Agro
Cerrado Mineiro lança nova marca global na World of Coffee Brussels 2026 e reforça liderança no mercado de cafés especiais
A Região do Cerrado Mineiro dará mais um passo estratégico em sua consolidação no mercado internacional de cafés especiais durante a participação na World of Coffee Brussels 2026, considerada uma das principais feiras globais do setor cafeeiro. O evento será realizado entre os dias 25 e 27 de junho, na Bélgica, reunindo produtores, exportadores, torrefadores, compradores e especialistas de diversos países.
Durante a feira, a Região do Cerrado Mineiro fará o lançamento internacional de sua nova estratégia de comunicação de marca, reforçando o posicionamento da origem brasileira no mercado global de cafés de origem controlada.
A comitiva será formada por lideranças do setor, cooperativas, cafeicultores, exportadores e parceiros institucionais da região. A participação marca uma nova fase do processo de internacionalização da marca, com foco em rastreabilidade, identidade territorial, sustentabilidade, liderança regenerativa e agregação de valor ao café produzido no Cerrado Mineiro.
Nova estratégia fortalece posicionamento global do café brasileiro
Com estande próprio na feira internacional, a Região do Cerrado Mineiro pretende promover experiências imersivas, ativações comerciais e ações de relacionamento com compradores e profissionais da cadeia global do café.
Segundo Gláucio de Castro, presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, a presença na World of Coffee amplia a visibilidade internacional da origem brasileira em mercados estratégicos.
De acordo com o dirigente, o evento é um dos principais pontos de encontro da cafeicultura mundial e representa uma oportunidade importante para consolidar a marca Cerrado Mineiro como referência internacional em cafés especiais de origem controlada.
A estratégia também busca ampliar o reconhecimento da região junto aos consumidores que valorizam transparência, qualidade e sustentabilidade na produção cafeeira.
Cerrado Mineiro é referência em cafés certificados e rastreáveis
Reconhecida como a primeira Denominação de Origem (DO) para café no Brasil, a Região do Cerrado Mineiro abrange 55 municípios mineiros e ocupa posição de destaque no agronegócio brasileiro do café.
Atualmente, a região possui cerca de 250 mil hectares cultivados, sendo aproximadamente 100 mil hectares irrigados. A produção anual gira em torno de 6 milhões de sacas por safra, volume equivalente a 25,4% da produção de café de Minas Gerais e 12,7% da produção nacional.
O território reúne cerca de 4.500 produtores certificados e é reconhecido internacionalmente pelos avanços em governança, sustentabilidade e rastreabilidade da produção.
Feira internacional concentra tendências e negócios da cafeicultura
A World of Coffee Brussels 2026 é considerada uma das mais relevantes plataformas globais de negócios, inovação e tendências da cafeicultura. O evento reúne anualmente empresas, especialistas e compradores dos principais mercados consumidores do mundo.
A participação da Região do Cerrado Mineiro reforça o movimento do café brasileiro em direção à valorização das origens certificadas e ao fortalecimento da presença internacional dos cafés especiais produzidos no país.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Monte Carmelo recebe evento global sobre café regenerativo e sustentabilidade na cafeicultura
Monte Carmelo (MG) será palco, no dia 10 de junho, de um dos principais encontros da cafeicultura brasileira em 2026. A 3ª Jornada: “O Mercado, o Carbono e o Café Regenerativo” vai reunir produtores, pesquisadores, lideranças do setor, instituições internacionais e especialistas em sustentabilidade, inovação e gestão do agronegócio.
O evento coloca em debate o papel da cafeicultura regenerativa como resposta aos desafios climáticos, econômicos e produtivos, com foco na geração de valor, resiliência das lavouras e sustentabilidade ao longo de toda a cadeia produtiva.
Sustentabilidade e competitividade no centro das discussões
A Jornada é promovida pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado de Monte Carmelo (monteCCer), pelo Sebrae Minas, pelo Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) e pelo Conselho Nacional do Café (CNC).
O foco central das discussões será a transição para modelos regenerativos de produção, com ênfase na melhoria da saúde do solo, aumento da resiliência climática, captura de carbono e agregação de valor ao café brasileiro nos mercados nacional e internacional.
Para o presidente da monteCCer, Francisco Sérgio de Assis, o tema já se consolidou como uma exigência do mercado global.
“O café regenerativo já não é uma discussão do futuro distante. Ele redefine produtividade, qualidade e acesso a mercados. Nosso papel é preparar o produtor para esse novo ciclo, conectando ciência, práticas regenerativas e competitividade”, destaca.
Cerrado Mineiro como vitrine da cafeicultura sustentável
O Sebrae Minas reforça que o Cerrado Mineiro tem se consolidado como referência em desenvolvimento sustentável no campo, unindo produção, inovação e gestão eficiente.
Segundo Marcos Geraldo Alves, gerente do Sebrae Minas na regional Alto Paranaíba e Noroeste, o território se destaca como um modelo para o agro brasileiro.
“O que vemos no Cerrado Mineiro é um novo modelo de desenvolvimento, com produção mais eficiente, regeneração e acesso a mercados mais exigentes”, afirma.
A iniciativa também conta com o apoio do programa Educampo, que leva gestão, tecnologia e planejamento estratégico às propriedades rurais da região.
Programação debate mercado, risco, tecnologia e valor da marca
A 3ª Jornada contará com quatro painéis temáticos e uma palestra central, abordando desde os fundamentos da cafeicultura regenerativa até tendências globais do mercado de café.
O Painel I, mediado por Rodolfo Osório de Oliveira (Embrapa Café), discute “O que é cafeicultura regenerativa?”, com participação de especialistas como Yuri Nogueira Feres (Rainforest Alliance Regenerative) e João Raiser (CBH Paranaíba).
Na sequência, o Painel II trata de “Gestão de risco, seguros e finanças verdes”, sob mediação de Pedro Loyola (FGV), com nomes do setor financeiro e cooperativista discutindo estratégias para mitigação de riscos no campo.
Após o almoço, o destaque será a palestra “Gestão do Amanhã: Como a IA pode te ajudar?”, com Sandro Magaldi, que abordará o impacto da inteligência artificial na gestão de negócios rurais.
O Painel III discute a importância da marca no café com o tema “Fazenda de café: sem marca, sem valor. Tem futuro?”, reunindo especialistas em marketing e posicionamento estratégico do agro.
Encerrando a programação, o Painel IV apresenta o panorama global da produção de café, com análise das tendências do setor e perspectivas para o futuro da cafeicultura mundial.
Cerrado Mineiro reforça protagonismo global no café
A realização da 3ª Jornada reforça o protagonismo do Cerrado Mineiro como uma das regiões mais avançadas da cafeicultura mundial, destacando o Brasil como líder na construção de modelos produtivos mais sustentáveis, regenerativos e competitivos no mercado global de café.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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