissionais e o compartilhamento de boas práticas de empresas que já contratam refugiados, como é o caso daquelas vinculadas à Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (Fambras), além de ampliar o mapeamento de parceiros no setor privado. Estratégias, como o Fórum Empresas com Refugiados , articulado pelo ACNUR, contribuem com a inclusão laboral dessa população.
“O trabalho conjunto com o setor privado é muito importante para que possamos, de fato, promover condições adequadas para que afegãos consigam viver no Brasil de maneira independente”, pontuou a coordenadora-geral do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) do MJSP, Amarilis Busch Tavares.
Apoio e acolhimento
A maioria dos afegãos chega ao Brasil por meio do visto humanitário e, na hora de buscar recolocação profissional, enfrenta entraves, como a dificuldade de sensibilizar empresas, a falta de informação sobre o mercado de trabalho e o aprendizado da língua portuguesa. Atualmente, cerca de 7,6 mil afegãos que necessitam de proteção internacional são acolhidos e, desde 2020, o País reconhece a gravidade da violação de direitos humanos no Afeganistão.
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