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Paraná

5,8 mil pessoas receberam informações turísticas sobre o Paraná na virada do ano

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Em quatro dias de atividades (entre os dias 28 e 31 de dezembro), 5,8 mil turistas e veranistas, entre eles crianças, foram atendidos pelos profissionais de turismo contratados pelo Estado nas praias do Litoral e nas praias de água doce no Noroeste. A ação integra o Verão Maior Paraná, desenvolvido pelo Governo do Estado.

A população recebeu informações turísticas sobre passeios e atrativos do Estado, além de participar de uma pesquisa de demanda que busca identificar o perfil dos turistas.

Os profissionais de turismo seguem com atividades até o dia 04 de fevereiro de 2024. São seis postos fixos localizados nas praias do Estado, além de dois postos no Noroeste, em Porto Rico e São Pedro do Paraná. Os turistas e veranistas também são abordados na areia.

“Importante destacar que são atendimentos personalizados. Não é apenas a entrega de panfletos, mas sim uma conversa com nosso turista e veranista, no qual eles tiram suas dúvidas e passam a conhecer o nosso Estado de uma maneira diferenciada”, disse o secretário estadual do Turismo, Márcio Nunes.

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BALNEÁRIO CAIOBÁ – De cara nova após as obras de recuperação da Orla de Matinhos, a praia de Caiobá foi uma das que obteve maior movimento neste final de ano. Neste posto específico, mais de 2,5 mil atendimentos foram feitos pelos profissionais de turismo.

“O Litoral está com número de turistas muito grande este ano. Eles estão apostando nas nossas praias, que estão limpas, de cara nova, e oferecem uma condição de divesão muito melhor”, afirma o secretário.

O turista argentino Pablo Cabrera, professor de Educação Física, passou o final de ano no litoral paranaense com a família. Ele adorou Caiobá. “É muito linda a praia e a cidade, as pessoas são muito receptivas. Eu vou recomendar que as pessoas venham para cá”, disse.

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

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Fonte: Governo PR

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Paraná

A pedido do MPPR, Judiciário determina intervenção imediata em Casa Lar de Ibaiti investigada por maus-tratos contra crianças e adolescentes acolhidos

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A pedido do Ministério Público do Paraná em Ibaiti, no Norte Pioneiro, o Judiciário determinou intervenção em uma Casa Lar – entidade que atua no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade – investigada pela prática de maus-tratos e outros ilícitos contra os direitos da infância e juventude. A decisão, expedida neste domingo, 24 de maio, pela Vara da Infância e Juventude de Ibaiti, atende pedido feito em ação civil pública proposta pela 1ª Promotoria de Justiça da comarca.

Áudio da Promotora de Justiça Kamila Cristine Vanelli

Na ação civil, cujas investigações foram iniciadas a partir do recebimento de representações de acolhidos e ex-funcionários, a Promotoria de Justiça demonstrou a existência de um “grave e sistemático quadro de violações de direitos humanos” na entidade, com práticas reiteradas de violência física, psicológica e institucional contra crianças e adolescentes acolhidos. Castigos físicos, humilhações públicas, ameaças, privação de afeto, isolamento punitivo em “quarto escuro”, restrição ao uso de brinquedos, alimentação em horários incompatíveis com o desenvolvimento infantil e supressão de sono mediante despertamento compulsório durante a madrugada eram algumas das condutas empregadas pelas equipes da entidade. Também foi apontada a utilização arbitrária e irregular de medicamentos psicotrópicos, com o aumento informal de dosagens sem prescrição ou supervisão médica, supostamente com o objetivo de facilitar o controle comportamental das crianças diante da sobrecarga funcional das cuidadoras.

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Negligência e responsabilidade – Comprovou-se que a presidente e fundadora da Casa Lar e a coordenadora pedagógica da instituição (que são mãe e filha) não apenas tinham pleno conhecimento das ilegalidades cometidas, como monitoravam a clínica por meio de imagens de câmeras de segurança e participavam da imposição dos castigos e métodos disciplinares, repassando orientações aos funcionários da Casa Lar.

Intervenção e outras medidas – Em caráter liminar, o Juízo determinou a interdição provisória da entidade, com a suspensão da execução do programa de acolhimento institucional atualmente em curso, o afastamento imediato das proprietárias do estabelecimento das funções de direção e coordenação – elas também ficam impedidas de manterem qualquer contato com os acolhidos ou funcionários do estabelecimento – e a nomeação, pela Secretaria Municipal de Assistência Social, de um interventor judicial para a gestão emergencial e provisória da unidade. Além disso, a liminar impõe a obrigação de transferência imediata das crianças e adolescentes atualmente acolhidos para outras entidades ou serviços de acolhimento familiar ou institucional.

Processo 0001665-49.2026.8.16.0089

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

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Fonte: Ministério Público PR

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