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Com liberação de R$ 2,2 milhões, Ponte de Guaratuba segue avançando um mês após licença

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Após a emissão da Licença Ambiental Prévia, no final de abril, a Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL) garante o avanço da Ponte de Guaratuba com três frentes de trabalho na fase atual, de elaboração de projetos.

Para moradores de Guaratuba e usuários da travessia do ferry boat, as atividades já visíveis são as sondagens subaquáticas na baía do município, realizadas por equipamento instalado a bordo do catamarã Parceiro do Mar. A embarcação está em atividade desde o início de maio, tendo realizado oito perfurações no terreno para verificar a natureza hidrológica e geológica do local onde futuramente serão instalados os pilares de sustentação da ponte. O objetivo é avaliar as condições e o tipo de intervenção técnica necessária para sustentar a estrutura.

Também estão sendo elaborados os relatórios de engenharia do Projeto Básico e Projeto Executivo de Engenharia da ponte, contemplando plano de trabalho, soluções da Obra de Arte Especial (ponte), estudos geotécnicos, estudos topográficos, caderno de projetos da OAE, cadernos de projetos da implantação dos canteiros, planos de rigging (uso de equipamentos, como guindastes, gruas, etc) e levantamentos topográficos no local de implantação do canteiro e dos acessos à ponte.

A terceira frente é específica para a elaboração de relatórios ambientais para atender as solicitações dos órgãos competentes, sendo um pré-requisito para obter a Licença Ambiental de Instalação, necessária para a etapa de execução de obra.

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Até o momento já foram investidos R$ 2.258.369,46 em todos os serviços realizados. O cronograma da Ponte de Guaratuba prevê um prazo de seis meses para concluir esta etapa atual, com as obras começando ainda no segundo semestre deste ano.

CANTEIRO – Visando garantir fácil acesso ao local da obra, bem como maior entrosamento com a operação do ferry boat de Guaratuba durante a execução dos serviços, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) realizou as tratativas necessárias para aproveitar parte do espaço administrado pela permissionária (Internacional Marítima) para instalação do canteiro industrial da Ponte de Guaratuba.

No espaço deverá ser instalada a central de concreto, a central de fabricação de formas e armaduras, pátio de vigas pré-moldadas e prédios operacionais, além de permitir o embarque das estruturas da ponte em balsas específicas. O DER/PR, responsável pela fiscalização da obra, acompanhará os trabalhos no local, garantindo que a operação do ferry boat prossiga sem interrupções mesmo com toda a futura movimentação da obra.

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INFRAESTRUTURA – O investimento na Ponte de Guaratuba será de R$ 386,9 milhões, com prazo total estimado para execução de 32 meses, sendo 24 meses para os serviços da obra. Ao todo, entre ponte e vias de acesso, a extensão do projeto chega a 3,07 quilômetros.

A ponte terá comprimento de 1.244 metros, com largura útil mínima de 22,60 metros. Estão previstas quatro faixas de tráfego de 3,6 metros cada (pista dupla em cada sentido), duas faixas de segurança de 60 centímetros cada, barreiras rígidas de concreto New Jersey de 40 centímetros, calçadas com ciclovia em ambos os lados (3 metros de largura), e 10 centímetros de guarda-corpo nas extremidades da ponte.

Na margem sul está prevista uma rótula alongada para ligação do bairro Caieiras, correção de nível da pista de rolamento e adequação de curva, além de implantação de uma alça de acesso à rua Nossa Senhora de Lourdes.

A maquete de como vai ficar a Ponte de Guaratuba está disponível no YouTube neste link.

Fonte: Governo PR

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MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado

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Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.

A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.

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De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.

Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.

Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.

Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.

Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.

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Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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