Paraná
Após denúncia, Polícia Militar encontra ponto ilegal de venda de aves silvestres em Arapongas
A Polícia Militar do Paraná, por meio do Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde (BPAmb-FV), apreendeu 12 pássaros silvestres nesta semana em uma residência utilizada como ponto de compra e venda de aves silvestres, sem documentação ou autorização de órgão ambiental, em Arapongas, na região Norte.
A apreensão aconteceu após uma denúncia ao Disque-Denúncia 181, informando que havia diversas aves silvestres sendo comercializadas no local. A equipe policial então foi até a residência e localizou aves das espécies Coleirinha, Trinca-Ferro, Sabiá, Pássaro Preto e Pintassilgo.
O proprietário afirmou não ter nenhuma autorização para manter as aves em cativeiro, nem para comercialização das espécies.
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Diante dos fatos, foi realizada a apreensão dos pássaros em sete gaiolas de madeira e mais um alçapão de madeira. Além disso, foi realizado o auto de infração ambiental no valor de R$ 6.000,00, termo de apreensão e termo circunstanciado de infração penal.
Os pássaros apreendidos foram encaminhados para a sede do Instituto Água e Terra (IAT) de Londrina.
Fonte: Governo do Paraná
Paraná
A partir de denúncia do MPPR, homem que agrediu recepcionista de hotel em Curitiba será julgado pelo Tribunal do Júri por tentativa de feminicídio
A partir de denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná, a 2ª Vara Privativa do Tribunal do Júri de Curitiba decidiu que o homem que agrediu uma recepcionista de um hotel na capital no dia 7 de março último será julgado pelo Tribunal do Júri. A sentença de pronúncia (autorização dada pelo juiz para que o acusado de um crime intencional contra a vida seja julgado pelo Tribunal do Júri) acolhe os pedidos feitos na denúncia pela 6ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra a Vida – o acusado será julgado pelos crimes de feminicídio tentado, estupro tentado que resultou em lesão grave e fraude processual.
De acordo com o apurado, o denunciado passou a agredir a mulher com socos, chutes e golpes com objetos cortantes após ela se recusar a acompanhá-lo até o seu quarto. Enquanto tentava tirar a vida da vítima, o autor também teria tentado estuprá-la. Os crimes só não foram consumados porque a vítima começou a gritar pedindo por socorro, conseguiu fugir do local e recebeu pronto atendimento médico.
Na ação penal, a Promotoria de Justiça aponta como qualificadoras o uso de meio cruel e de recurso que dificultou a defesa da vítima. A fraude processual caracterizou-se pelo fato de o denunciado haver retirado da tomada o computador que registrava as imagens das câmeras que filmam a área da recepção do hotel.
O denunciado foi preso em flagrante no dia do crime e teve a prisão convertida em preventiva a pedido do MPPR, permanecendo detido desde então. Cabe recurso da decisão de pronúncia.
Processo 002870-83.2026.8.16.0196 (sob sigilo)
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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