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Silveira convida Arábia Saudita e SABIC a ampliarem presença, parcerias e oportunidades nos setores de óleo, gás e petroquímica do Brasil

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Durante agenda oficial na Arábia Saudita, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, discutiu com o diretor-presidente (CEO) e membro do Conselho de Administração da Saudi Basic Industries Corporation (SABIC), Eng. Abdulrahman Al-Fageeh, nesta quinta-feira (15/1), as possibilidades de ampliação da presença da empresa nos setores de óleo, gás e petroquímica do Brasil.

Em reunião oficial, Silveira convidou formalmente os executivos da SABIC a conhecerem de perto o setor petroquímico brasileiro, com especial atenção ao estado do Rio de Janeiro, principal polo nacional de produção de petróleo e gás.

“O Brasil reúne escala, estabilidade institucional e oportunidades para integração industrial. E, para nós, o aprofundamento dos laços com a empresa é considerado estratégico”, afirmou Silveira.

Em resposta ao convite do ministro, espera-se que o setor petroquímico explore e avalie oportunidades no Brasil, com foco em produtos como polímeros, químicos e nutrientes agrícolas.

O ministro vem trabalhando no fortalecimento das relações com parceiros árabes há três anos, desde a visita oficial do presidente Lula ao Oriente Médio, e avalia que a tecnologia e a cadeia produtiva da empresa saudita estão à frente do que atualmente está disponível no parque industrial brasileiro. Nesse sentido, oportunidades compartilhadas poderiam acelerar o processo de fortalecimento do Brasil nesse setor.

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Gigante Global da Petroquímica

A SABIC é uma das maiores empresas petroquímicas do mundo e um pilar da estratégia industrial da Arábia Saudita.

Controlada majoritariamente pela Saudi Aramco, a companhia atua globalmente na produção de produtos químicos, fertilizantes, plásticos, resinas e materiais avançados, com presença em dezenas de países e forte integração em sua cadeia de valor.

No cenário internacional, a SABIC é reconhecida por sua escala, capacidade tecnológica e papel central na agregação de valor aos hidrocarbonetos, transformando insumos energéticos em produtos de alto valor agregado para setores como automotivo, construção, embalagens, agricultura e bens de consumo.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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