Paraná
Ministério Público do Paraná em Capitão Leônidas Marques promove atendimento descentralizado nos municípios de Santa Lúcia e Boa Vista da Aparecida
O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Capitão Leônidas Marques, no Oeste do estado, estará nos municípios de Santa Lúcia e Boa Vista da Aparecida, que integram a Comarca, para prestar atendimento à população. No dia 22 de fevereiro, no período da manhã, as equipes estarão em Santa Lúcia, na sede da Proteção Social Especial, das 10h às 11h30, e no período da tarde, em Boa Vista da Aparecida, na sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), das 13 às 15 horas.
Demandas – Durante os atendimentos, serão prestadas orientações jurídicas e recebidas demandas das comunidades relacionadas às áreas de atribuição do Ministério Público, como, por exemplo, dificuldade em obter vagas em escolas, acesso a serviços públicos de saúde, problemas urbanísticos (como iluminação pública, coleta de lixo, saneamento básico), reconhecimento de paternidade e questões relacionadas ao direito de família, entre outras. Nos casos em que a questão não for de atribuição do Ministério Público, os cidadãos serão orientados sobre quais órgãos públicos devem ser acionados e como entrar em contato com os mesmos. Os interessados devem levar os documentos pessoais e, sempre que possível, os documentos relativos ao caso que pretendem tratar com o MPPR.
Confira datas, locais e horários do atendimento descentralizado do MPPR:
Santa Lúcia
• Dia 22/02/2024, das 10h às 11h30
Local: Sede da Proteção Social Especial, (Rua das Palmeiras, 144)
Boa Vista da Aparecida
• Dia 22/02/2024, das 13h às 15h
Local: Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), (Avenida Tupi, s/nº)
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
UEL recebe R$ 2 milhões do Estado para projeto de inovação tecnológica em saúde única
A Universidade Estadual de Londrina (UEL) anunciou nesta terça-feira (5) o projeto “UEL One Health: inovação no ensino, saúde pública e produção de alimentos sustentáveis”. A iniciativa receberá investimento de R$ 2,2 milhões da Fundação Araucária, com cofinanciamento articulado junto à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e à Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (Seia). A solenidade aconteceu na Sala dos Conselhos da UEL.
Os recursos destinam-se à infraestrutura científica e tecnológica (laboratórios, simuladores clínicos e biofábrica piloto), equipamentos e suporte às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação, com foco em geração de capacidades estruturantes e resultados de médio e alto TRL (escala que avalia o potencial de mercado de uma tecnologia).
Entre os impactos que o UEL One Health pode trazer estão ganhos estruturais em saúde pública, sustentabilidade ambiental, segurança alimentar e competitividade econômica, além do fortalecimento das capacidades científicas e tecnológicas do Estado. O secretário estadual de Inovação e Inteligência Artificial, Marcos Stamm, destacou a parceria com a universidade. “Nossa missão é realizar investimentos na academia porque é onde a ciência está concentrada. Esse é um projeto que tem enorme potencial social”, disse ele.
LIDERANÇA CIENTIFICA – O projeto “UEL One Health” é uma iniciativa estratégica para o Paraná, com liderança científica da UEL e execução institucional da Fundação Araucária, no contexto do Programa de Projetos Estratégicos. A proposta adota o paradigma de Saúde Única (One Health), promovendo uma abordagem integrada entre saúde humana, animal, vegetal e ambiental, com foco na geração de soluções tecnológicas, inovação no ensino e fortalecimento da saúde pública e da sustentabilidade.
A modernização da infraestrutura científica e tecnológica da UEL para implementação de soluções inovadoras e interdisciplinares é o objetivo central. O projeto desdobra-se ainda em três eixos estruturantes: implantação de laboratórios de simulação realística para qualificação do ensino em saúde; desenvolvimento de sistemas avançados de monitoramento e controle de vetores (de doenças como dengue), com uso de drones, modelagem, e georreferenciamento e desenvolvimento e escalonamento de biotecnologias sustentáveis, com foco em bioinsumos e aplicações em saúde e agricultura.
O arranjo institucional, com a Fundação Araucária como executora e com as secretarias estaduais (Seia e Seti) como cofinanciadoras, configura um modelo avançado de coordenação de políticas públicas orientadas, maximizando o impacto dos investimentos e posicionando o Paraná como referência em soluções integradas em saúde, sustentabilidade e inovação.
A reitora da UEL, Marta Favaro, ressaltou essa junção de esforços e trabalho em conjunto pelas autoridades e instituições para que as intenções saiam do papel e se tornem realidade. “O exercício de buscar parcerias é fundamental para o desenvolvimento tecnológico. O projeto está sendo financiado por um coletivo e esse exercício de buscar parcerias para o investimento em ciência e tecnologia é imprescindível para que a sociedade possa se desenvolver”, avalia.
Andrea Name, recém-eleita reitora, é coordenadora de um dos três subprojetos que compõem o UEL One Health – ele trata do ensino da Medicina através de treinamentos em simuladores em forma de corpo humano. Ela salientou que, no contexto da transformação social, os benefícios que pode trazer dizem respeito à melhora da qualidade de vida dos pacientes e à diminuição da possibilidade de erros por conta da eficiência adquirida durante o treino dos estudantes.
“O objetivo é impactar a qualidade do serviço oferecido. Já conseguimos trazer simuladores ginecológicos e de parto e isso vai melhorar a qualidade do atendimento. Esse subprojeto está sendo viabilizado no Centro de Ciências da Saúde, mas nosso sonho é levá-lo para toda a cidade de Londrina, para que a cidade possa ter o seu centro de simulação realística”, afirmou a professora.
MODERNIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS – O coordenador-geral do projeto contemplado, professor Admilton Gonçalves de Oliveira Júnior, do Departamento de Microbiologia (CCB), disse que o UEL One Health entende a saúde como algo único e se baseia em três frentes.
“Ele é composto de subprojetos que envolvem desde a saúde pública, como monitoramento de vetores e vírus, desenvolvimento de controle biológico para controle de dengue, além da montagem de um laboratório de ensino realístico. E também uma frente de desenvolvimento industrial de soluções biológicas para promoção de crescimento de plantas e produção de alimentos de forma sustentável”, explica.
Ainda segundo o coordenador do UEL One Health, a verba disponibilizada para o projeto será importantíssima para a ampliação e modernização das estruturas de pesquisa da universidade.
PRESENÇAS – Também estavam presentes na reunião o vice-reitor Airton José Petris, o diretor do Centro de Ciências Biológicas (CCB), professor João Zequi, e a representante da Fundação Araucária, Cristiane Cordeiro.
Fonte: Governo PR
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