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Atletas do Geração Olímpica ganham 31 medalhas nos Jogos da Juventude 2023

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O Paraná conquistou 16 medalhas de ouro, 18 de prata e 21 de bronze nos Jogos da Juventude 2023, encerrados neste domingo (17), em Ribeirão Preto. Foram 14 dias de competição em 17 modalidades esportivas. As 55 medalhas arrebatadas pelos paranaenses na edição 2023 dos Jogos da Juventude posicionaram o Paraná em quarto lugar geral, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Formada por 200 integrantes, a delegação paranaense incluiu 71 atletas bolsistas do Geração Olímpica e Paralímpica. Eles conquistaram, ou ajudaram a conquistar, 31 das 55 medalhas arrebatadas pelo Estado (56%). Foram sete das 16 de ouro (43%), 10 das 18 de prata (55%) e 14 das 21 de bronze (66%).  A participação do Paraná foi coordenada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte (Sees).

O Geração Olímpica e Paralímpica é o maior programa de bolsa-atleta entre todos os estados do País. O programa já investiu cerca de R$ 50 milhões, em 12 edições, com o patrocínio exclusivo da Copel, para atletas e técnicos vinculados a instituições paranaenses (federações e escolas), atendendo desde jovens promessas a estrelas de renome internacional. No edital de 2023 são mais de 1.200 atletas e técnicos contemplados com a bolsa.

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Organizados pelo Comitê Olímpico Brasileiro e realizados em Ribeirão Preto (SP), os Jogos da Juventude reuniram mais de mais de 4 mil atletas campeões estaduais dos Jogos Escolares de todas as unidades da federação, competindo em 18 modalidades esportivas. Em 2024 os Jogos da Juventude serão realizados em Blumenau, em Santa Catarina. Na próxima semana, será realizada uma reunião em São Paulo para discutir o regulamento de 2024, e algumas sugestões serão apresentadas para a melhoria da competição.

Márcia Tomadon, chefe da delegação paranaense em Ribeirão Preto, considerou que o Paraná teve uma grande participação. “O atletismo foi muito bem, com cinco medalhas de ouro, e nas modalidades coletivas os dois vôleis (quadra e praia) ficaram entre os três melhores do Brasil. O destaque foi o vôlei de praia feminino, campeão após vencer o Rio de Janeiro”, disse.

Confira as medalhas dos atletas do Geração Olímpica e Paralímpica

Atletismo

Amanda Miranda (400m, 4x400m, 100m c/ barreira)

Ana Beatriz Corassini (100m c/barreira e salto triplo)

Gabriel Felipe Barreto (800m e 4x400m)

Juliany Francisca (3000m)

Leticia Evelyn (400m, 200m e 4x400m)

Matheus Geronimo (100m, 200m e 4x400m)

Rayssa Ramos (lançamento de disco)

Mauro Jeferson (treinador)

Badminton

Natasha Tauana (individual)

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Valdecir Anacleto (treinador)

Vlademir Rodrigues (treinador)

Basquete (2º lugar coletivo)

Izabelly Dalcegio

Layza Vitoria Borges

Samiry Gabrielli da Silva

Ciclismo

Ryan Murari (estrada)

Ginástica Rítmica (3º lugar coletivo)

Gabriela Maria Lima

Julia Cristina Ricardo

Natação 

Felipe Mariotti (400m medley, 4x100m medley masculino)

Guilherme Kikuchi (200m peito, 4x100m medley masculino, 4x100m medley misto)

Taekwondo

Nicolas de Almeida Precinato (mais de 73kg e equipe)

Taekwondo – Equipe

Matheus Langer

Liz Rocha Madureira

Gilberto Morando (treinador)

Tênis de mesa

Carlos Alberto Fujihara (treinador)

Vôlei de Praia 

Pabliny Cambrussi 

Eduarda Bonamigo

Luiz Fernando Viaro (treinador)

Vôlei (2º lugar feminino, 3º masculino)

Adriana Girardi

Ana Laura Zacarias

Hedyleila Djenyfer

Henrique Veiga

Joao Arthur

Luiz Fernando Veras

Manuela dos Santos

Wrestling

Fernando Bencke (até 80kg)

Triatlo

Angelina Carvalho (dupla)

Confira as medalhas por modalidade:

Atletismo (6 ouros, 5 pratas, 4 bronzes)

Natação (2 ouros, 5 pratas, 3 bronzes)

Judô (2 ouros, 1 bronze)

Ciclismo (1 ouro, 2 pratas, 2 bronzes)

Ginástica Artística (1 ouro, 1 prata, 2 bronzes)

Triatlo (1 ouro, 1 prata)

Vôlei de Praia (1 ouro, 1 prata)

Wrestling (1 ouro, 3 bronzes)

Taekwondo (1 ouro, 1 bronze)

Tênis de Mesa (1 prata, 2 bronzes)

Vôlei (1 prata, 1 bronze)

Basquete (1 prata)

Badminton (1 bronze)

Ginástica Rítmica (1 bronze)

Fonte: Governo PR

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MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado

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Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.

A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.

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De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.

Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.

Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.

Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.

Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.

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Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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