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Educação

Fórum de Reitores termina com assinatura da Carta de Brasília

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1° Fórum de Reitores Brasil-África terminou na quarta-feira, 27 de maio, com a leitura e aprovação, por aclamação, da Carta de Brasília. No documento, representantes de universidades e instituições governamentais brasileiras e africanas firmaram um compromisso com o desenvolvimento da educação superior e o fortalecimento da cooperação entre as partes. A Carta de Brasília foi elaborada a partir das contribuições das universidades presentes no evento e expressa a disposição das instituições participantes do Fórum de construir um futuro compartilhado e elenca as prioridades para os próximos anos na etapa de ensino. 

O documento busca o aprofundamento das relações baseadas na solidariedade, reciprocidade, horizontalidade, produção compartilhada de conhecimento e construção de um futuro comum entre o Brasil e os países africanos. Para isso, dentre os pontos estratégicos estão: ampliação da mobilidade acadêmica; colaboração na formação de professores; promoção do mecanismo de ciência aberta para veiculação da produção científica; fomento da educação orientado por inclusão social, igualdade, direito à educação, transformação cidadã; e formação de grupos de pesquisa para áreas prioritárias. 

Além disso, a Carta manifesta o interesse de tornar o Fórum de Reitores Brasil-África uma instância de diálogo permanente entre o Brasil e os países africanos para a cooperação acadêmica, bem como a realização de um novo encontro até 2028. Por fim, o material também estabelece o desejo em incentivar a diversidade linguística, facilitar os processos para a circulação de estudantes e instituir o diálogo com organismos nacionais e multilaterais de desenvolvimento e agências de fomento para expandir e diversificar as fontes de financiamento para a cooperação acadêmica Brasil-África. 

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Reuniões bilaterais – Ao longo de toda a programação, o Fórum contou com a realização de reuniões bilaterais, sob o intuito de estruturar acordos de cooperação, mobilidade estudantil, intercâmbio científico e pesquisas conjuntas em áreas estratégicas, como agricultura, energias renováveis, mineração, inteligência artificial e ciências humanas. No total, mais de 150 parcerias foram firmadas entre instituições brasileiras e africanas. 

Seminário Universidades em Foco – Durante o evento, foi realizado o Seminário “Universidades em Foco”, no qual os reitores puderam apresentar aos demais as iniciativas em andamento em suas instituições. Os 38 encontros debateram temas estratégicos para a educação superior das duas regiões, como o meio ambiente, o desenvolvimento territorial, a cooperação em parcerias acadêmicas e o papel das universidades no cotidiano das comunidades em que estão inseridas. 

Fórum – O 1° Fórum de Reitores Brasil-África foi Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), com o apoio do Instituto Guimarães Rosa (IGR) do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O encontro ocorreu entre os dias 25 e 27 de maio, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF), como uma forma de nutrir as relações entre as duas regiões e contribuir para o fortalecimento da educação superior. 

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O evento reuniu representantes de 244 instituições diferentes, entre universidades, entidades de pesquisa, associações acadêmicas, organismos multilaterais, agências de fomento e instituições governamentais brasileiras e africanas, que afirmaram o compromisso com o fortalecimento da cooperação educacional, cultural, acadêmica, científica, tecnológica, institucional e de inovação entre o Brasil e os países africanos. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacional (AI) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Enem 2026: campanha do MEC reforça que exame pode transformar vidas

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O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançaram uma campanha nacional sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. A divulgação traz aos estudantes as principais informações sobre o exame, que está com inscrições abertas até 5 de junho. As peças tratam de temas que vão desde o processo de inscrição até a utilização da nota em seleções. 

A ação de comunicação reforça o papel do Enem como principal forma de acesso à educação superior e, em consequência, como ferramenta de transformação de vidas. O exame possibilita a milhões de jovens brasileiros o ingresso em universidades públicas, principalmente por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), além da participação no Programa Universidade para Todos (Prouni) e no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).  

Novidades – A edição de 2026 traz mudanças importantes voltadas à ampliação do acesso e da participação dos estudantes no Enem. Entre elas está a inscrição automática para concluintes da rede pública. Nesse caso, o estudante precisará apenas confirmar sua participação no sistema, escolher a língua estrangeira e indicar, se necessário, recursos de acessibilidade. 

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Outra novidade é a ampliação dos locais de aplicação das provas. O Inep estima aumentar para cerca de 10 mil o número de escolas que receberão o exame em todo o país. A expectativa é que aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública realizem as provas na própria escola em que estudam, medida que busca facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos. Para os estudantes que precisarem realizar a prova em outro município, o MEC estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre cidades. 

Para garantir ampla divulgação dessas mudanças, a campanha orienta os participantes sobre a confirmação dos dados pré-preenchidos e a complementação das informações opcionais. 

Bastidores – Como parte da campanha, o Inep também apresentará à sociedade os bastidores técnicos e operacionais do exame, destacando aspectos relacionados à segurança, transparência e logística da aplicação. A proposta é ampliar a compreensão pública sobre a dimensão do Enem e fortalecer a confiança dos estudantes no processo. 

A campanha dialoga com as novas formas de consumo de informação pela juventude brasileira e busca garantir que conteúdos oficiais sobre o exame cheguem aos estudantes de maneira acessível, clara e alinhada aos formatos digitais mais utilizados atualmente. 

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Enem – Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Exame Nacional do Ensino Médio tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sisu, do Prouni e do Fies. 

Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem ainda podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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