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Brasil

Amapá realiza etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho

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Na próxima terça-feira, 23 de setembro de 2025, o Amapá sedia a etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT). O encontro será realizado no auditório do Sesc/Fecomércio, em Macapá, reunindo autoridades locais, representantes de trabalhadores, empregadores e governo.

O objetivo é debater os principais desafios do mundo do trabalho no estado e construir propostas que irão compor as discussões da etapa nacional da Conferência, prevista para março de 2026, em São Paulo.

De acordo com o Diagnóstico da Situação do Trabalho Decente no Amapá (2025), apenas 56,6% da população ocupada do estado está no emprego formal, enquanto 43,4% ainda atuam na informalidade. Outro dado preocupante é a presença de cerca de 3,5 mil crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, principalmente na capital.

Para o superintendente regional do Trabalho no Amapá, Michel Paranhos, a conferência é um espaço essencial para alinhar as transformações econômicas em curso no estado, como os estudos para exploração de petróleo e gás na margem equatorial e a consolidação da rota marítima Brasil–China pelo Porto de Santana, com políticas públicas que assegurem emprego formal, proteção social e qualificação profissional.

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A II Conferência Nacional do Trabalho é um espaço tripartite, paritário e democrático, que tem como objetivo construir, de forma coletiva, diretrizes para a promoção do trabalho decente no Brasil.

Acesse aqui o Diagnóstico Amapá

Saiba mais sobre a II Conferência Nacional do Trabalho aqui.

Serviço:

Etapa Amapá da II Conferência Nacional do Trabalho
Data: 23 de setembro terça-feira)
Horário: 9h às 18h
Local: Auditório do SENAC Amapá – Av. Henrique Galucio, 1999 – Central, Macapá – AP

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

Cabotagem na Região Sudeste cresce 19% em fevereiro e movimenta 27,1 milhões de toneladas

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A cabotagem no Sudeste brasileiro registrou forte expansão em fevereiro deste ano, com movimentação de 27,1 milhões de toneladas e alta de 19,06% em relação ao mesmo período em 2025. O desempenho consolida a região como principal eixo da navegação costeira no país, impulsionada sobretudo pelo transporte de petróleo e derivados.

Dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), mostram que o crescimento está concentrado nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo, responsáveis pela maior parte da movimentação nacional.

O Rio de Janeiro lidera com ampla margem, ao registrar 15,8 milhões de toneladas no período. São Paulo aparece na sequência, com 9,9 milhões, seguido pelo Espírito Santo, com 1,38 milhão de toneladas.

O petróleo bruto respondeu por 21,2 milhões de toneladas transportadas no mês, evidenciando o peso do setor energético. Já os derivados somaram 1,78 milhão de toneladas, enquanto a carga conteinerizada alcançou 2,21 milhões, garantindo o abastecimento de bens industrializados e de consumo.

De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a cabotagem assegura escala, eficiência e segurança no transporte de cargas essenciais, especialmente no setor de energia. “Além de sustentar o abastecimento nacional, o avanço da cabotagem reduz a pressão sobre o transporte rodoviário e amplia a previsibilidade logística.”

BR do Mar
O crescimento do setor também reflete a consolidação de políticas públicas, como o Programa BR do Mar, que ampliou a segurança jurídica e incentivou investimentos. Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a tendência é de continuidade. “O avanço da cabotagem é resultado de uma política pública consistente, que vem estruturando o setor com previsibilidade regulatória, estímulo à concorrência e ampliação da oferta de transporte. Isso permite reduzir custos logísticos, aumentar a eficiência da cadeia de suprimentos e garantir maior equilíbrio no abastecimento entre as regiões, com impacto direto para a população e para a competitividade da economia brasileira”, destacou.

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Ampliação da frota, maior previsibilidade regulatória e os investimentos em infraestrutura portuária também têm contribuído para esse avanço, ao permitir ganhos de escala e maior competitividade no transporte de cargas. Esse cenário se traduz em benefícios concretos para a população, como maior eficiência no abastecimento, redução de custos logísticos e mais equilíbrio na distribuição de bens essenciais em todo o país.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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