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Cães farejadores reforçam capacitação de forças de segurança de sete estados no Piauí

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Teresina, 18/5/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), realizou, nesta segunda-feira (18), a abertura da primeira edição do Curso de Busca de Pessoas com Cães – Odor Específico, na Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), em Teresina (PI). A formação reúne integrantes das forças de segurança de sete estados brasileiros.

Com carga horária de 93 horas-aula, o curso é presencial e segue até 29 de maio. O objetivo é capacitar profissionais do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) para atuação técnica e padronizada na formação, no manejo e na condução de cães farejadores treinados para busca por odor específico.

A capacitação também aborda o emprego operacional dos cães K9 em ocorrências envolvendo pessoas desaparecidas e localização de indivíduos em conflito com a lei. A medida contribui para fortalecer as ações de busca, ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança e preservar vidas.

O superintendente de Operações Integradas da SSP-PI, delegado Matheus Zanatta, destacou a importância da qualificação para o aprimoramento das atividades operacionais.

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“A qualificação contínua das equipes e o aperfeiçoamento técnico dos K9 ampliam a capacidade de resposta das forças de segurança, garantindo mais agilidade, precisão e eficiência nas ocorrências”, afirmou.

Participam da formação profissionais das Polícias Civil e Militar e dos Corpos de Bombeiros Militares do Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Sul, Rondônia, Goiás e Paraná.

O gerente do Projeto Cão Protetor da Senasp, João Strozake, ressaltou a importância da integração entre as forças de segurança e da realização da primeira edição do curso no Piauí. “É uma satisfação participar da abertura desta primeira edição do curso. Parabenizo o estado do Piauí por sediar a iniciativa, organizada em curto prazo, demonstrando compromisso com o fortalecimento da segurança pública e da capacitação profissional”, declarou.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Ministro Luiz Marinho dialoga com setor aéreo sobre o fim da escala 6×1

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reuniu-se nesta segunda-feira (18) com o CEO da LATAM Airlines no Brasil, Jerome Cadier, para debater a proposta de redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso) no setor da aviação civil. A reunião ocorreu na sede do MTE, em Brasília.

Durante o encontro, o ministro destacou que a iniciativa do Executivo busca promover melhores condições de trabalho, especialmente para categorias mais impactadas por jornadas extensas, sem comprometer a dinâmica dos setores econômicos. Também ressaltou que as mudanças consideram as especificidades de cada segmento e os instrumentos legais vigentes, como as negociações coletivas.

Na reunião, Luiz Marinho explicou que a proposta do governo visa reduzir a jornada máxima de trabalho no país de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de folga, preferencialmente aos sábados e domingos, sem redução salarial.

O Projeto de Lei nº 1838/26, encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional e atualmente em análise na Câmara dos Deputados, prevê que a duração normal do trabalho, para os empregados em qualquer atividade privada, não exceda 40 horas semanais, observada a jornada diária de até oito horas, ressalvadas as hipóteses de compensação de jornada e de escalas especiais previstas na CLT, em leis específicas e em negociações coletivas de trabalho.

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É o caso da categoria dos aeronautas, que já atua sob as especificidades da Lei nº 13.475, que dispõe sobre o exercício da profissão de tripulante de aeronave.

De acordo com Luiz Marinho, a proposta do governo não busca gerar instabilidade, mas sim avançar na proteção dos trabalhadores. “Não há qualquer razão para querermos tumultuar atividades econômicas, muito pelo contrário”, afirmou o ministro.

Além do Projeto de Lei do Executivo, o Congresso Nacional discute uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 8/2025), que estabelece o limite de 40 horas semanais para as jornadas de trabalho no país.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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