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Paraná

Compagas recebe 24 propostas em chamada pública para compra de gás natural

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A Compagas (Companhia Paranaense de Gás) recebeu 24 propostas para aquisição de gás natural através da sua Chamada Pública (CP24). Ao todo, 11 supridores participam do processo que tem o objetivo de complementar o volume contratado em 300 mil m³/dia para atendimento ao mercado ativo, além da contratação de até 50 mil m³/dia para o fornecimento de gás canalizado para a região Norte do Paraná.

Nas propostas apresentadas o gás natural a ser recebido pela Compagas está vinculado à importação de gás boliviano, produção nacional a partir do pré-sal e de campos on shore, inclusive no Paraná, e gás natural liquefeito (GNL). Todas as propostas estão em análise com vistas a obter melhores condições comerciais e operacionais de suprimento.

“A nossa expectativa é que com a diversidade de supridores participando do processo, seja possível um aumento da competitividade e, como consequência final, a redução no preço da molécula para que possamos repassar condições mais vantajosas ao mercado”, ressalta o CEO da Compagas, Rafael Lamastra Jr.

Esta é a quarta Chamada Pública para aquisição de gás natural lançada pela Compagas nos últimos quatro anos e a expectativa da Companhia é que o processo seja cada vez mais frequente para encontrar as melhores oportunidades de contratação.

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Atualmente, a distribuidora possui contratos na modalidade firme com a Petrobras e com a Galp que somam, aproximadamente, 1 milhão de m³/dia. Conta também com um contrato na modalidade interruptível firmado com a paranaense Tradener. Para os próximos anos, o portfólio de suprimentos da Companhia está ajustado com janelas de oportunidades para contratações com outros supridores.

Segundo Lamastra, para que a abertura de mercado realmente seja uma realidade no Paraná e no Sul do País é importante que exista a superação em outras frentes, em especial, no que se refere ao sistema de transporte.

“Entendemos que há uma necessidade de desenvolver a infraestrutura de transporte para que possamos ter acesso a uma molécula mais competitiva”, disse. “O sistema de transporte estruturado e acessível pode expandir o escoamento de gás nacional para o mercado interno e reduzir a dependência do gás boliviano. Também é importante a instalação de novos terminais de regaseificação de GNL no Sul para ampliar a oferta de gás nesta região e ainda a necessidade de se avaliar a estrutura tarifária a fim de equalizar a competitividade do gás natural ao consumidor final”.

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Todas as informações da Chamada Pública (CP24) estão disponíveis no site compagas.com.br.

SOBRE A COMPAGAS – A Compagas é uma empresa de economia mista e tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia (Copel), com 51% das ações, a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%, e a Commit Gás, com 24,5%. Com uma rede de distribuição de mais de 860 quilômetros de extensão, atende clientes dos segmentos industrial, comercial, residencial, de transportes e de geração elétrica, instalados em 15 municípios do Estado. Os mais de 53 mil clientes consomem diariamente cerca de 1 milhão de metros cúbicos de gás natural. Sua atuação está pautada em bases econômicas, sociais e ambientais e com foco na promoção da expansão do uso do gás natural. Ciente do seu importante papel para indução do desenvolvimento e da necessidade da diversificação da matriz energética, executa ações em prol da competitividade e da segurança para seu mercado.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Encontro debate integração científica no contexto do acordo entre Mercosul e União Europeia

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Iniciativa coordenada pela Fundação Araucária, Curitiba sedia nesta terça e quarta-feira (19 e 20) o Encontro de Agências de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do Sul da América do Sul, que reúne representantes de instituições de fomento e pesquisa do Brasil, Argentina, Paraguai, Chile e Uruguai. O objetivo é discutir estratégias conjuntas de cooperação científica, inovação e desenvolvimento sustentável no contexto do acordo entre Mercosul e União Europeia.

O evento acontece no Campus da Indústria – Fiep e reúne representantes das Fundações de Amparo do Pará (Fapespa), Santa Catarina (Fapesc), do Rio Grande do Sul (Fapergs) e do Mato Grosso do Sul (Fundect), além de instituições internacionais como o Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas da Argentina (Conicet), o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do Paraguai (Conacyt), a Agência Nacional de Pesquisa e Inovação do Uruguai (ANII), a Agência Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento do Chile (Ania) e o Instituto Politécnico de Bragança.

Segundo o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, o acordo entre Mercosul e União Europeia exige, cada vez mais, competitividade, sustentabilidade e inovação dos países do bloco de integração da América do Sul. Ele afirmou que a ciência e tecnologia têm um papel fundamental nesse processo, ajudando a construir soluções e pesquisas que fortaleçam a participação da América do Sul nesse novo cenário internacional.

“O que estamos fazendo aqui é dando início a uma aproximação entre as agências de ciência e tecnologia do Sul do Brasil e dos países do Mercosul, buscando identificar agendas comuns e possibilidades de atuação conjunta”, disse.

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O secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Bona, ressaltou o protagonismo do Estado na promoção da integração científica sul-americana. “A Europa já possui uma tradição consolidada de cooperação em ciência e tecnologia e queremos discutir aqui como avançar em trabalho em rede, colaboração e financiamento conjunto na América do Sul em temas de interesse transfronteiriço”, comentou.

A programação inclui apresentações institucionais, debates sobre prontidão tecnológica, oficinas colaborativas e construção de estratégias conjuntas voltadas ao fortalecimento da integração regional em áreas estratégicas como bioeconomia, agroalimentação, sustentabilidade, logística, energia e digitalização produtiva.

“A construção de estratégias regionais exige integração entre os diferentes biomas e realidades da América do Sul e este encontro poderá contribuir para novas agendas cooperativas em bioeconomia, sustentabilidade e inovação regional”, disse o presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Marcel do Nascimento Botelho.

AGENDA COMUM – Entre os destaques do encontro está a construção da chamada “Agenda Comum de Curitiba”, documento que deverá consolidar prioridades de pesquisa aplicada, mecanismos de financiamento conjunto e estratégias de compartilhamento de infraestrutura científica entre os países participantes.

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A representante da ANII, Sofia Riobo, destacou que o momento é especialmente importante para fortalecer a cooperação científica regional. “Estamos em um momento em que a cooperação entre as agências da região é fundamental. Esperamos ampliar iniciativas de pesquisa colaborativa em rede com foco em temas relevantes para toda a América do Sul”, afirmou.

O encontro integra a estratégia da Fundação Araucária de fortalecer as chamadas “Rotas de Integração Sul-americanas em CT&I”, proposta voltada à construção de uma integração regional baseada em ciência, tecnologia e inovação, tendo como eixo central o desenvolvimento sustentável e os ativos compartilhados do território sul-americano.

Nesta quarta-feira (20) acontece a assinatura do memorando de entendimento do programa Ganhando o Mundo da Ciência entre a Fundação Araucária e o Conicet, da Argentina, ampliando as ações de internacionalização da ciência paranaense e a cooperação acadêmica entre os países.

“Este programa nos permite integrar jovens em ambientes científicos e tecnológicos, promover intercâmbio e fortalecer a integração entre pessoas e equipes de pesquisa. Para o Conicet, essa parceria com o Paraná é muito importante porque amplia as possibilidades de cooperação em áreas estratégicas e aproxima nossos sistemas científicos em uma agenda comum de desenvolvimento e inovação”, comentou o diretor do Conicet, Walter Sione.

Fonte: Governo PR

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