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Agro

Rumo destaca diversificação logística no Centro-Oeste durante a Tecnoshow 2026

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Rumo apresenta expansão da Malha Central na Tecnoshow Comigo 2026

A Rumo, maior operadora de ferrovias de cargas do país, participa da Tecnoshow Comigo 2026, realizada entre os dias 6 e 10 de abril, em Rio Verde (GO), destacando a diversificação de sua operação ferroviária no Centro-Oeste.

Durante o evento, a companhia evidencia o avanço da Malha Central, trecho da Ferrovia Norte-Sul, que vem ampliando sua atuação com o transporte de grãos, fertilizantes, combustíveis, farelo e bauxita.

Centro-Oeste ganha protagonismo na estratégia logística

A ampliação das operações ajuda a explicar o papel cada vez mais estratégico de Goiás e da região Centro-Oeste dentro do planejamento da companhia.

Com o avanço da infraestrutura e a necessidade de maior eficiência no escoamento da produção agropecuária, a Rumo vem consolidando uma plataforma logística mais integrada, conectando terminais ferroviários ao Porto de Santos e atendendo diferentes cadeias produtivas.

Movimentação de grãos cresce e fortalece participação no estado

Os resultados operacionais reforçam essa relevância. Em 2025, a companhia movimentou cerca de 5,7 milhões de toneladas de grãos originados em Goiás, alcançando 28% de participação nas exportações do estado.

O principal destaque é o terminal de Rio Verde, uma das estruturas mais importantes da empresa na região, com capacidade para até 11 milhões de toneladas por ano. Operando 24 horas por dia, o terminal integra os modais ferroviário e rodoviário, com crescimento contínuo na movimentação.

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Além dos grãos, a estrutura avança em novas frentes, como fertilizantes — em parceria com a Andali — e combustíveis, incluindo o recebimento de diesel e gasolina, além do transporte de etanol até Paulínia (SP). O modelo modular permite expansão gradual da capacidade nos próximos anos.

Expansão de terminais amplia capilaridade no Centro-Norte

A Rumo também avança na ampliação de sua rede logística no Centro-Norte do país. Entre os destaques estão:

Entrada em operação do terminal de Gurupi (TO), em parceria com o Fazendão, já movimentando farelo

Previsão de início das operações em Porangatu (GO) ainda neste semestre

Expansão do terminal de Alvorada (TO), com expectativa de crescimento de 150 mil para mais de 600 mil toneladas em 2026

Esses investimentos aumentam a capilaridade da malha ferroviária e ampliam a capacidade de atendimento a diferentes fluxos logísticos na região.

Operação inédita de bauxita amplia eficiência e sustentabilidade

No transporte de bauxita, a companhia estruturou uma operação inédita em parceria com a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA).

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Para viabilizar o projeto, foram desenvolvidos 250 vagões específicos — os maiores já utilizados pela empresa — com capacidade para transportar até 12 mil toneladas por viagem. A operação também reduz em cerca de 40% as emissões de carbono.

O projeto envolveu investimentos em infraestrutura ferroviária, aquisição de nove locomotivas e a implantação de um terminal multimodal em Santa Isabel, além da modernização da planta industrial da CBA.

Diversificação fortalece competitividade do agronegócio

Segundo a companhia, a expansão da Malha Central demonstra a evolução da ferrovia para além do transporte tradicional de grãos, incorporando novos fluxos logísticos e ampliando as alternativas para produtores e clientes.

Esse movimento aumenta a flexibilidade operacional, melhora a eficiência no escoamento e reforça o papel da ferrovia na competitividade do agronegócio brasileiro.

Investimentos superam R$ 6 bilhões e impulsionam crescimento

Em 2025, a Rumo transportou 84,2 bilhões de toneladas por quilômetro útil (TKU), registrando crescimento de 5,4% em relação ao ano anterior.

No mesmo período, a companhia investiu mais de R$ 6 bilhões em sua malha ferroviária, com foco na ampliação da capacidade, aumento da produtividade e reforço da segurança operacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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