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Paraná

Academia Alfredo Andersen abre temporada de exposições com cerâmica artística

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A partir de 28 de novembro, às 18h, estarão expostas ao público obras dos alunos de turma de cerâmica artística da Academia Alfredo Andersen, orientados pela professora Juliana Pimenta. Os trabalhos foram desenvolvidos ao longo de 2025 e compõem a exposição “ENTRE OLHARES – Poéticas que Habitam as Formas”. A itinerância da mostra inicia nesta data, no Espaço Locavorista, em Curitiba, mas ela percorrerá outros locais ao longo de novembro e dezembro.

Os alunos de cerâmica artística desenvolveram habilidades, pesquisas e experimentações, criando obras que revelam suas poéticas pessoais. São 41 peças que brincam com formas, texturas e sentidos.

As obras expressam memórias, afetos, questionamentos e descobertas, e traduzem o amadurecimento de um ano de trabalho, pesquisa e sensibilidade. A exposição é um convite para compartilhar o olhar, entre o público e a cerâmica.

Professora da turma de cerâmica e curadora da exposição, Juliana Pimenta destaca que a mostra vai além da apresentação de resultados. “Esta exposição é um convite para que possamos compartilhar os olhares dos alunos, aproximando o público da cerâmica como forma artística”, afirma.

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“O espaço se torna um ponto de encontro entre diferentes poéticas e que, quando reunidas, revelam a potência do ateliê como um território vivo de experimentação e formação artística”, acrescenta.

ACADEMIA – Junto ao Museu Casa Alfredo Andersen, a Academia faz parte do Complexo Alfredo Andersen, promovendo oficinas gratuitas de ensino das Artes Visuais para maiores de idade. Desde 2019, representa um local que preserva o legado de educação do pai da pintura paranaense, o pintor norueguês Alfredo Andersen. O espaço, que possui profissionais capacitados, busca nutrir o desenvolvimento artístico e cultural, estabelecendo um vínculo de identidade entre a comunidade e a arte do Estado.

Serviço:

“ENTRE OLHARES – Poéticas que Habitam as Formas”

Data: 28 de novembro

Horário: das 18h às 22h

Local: Espaço Locavorista – Rua Júlio Perneta, 407 – Mercês

Entrada gratuita

Fonte: Governo PR

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Paraná

Em Antonina, atuação do Ministério Público do Paraná resulta na exoneração de servidora e na alteração de lei municipal que permitiu licença irregular

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Em Antonina, no Litoral do estado, intervenção do Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da comarca, resultou em alteração do Estatuto dos Servidores Públicos Municipais e na exoneração voluntária de uma funcionária que havia sido beneficiada por uma mudança legislativa casuística. A medida buscou a moralização da legislação funcional do Município e a correção de irregularidades administrativas no quadro de servidores públicos locais.

Áudio do promotor de Justiça Alan Bolzan Witczak

A apuração teve início em inquérito civil que identificou manobra legislativa envolvendo o ex-prefeito e sua irmã, que tomou posse em fevereiro de 2023 em dois cargos efetivos no município (professora e cirurgiã-dentista). Pouco tempo após assumir, a servidora se licenciou, apesar de a legislação então vigente (Lei Municipal 033/1998) proibir expressamente a concessão de licença sem vencimentos para tratar de interesses particulares durante o estágio probatório.

Manobra – Para viabilizar o afastamento, o então prefeito encaminhou em regime de urgência um projeto de lei, aprovado como Lei Municipal 008/2023, autorizando a licença em estágio probatório. Apenas cinco dias após a sanção, a servidora obteve a licença sem vencimentos no cargo de professora (Portaria 096/2023) e foi nomeada pelo próprio irmão para o cargo em comissão de coordenadora geral de Odontologia. Investigação do MPPR comprovou que a servidora foi a única beneficiada pela mudança normativa.

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A Promotoria de Justiça havia expediu inicialmente recomendação administrativa buscando resolver extrajudicialmente a situação, sem resposta do chefe do Executivo. Por isso, acabou ajuizando ação civil pública apontando desvio de finalidade, violação aos princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa e pedindo incidentalmente a inconstitucionalidade da norma flexibilizadora e a anulação da portaria de licença.

Reforma legislativa e exoneração – O ajuizamento da medida judicial levou à correção das irregularidades. A servidora requereu exoneração voluntária dos quadros do Município. Além disso, o Município de Antonina editou a Lei Municipal 015/2026, reestruturando o artigo 129 do Estatuto dos Servidores para proibir expressamente a concessão de licença para tratar de assuntos particulares a ocupantes de cargos efetivos que estejam em estágio probatório, vedando também a contagem do tempo de afastamento para qualquer efeito legal.

Diante da regularização da legislação e da exoneração voluntária da servidora envolvida, o MPPR manifestou-se pela extinção, sem resolução do mérito, da ação civil pública que questionava os atos irregulares.

Processo 0000384-02.2026.8.16.0043

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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