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Conquista da nova concessão, duplicação do Contorno Norte de Curitiba avança com pavimentação

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A Via Araucária, concessionária responsável pela duplicação do Contorno Norte de Curitiba, já começou os serviços de pavimentação entre os km 5+800 e 7+200 da PR-418. Com isso, a obra entrou em um novo patamar de execução, chegando a 40% do total.

A obra do Contorno Norte foi a primeira intervenção de duplicação iniciada dentro do novo modelo de concessões rodoviárias no Paraná – no Lote 1 e também entre os demais. Os trabalhos tiveram início em 18 de junho de 2025 e chegam neste momento a 400 colaboradores atuando diretamente no trabalho.

A duplicação do Contorno Norte é uma obra estratégica para a mobilidade da Região Metropolitana de Curitiba, e quando concluída, vai ampliar a fluidez no tráfego, reduzir acidentes e contribuir para o desenvolvimento logístico e econômico regional.

O projeto de duplicação nesta primeira etapa abrange 16,7 quilômetros de extensão, entre os quilômetros 5 e 21 da PR-418, e prevê a construção de sete novos viadutos, com conclusão prevista para 2027.

Segundo o diretor de Engenharia da Via Araucária, Pedro Veloso, o momento representa uma virada importante na evolução da obra, beneficiando diretamente quem trafega por Curitiba, Campo Largo, Almirante Tamandaré e Colombo, munícipios da Região Metropolitana.

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“Com o início das camadas asfálticas, o Contorno Norte entra em um novo patamar de execução. Este marco consolida um planejamento bem estruturado e uma execução consistente desde as remoções de interferências e desocupações até a superação de etapas críticas de terraplenagem, reduzindo riscos relevantes de cronograma e aproximando a obra dos benefícios concretos para a população”, afirma.

A execução segue uma sequência técnica criteriosa, incluindo períodos de cura das camadas cimentícias e a aplicação de pinturas de cura, impermeabilização e ligação entre as etapas. De acordo com o coordenador de obras da Via Araucária, Luiz Otávio Gica Verdolini, a pavimentação comprova que a obra está seguindo de forma planejada e estruturada conforme o projeto de duplicação da PR-418.

“O avanço da pavimentação no trecho entre os km 5+800 e 7+200 mostra que a obra está evoluindo de forma sólida. Cada etapa executada representa mais segurança, mobilidade e conforto para quem utiliza diariamente o Contorno Norte. O momento entra em uma etapa importantíssima, que é justamente a implantação da estrutura do pavimento, dimensionada conforme as características do solo e do tráfego da região”, explicou.

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NOVA CONCESSÃO – Apenas no Contorno Norte, estão sendo investidos mais de R$ 170 milhões. O Lote 1 vai receber R$ 13,1 bilhões em investimentos ao longo de 30 anos em 473 quilômetros de rodovias federais e estaduais, incluindo trechos da BR-277, entre Curitiba e Guarapuava, e da PR-423, entre Araucária e Campo Largo, além dos contornos Sul e Norte da Capital. As intervenções incluem duplicações, implantação de vias marginais, passarelas, ciclovias, pontos de ônibus e sistemas inteligentes de monitoramento de tráfego.

O novo programa foi organizado pelo Governo do Estado e a União, por meio da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e prevê o maior pacote de investimentos do País. A modelagem atraiu disputas pelo menor preço da tarifa com obrigação de grandes obras.

Fonte: Governo PR

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Com emprego em alta, Paraná tem redução na desigualdade de renda, aponta IBGE

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Com investimentos sociais e a menor taxa de desemprego da história, o Paraná reduziu a desigualdade de renda da população, calculada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O retrato é diferente do cenário nacional, que assistiu aumento da concentração de renda e da desigualdade. Os dados de todos os rendimentos (salários, aposentadorias, programas sociais, entre outros) refletem em maior qualidade de vida e também têm relação direta com aumento da segurança.

Os paranaenses que integram a faixa do 1% mais rico da população, por exemplo, concentraram 9,3% da renda local em 2025, considerando a massa do rendimento domiciliar per capita. Em 2024, a elite social do Estado tinha 10,7% do total da riqueza. No Brasil, os cidadãos que compõem a classe do 1% mais rico passaram a deter 11% da renda nacional no ano passado, acima da marca de 10,7% registrada em 2024.

Ou seja, a diminuição da disparidade é resultado da diminuição da pobreza. Na faixa que reúne os 20% mais pobres da população estadual, por exemplo, houve aumento real de 9,7% do rendimento per capita, sendo contabilizado percentual ainda maior, da ordem de 11,4%, na metade mais pobre da população paranaense.

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Os resultados do Índice de Gini, indicador que mede a qualidade de vida, também demonstram a melhoria na distribuição de renda do Estado. Em 2025, esse índice, que varia de 0 a 1, com zero representando a plena igualdade e um a máxima concentração (ou seja, quanto menor, melhor), atingiu 0,470, abaixo do resultado de 0,473 observado em 2024. Já no País, o Índice de Gini subiu de 0,504 para 0,511. O Estado registra uma melhora constante nesse indicador desde 2018, quando era de 0,491.

“Enquanto o Estado reduziu a desigualdade de renda, o País apresentou aumento da concentração dos rendimentos no topo da pirâmide social. Isso acontece porque em 2025 ultrapassamos a marca de 6,2 milhões de paranaenses ocupados, o que foi acompanhado pelo aumento real dos salários, alicerçando o avanço social que temos observado”, afirma o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.

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Em 2025, o Paraná também registrou o quinto maior rendimento médio mensal do País, de R$ 3.852, acima da média brasileira de R$ 3.367. O resultado paranaense representa um crescimento de 62,3% em relação ao valor recebido em 2018 (R$ 2.374) e de 144,6% na comparação com 2012 (R$ 1.575), início da série histórica.

Na prática, os paranaenses receberam R$ 485 a mais por mês que a média brasileira, diferença que vem aumentando nos últimos anos. Em 2023, por exemplo, era de R$ 186 (R$ 3.020, ante R$ 2.834), passando para R$ 476 em 2024 (R$ 3.519, ante R$ 3.043) até alcançar o índice de 2025, maior diferença da série.

Fonte: Governo PR

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