Connect with us


Paraná

Estado identifica demandas municipais para ações da Operação Rondon Paraná

Publicado em

Um grupo com 23 professores das sete universidades estaduais do Paraná visitou oito cidades da Região Metropolitana de Curitiba e do Litoral para definir as ações da Operação Rondon Paraná 2023. A iniciativa do Governo do Estado prevê uma série de atividades de extensão universitária com foco em cidadania, cultura e solidariedade. A viagem precursora ocorreu entre os dias 31 de maio e 2 de junho.

A edição do Rondon Paraná vai acontecer em outubro deste ano, nos municípios de Antonina, Cerro Azul, Doutor Ulisses, Guaratuba, Morretes, Paranaguá e Pontal do Paraná e Rio Branco do Sul. Idealizada pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), a operação consiste numa série de atividades voltadas ao bem-estar dos cidadãos e envolve, ao todo, 40 professores das instituições estaduais de ensino superior.

Durante as visitas técnicas foi possível identificar as principais necessidades dos cidadãos e estabelecer o apoio logístico que será necessário para os rondonistas. Com o suporte dos municípios, os professores verificaram as carências das regiões e vão propor medidas assertivas que irão beneficiar as comunidades locais.

Receber a Operação Rondon Paraná é importante para os municípios, como explica a secretária municipal de Bem-Estar e Promoção Social de Guaratuba, Maricel Auer. “A partir do levantamento das demandas que o município possui, as atividades das universidades serão estratégicas para trazer um apoio técnico aos servidores e cidadãos, e assim contribuir com a qualidade de vida de todos”, afirma.

Leia mais:  1° lote de inscrições para o maior evento de infraestrutura do País encerra na segunda-feira

Estão envolvidas na operação professores e alunos das universidades estaduais de Londrina (UEL), de Maringá (UEM), de Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Centro-Oeste (Unicentro), do Norte do Paraná (UENP) e do Paraná (Unespar). Os voluntários são de diferentes áreas do conhecimento e irão promover projetos de cultura, direitos humanos, educação, inclusão social, meio ambiente, saúde e tecnologia.

O professor Marcos Freitas de Moraes, da Unioeste, é um dos coordenadores da Operação Rondon Paraná e explica que a visita inicial às cidades permitiu dialogar com as lideranças locais. “Foi o primeiro encontro que tivemos com os municípios para conhecermos as demandas, ter o contato com os gestores públicos e com a comunidade. Conseguimos fazer uma integração, ouvir as necessidades das comunidades e dos gestores públicos”, afirma.

Com a viagem precursora, os professores organizaram propostas de intervenção a partir do que mapearam em cada cidade. Nesse planejamento constam as atividades específicas de cidadania, saúde e educação e cultura. Em cada município serão realizadas campanhas, rodas de conversa, palestras e oficinas para pessoas de todas as faixas etárias. Também foi definido o suporte para os rondonistas, como alojamento e alimentação.

Leia mais:  Com 98,28% das obras concluídas, DER-PR libera novas pistas do Contorno Oeste de Cascavel

Esse mapeamento das necessidades locais é fundamental para contribuir com o benefício dos cidadãos, como explica o procurador Fiscal de Guaratuba, Marcelo Bom dos Santos. “Ao identificar todas as carências e fraquezas do município, existe a oportunidade de trazer os acadêmicos para conviverem na comunidade, conhecerem a realidade local, apoiar as causas sociais e contribuir com a nossa cidade”.

OPERAÇÃO – Semelhante ao Projeto Rondon do governo federal, coordenado pelo Ministério da Defesa, a versão paranaense tem como objetivo complementar a formação profissional dos universitários, com foco em temas da atualidade, como responsabilidade social e sustentabilidade.

Professores e alunos desenvolverão atividades com comunidades em condições de vulnerabilidade propondo soluções sustentáveis para inclusão social. A operação ocorre entre os dias 11 a 21 de outubro em localidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

Em cada município, as atividades extensionistas serão desenvolvidas por duas instituições estaduais de ensino superior.

