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Divulgado o relatório final do Plano Decenal de Pesquisa de Recursos Minerais 2026-2035

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O Serviço Geológico do Brasil (SGB), vinculado ao Ministério de Minas e Energia (MME), apresentou nesta quarta-feira (24/09) o relatório final do Plano Decenal de Pesquisa de Recursos Minerais (PlanGeo 2026–2035). Lançado em 2024, o documento define os projetos prioritários da instituição para os próximos dez anos, voltados ao mapeamento e à avaliação de áreas com potencial mineral. O foco está em minerais críticos e estratégicos para a transição energética, a segurança alimentar, a sustentabilidade do setor mineral e a produção de minerais industriais.

“O PlanGeo tem como missão fundamental ampliar o conhecimento sobre as nossas reservas minerais, saber onde estão e quais são. Em um momento em que o mundo atravessa a transição energética e a transformação digital, conhecer o potencial do território é essencial para nossa soberania e projeção internacional. Estamos falando de minerais críticos para garantir nossa segurança alimentar, e minerais estratégicos para fortalecer a energia limpa e viabilizar a indústria do futuro, no Brasil e no mundo. Com o levantamento de recursos minerais, o Brasil cria as condições necessárias para atrair investimentos, estimular a inovação e consolidar uma mineração responsável, que gera resultados concretos para o país”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

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O plano prioriza minerais essenciais ao futuro do Brasil, como terras raras, lítio, cobre, níquel, manganês, grafita, estanho, ouro, fosfato e potássio, e inclui 145 áreas definidas a partir de consulta pública para receber investimentos em pesquisa geológica.

“O PlanGeo é um instrumento fundamental para transformar conhecimento geológico em oportunidades de investimento. Ao identificar áreas estratégicas e detalhar o potencial mineral do país, garantimos previsibilidade aos investidores, fortalecemos políticas públicas e impulsionamos a mineração como vetor de desenvolvimento econômico e sustentável, nos posicionando, cada vez mais, como um dos principais players mundiais do setor”, destacou a secretária Nacional de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ana Paula Bittencourt.

Acesse o relatório final do PlanGeo aqui.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME destaca avanços para ampliar a oferta e a competitividade de gás natural em evento do setor

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta terça-feira (23/6), do evento “Cheio de Gás”, promovido pelo Brazil Journal, em São Paulo. Durante a abertura, o secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Renato Dutra, que representou o ministro Alexandre Silveira, apresentou os avanços das políticas públicas voltadas à ampliação da oferta, ao aumento da concorrência e à redução dos custos do gás natural para a indústria e os consumidores brasileiros, ancoradas sobre o Programa Gás para Empregar, criado em 2023 sob a chancela do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Durante o debate, Dutra destacou que o mercado de gás natural vive uma nova fase no país, impulsionada pelas ações do Governo do Brasil no âmbito do programa Gás para Empregar. Entre os principais avanços, ressaltou a modernização do marco regulatório, o fortalecimento da atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o aumento da oferta de gás da União e a ampliação da concorrência no setor. As discussões do evento abordaram temas como segurança energética, desafios regulatórios, expansão da infraestrutura e o papel do biometano na transição energética.

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Em sua participação, o secretário destacou que o desenvolvimento do mercado de gás é estratégico para aumentar a competitividade da economia brasileira e impulsionar a reindustrialização do país. “Sob a liderança do presidente Lula e do ministro Alexandre Silveira, o mercado de gás deixou de ser uma promessa para se tornar um instrumento concreto de desenvolvimento. Estamos trabalhando para ampliar a oferta, aumentar a concorrência e garantir preços mais competitivos, sempre com segurança jurídica e previsibilidade para os investimentos”, afirmou.

Dutra também ressaltou as iniciativas voltadas à integração energética regional e ao aproveitamento do potencial do biometano, além dos novos projetos de infraestrutura previstos para os próximos anos. Segundo ele, o gás natural tem papel fundamental na segurança energética e na transição para uma economia de baixo carbono, contribuindo para a geração de empregos, a competitividade da indústria e a expansão de novos mercados.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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