Paraná
MPPR empossa dois Procuradores de Justiça nesta sexta-feira (19)
O Ministério Público do Paraná realiza nesta sexta-feira, 19 de junho, a solenidade de posse no cargo de Procurador de Justiça de Simone Maria Tavarnaro Pereira e Roberto Ouriques.
A cerimônia ocorrerá às 17 horas, no oitavo andar do Bloco II da sede do MPPR, em Curitiba (Rua Marechal Hermes, 820). O evento será transmitido ao vivo pelo YouTube.
Trajetórias
Simone Maria Tavarnaro Pereira ingressou no Ministério Público do Paraná em 1999, iniciando sua trajetória como Promotora de Justiça substituta na então 47ª Seção Judiciária, com sede em Colombo. Atuou na Promotoria de Justiça de Ipiranga entre 1999 e 2002 e, posteriormente, exerceu funções nas comarcas de Assis Chateaubriand, Guarapuava e Paranaguá, com atribuições predominantes nas áreas da Infância e Juventude e Família, além de atuação criminal e perante o Tribunal do Júri. Em 2004, foi promovida para Cascavel, onde atuou junto ao Tribunal do Júri e ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
A partir de 2005, passou a exercer também funções estratégicas na administração institucional, com designações para o Centro de Apoio Operacional e para a Promotoria de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público de Curitiba. Atuou ainda nos foros regionais de Colombo e Pinhais e, em 2008, tornou-se Promotora de Justiça substituta da 1ª Seção Judiciária de Curitiba. No mesmo ano, foi designada para o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção à Saúde Pública, área na qual voltou a atuar posteriormente. Entre 2011 e 2024, desempenhou funções de assessoramento junto à Corregedoria-Geral e também coordenou o Núcleo de Apoio Técnico do Caex e integrou a Coordenadoria de Recursos Criminais.
Em 2024, exerceu a função de Promotora-Corregedora adjunta e, desde abril do mesmo ano, atua como assessora do Gabinete do Procurador-Geral de Justiça. Desde setembro de 2025, acumula ainda atribuições no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção à Saúde Pública. Também integrou bancas de concursos para ingresso na carreira do Ministério Público.
Roberto Ouriques ingressou no Ministério Público do Paraná em abril de 1991, após aprovação no segundo concurso realizado em 1990. Iniciou sua carreira como Promotor de Justiça substituto nas comarcas de União da Vitória e Castro, assumindo, ainda em 1991, a titularidade da comarca de Curiúva, onde permaneceu até 1993. Em seguida, atuou na comarca de Ipiranga (1993 a 1995) e retornou a Castro (1995 a 1998), com atribuições perante a Vara Criminal e da Infância e da Juventude.
Em 1998, foi promovido para a comarca de Cascavel, exercendo funções na 2ª Vara Criminal e na Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público até o ano 2000. Na sequência, passou a atuar em Ponta Grossa, onde permaneceu por mais de 25 anos, com atribuições nas Promotorias de Defesa do Patrimônio Público e do Meio Ambiente, além de atuação perante a 2ª Vara Criminal, a Vara de Execuções Penais e as Varas Cíveis. Nos últimos 13 anos de sua trajetória na comarca, entre abril de 2013 e junho de 2026, exerceu atribuições perante a 1ª Vara de Família e Registros Públicos, com incumbência também para a propositura de ações de investigação de paternidade. Em 10 de junho de 2026, foi promovido ao cargo de Procurador de Justiça, conforme o Ato 374/2026.
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu
O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.
Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin
De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.
Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.
Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.
Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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