Confira as instituições designadas para cada município:

Antonina – Unioeste e UENP

Cerro Azul – Unioeste e Unespar

Doutor Ulisses – UEL e Unioeste

Guaratuba – UEPG e UEL

Morretes – Unicentro e Unespar

Paranaguá – UEM e Unioeste

Pontal do Paraná – UEM e Unicentro

Rio Branco do Sul – UEPG e UENP

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Operação Mulher Segura cumpre 249 mandados de prisão e prende 2,3 mil em flagrante

Published

on

A Operação Mulher Segura, da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), intensificou ao longo do mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o cumprimento de mandados de prisão em aberto relacionados a crimes de violência contra elas. A ação resultou em avanços no número de prisões e no andamento de investigações no Estado.

Ao todo, foram cumpridos 249 mandados de prisão de pessoas condenadas por crimes no âmbito da violência contra a mulher, em ação coordenada pelo Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp). A operação resultou também em 2.354 prisões em flagrante entre diferentes tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

As atividades envolveram os setores de inteligência da Polícia Civil do Paraná (PCPR), da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) com foco em crimes como feminicídio, lesão corporal, importunação sexual, estupro, violência doméstica, ameaça e perseguição.

“Quando o Estado localiza e prende quem deve responder à Justiça, demonstra que o crime não compensa e que a segurança permanece como prioridade”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo Sanson.

Segundo a delegada-chefe da Divisão de Polícia Especializada, da PCPR, Luciana Novaes, a atuação das unidades de polícia judiciária e das Delegacias da Mulher se reflete na eficácia na captura de agressores. “É um encorajamento à denúncia. Ao retirar de circulação aqueles que ameaçam a integridade feminina e monitorar de perto os agressores, reafirmamos que a proteção à vida é uma prioridade absoluta. ​A justiça só é plena quando o silêncio da vítima é substituído pela voz da coragem e pela resposta imediata do Estado”, diz.

Leia mais:  Com 98,28% das obras concluídas, DER-PR libera novas pistas do Contorno Oeste de Cascavel

Para a major Carolina Zancan, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, da PMPR, as ações garantem que agressores sejam responsabilizados e que as vítimas recebam proteção e acolhimento. “É uma iniciativa que concentra esforços no cumprimento de mandados em aberto, no fortalecimento das investigações e, ao mesmo tempo, na ampliação de ações preventivas, demonstrando que o enfrentamento a esse tipo de crime é permanente e prioridade em todo o Paraná”, afirma.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão por ameaça, descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência (MPU), por lesão corporal, perseguição, estupro de vulnerável, estupro ou atentado violento ao pudor, além de tentativa de feminicídio e feminicídio consumado, e outras tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

Das prisões em flagrante, os registros são por ameaça, lesão corporal e prisões por outras tipificações no âmbito da Lei Maria da Penha, incluindo injúria, vias de fato e dano, e por descumprimento de medida protetiva de urgência (MPU). Foram registrados ainda casos de perseguição, tentativa de feminicídio, estupro e feminicídio consumado.

Leia mais:  Mostra de Teatro de Bonecos e oficinas estão na programação da Biblioteca Pública

De acordo com o coordenador do Coisp, coronel Sérgio Augusto Ramos, a integração das forças de segurança paranaenses foi fundamental para os resultados alcançados com a Operação Mulher Segura. “Foi uma grande força-tarefa visando a prisão dessas pessoas que já tinham mandados de prisão concedidos pelo Poder Judiciário. O número de presos colabora com a redução dos índices de violência dessa natureza no Paraná”, explica.

A Operação Mulher Segura 2026, realizada nos 399 municípios paranaenses, ainda promoveu 318 palestras educativas, alcançando um público de 27.174 pessoas. Também intensificou as visitas preventivas e de fiscalização à violência doméstica e familiar, consultando tanto vítimas quanto agressores.

“Além da conscientização, que é a ação primária da prevenção, as forças de segurança paranaenses também trabalham no combate ao crime com repressão, por meio de prisões e análise de mandados que estavam em aberto para impulsionar as investigações”, afirma o coordenador do Programa Mulher Segura da Sesp, coronel Cleverson Machado.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262