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Viajantes podem preencher nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes digital via sistema gov.br

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A integração com o sistema gov.br garante mais praticidade e padronização, sem interferir em outros procedimentos próprios de cada hotel para o check-in. O modelo digital padronizado também permitirá ao governo gerar estatísticas mais precisas e em tempo real, fortalecendo a formulação de políticas públicas.

A Ficha Nacional de Registro Hóspedes (FNRH) acaba de entrar na era digital no Brasil – e a grande novidade é a integração direta com o sistema gov.br. Lançado pelo Ministério do Turismo, o modelo aposenta a utilização de formulário em papel e moderniza uma das etapas mais importantes do processo de hospedagem: o registro obrigatório do viajante.

O avanço mais significativo fica por conta da possibilidade de adiantar o preenchimento da ficha antes mesmo de chegar ao estabelecimento, usando a conta gov.br. Ao fazer login na plataforma, o sistema preenche automaticamente informações já registradas nas bases do governo federal, reduzindo o tempo gasto nesta etapa e aumentando a segurança no tratamento dos dados.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, reforça que a FNRH Digital traz ganhos imediatos tanto para os viajantes quanto para os estabelecimentos. “A FNRH Digital torna a experiência de hospedagem muito mais simples e segura. Ao integrar o cadastro do viajante ao gov.br, garantimos um processo padronizado, ágil e confiável em todo o país”, afirmou o ministro.

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Com a mudança – que será obrigatória em todo o país 90 dias após a publicação da Portaria que institui a FNRH digital – o registro vai poder ser finalizado em segundos, por meio de um QR Code do hotel, de um link compartilhado ou de um dispositivo oferecido pelo próprio estabelecimento.

A integração com o sistema gov.br garante mais praticidade e padronização, sem interferir em outros procedimentos próprios de cada hotel para o check-in. O modelo digital padronizado também permitirá ao governo gerar estatísticas mais precisas e em tempo real, fortalecendo a formulação de políticas públicas.

SISTEMA – O novo sistema digital da FNRH foi lançado em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e é operacionalizado por meio da Plataforma FNRH Digital. O acesso pode ser feito tanto pela conta gov.br quanto por credenciais específicas da plataforma – e, no caso de visitantes estrangeiros, sem a necessidade de uma conta gov.

Já o acesso dos meios de hospedagem à Plataforma FNRH Digital é feito por meio da conta gov.br e exige cadastro regular no Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos). Cada hóspede terá uma ficha digital própria, vinculada à sua estada. No caso da presença de menores de 18 anos ou pessoas incapazes, o registro vai ser associado à ficha do responsável legal.

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Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil apresenta em Viena coletânea inédita sobre uso da força

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Viena, 3/6/2026 – No âmbito do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) lançou, nesta quarta-feira (3), em Viena (Áustria), a coletânea Normas sobre o uso da força no Brasil, publicação que reúne os principais marcos legais e orientações que disciplinam a atuação dos agentes de segurança pública.

A publicação reforça o compromisso do Governo Federal com o aperfeiçoamento dos mecanismos de controle da atividade policial, a integridade profissional e o enfrentamento qualificado ao crime organizado.

Produzido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o material reúne, em português, inglês e espanhol, leis, decretos e portarias que orientam a atuação policial no País, incluindo regras para o emprego progressivo da força, o uso de armas de fogo, de instrumentos de menor potencial ofensivo e técnicas de desescalada de conflitos. O documento está disponível no link.

Fórum internacional

O lançamento ocorreu durante a 35ª sessão da Comissão das Nações Unidas para Prevenção do Crime e Justiça Criminal (CCPCJ), principal fórum multilateral das Nações Unidas para formulação de diretrizes e intercâmbio de experiências em prevenção ao crime e justiça criminal. A participação integra os esforços do Brasil para ampliar a cooperação internacional e compartilhar experiências relacionadas ao aperfeiçoamento da atuação policial.

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A coletânea foi apresentada pelo diretor substituto do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp), Márcio Mattos, que destacou a importância do material para dar visibilidade internacional às políticas públicas brasileiras de segurança.

“Esta coletânea oferece à comunidade internacional uma visão abrangente dos avanços normativos brasileiros sobre o uso da força. Ao disponibilizar esse conjunto de normas em três idiomas, o Brasil amplia a transparência de suas políticas públicas, fortalece a cooperação com organismos internacionais e contribui para o intercâmbio de boas práticas sobre um dos temas mais relevantes para a segurança pública contemporânea”, afirmou.

Na mesma ocasião, o MJSP apresentou o projeto Uso da Força e Integridade Policial no Brasil, desenvolvido em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e atualmente em fase de formalização.

O projeto representa a dimensão internacional do Projeto Nacional de Qualificação do Uso da Força e apoiará o desenvolvimento de cinco eixos estratégicos: assessoria técnica e produção doutrinária; aprimoramento dos sistemas de dados e indicadores de conformidade; capacitação especializada de profissionais de segurança pública e corregedorias; fortalecimento do Comitê Nacional de Monitoramento do Uso da Força (CNMUDF); e disseminação de conteúdos técnicos por meio de um repositório digital acessível às instituições de segurança pública.

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Durante o evento, Mattos ressaltou a oportunidade de apresentar à comunidade internacional os avanços promovidos pelo Estado brasileiro no aperfeiçoamento de seus marcos regulatórios e na consolidação de uma atuação policial alinhada aos princípios da legalidade, proporcionalidade e proteção dos direitos humanos.

Desenvolvida pela Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp/Senasp), a coletânea busca ampliar o acesso de organismos internacionais, pesquisadores, instituições acadêmicas e parceiros estrangeiros às normas brasileiras relacionadas à atuação policial. A iniciativa reforça o compromisso do país com a transparência, os direitos humanos e a adoção de parâmetros reconhecidos internacionalmente.

O material reúne normas como a Lei nº 13.060/2014, o Decreto nº 12.341/2024 e as Portarias MJSP nº 855 e nº 856/2025. O documento também destaca princípios que orientam a atuação policial, como legalidade, proporcionalidade, necessidade, precaução, não discriminação e razoabilidade.

A publicação contou com apoio técnico do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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