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Com corrida de rua, PCPR reforça compromisso ambiental; inscrições seguem abertas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) mantém seu compromisso não apenas com a segurança pública, mas também com a preservação do meio ambiente. Por meio de ações educativas, projetos sustentáveis e parcerias institucionais, a Instituição contribui para a conscientização e adoção de práticas voltadas à proteção dos recursos naturais em delegacias de todo o Paraná.

A XVIII edição da Corrida da PCPR no dia 28 de setembro reforça a responsabilidade ambiental, social e a integração com a comunidade, comemorando os 172 anos da PCPR. O evento tem cinco missões principais: conscientização sobre crimes ambientais; sustentabilidade institucional, com uso de materiais recicláveis; visibilidade ao trabalho ambiental da PCPR; solidariedade, com arrecadação de rações para instituições de animais resgatados; e integração com a comunidade.

Os interessados ainda podem se inscrever no site da empresa organizadora. Cada inscrito receberá kit com medalha, chip de cronometragem, número de peito, alfinetes e sacola de papel reciclável. Na Cãominhada, o kit pet inclui bandana e comedouro. A camiseta do evento pode ser adquirida separadamente durante a inscrição. Dúvidas podem ser enviadas para [email protected].

Entre as outras iniciativas estão ações policiais, apoio a projetos, eventos educativos e palestras para crianças, adolescentes e adultos, além da participação em eventos interestaduais e internacionais. Essas atividades reforçam o papel da PCPR como agente de transformação social, atuando de forma integrada com a comunidade e órgãos públicos.

As práticas de preservação ambiental estão alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente na promoção de cidades mais sustentáveis e no combate às mudanças climáticas.

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“Investimos constantemente na ampliação do efetivo e na qualificação dos nossos servidores para garantir mais estrutura, preparo e eficiência no atendimento à população. Ao atuar de forma integrada com a comunidade e promover ações voltadas à preservação ambiental e ao bem-estar social, reforçamos que proteger a vida em todas as suas formas é uma missão de todos nós”, destaca o delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach.

AÇÕES POLICIAIS – As ações de proteção ambiental da PCPR se estendem por todo o Paraná. Em abril, em Arapongas, mais de 5 mil aves, além de coelhos e porquinhos-da-índia, foram resgatados em situação de maus-tratos. Recentemente, a PCPR ganhou destaque nacional em operação que resgatou mais de mil animais e prendeu 16 pessoas, simultaneamente no Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais, resultado de investigação sobre tráfico internacional de espécies silvestres e exóticas.

A atuação da PCPR também se destaca a nível nacional e internacional. A instituição ministrou cursos de investigação de maus-tratos em Mato Grosso, representou o Brasil em capacitação sobre mudanças climáticas nos Estados Unidos e participou de evento da ONU em Nova York sobre combate ao tráfico de animais, reforçando seu compromisso com a preservação ambiental e o bem-estar animal.

A constante atuação da PCPR na preservação da natureza e no combate aos crimes ambientais também é resultado de investimentos do Governo do Paraná. Em 2024, foram contratados 686 novos policiais civis, a maior renovação de efetivo da história da Instituição.

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Esse reforço soma-se aos 1.624 servidores incorporados desde 2019, garantindo mais estrutura, preparo e efetividade no atendimento à população e na proteção ambiental.

PCPR NA COMUNIDADE – Em agosto, o projeto PCPR na Comunidade realizou ações de conscientização sobre o meio ambiente, com a participação de 10,2 mil pessoas em pontos estratégicos da Capital. Foram distribuídos materiais informativos, realizadas exposições de viaturas e equipes da PCPR estiveram nos locais para dialogar com o público sobre os serviços da polícia voltados à proteção ambiental. Atividades de conscientização também incluem palestras em escolas e orientações a tutores de animais.

PROJETOS – A PCPR apoia iniciativas de preservação ambiental e causa animal, como o projeto Tampinha do Bem, que arrecada tampinhas plásticas para custear castrações de cães e gatos. A ação terá ponto de coleta na XVIII Corrida da PCPR, permitindo que participantes contribuam de forma simples e solidária.

A advogada e coordenadora do projeto, Andrea Hartmann, destaca que a participação popular é essencial. “Quanto mais tampinhas forem arrecadadas, mais castrações serão realizadas, reduzindo o abandono animal”, diz.

Uma iniciativa semelhante funciona na 16ª Subdivisão Policial de Campo Mourão, com ponto fixo de coleta para o projeto Recicla Pets, também voltado à castração animal.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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