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Agro

Rio Verde triplica PIB e consolida protagonismo no agro com força da TecnoShow COMIGO

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Crescimento acelerado coloca Rio Verde em destaque nacional

O avanço do agronegócio brasileiro tem transformado o cenário econômico de diversas regiões, e Rio Verde se destaca como um dos principais exemplos desse movimento. Em apenas uma década, o município triplicou seu Produto Interno Bruto (PIB), atingindo R$ 22,3 bilhões em 2023.

Com esse desempenho, a cidade se consolidou como a segunda maior economia de Goiás, ficando atrás apenas da capital. O crescimento é resultado de uma combinação de agricultura altamente tecnificada, forte presença da agroindústria e uma logística estratégica, com destaque para a Ferrovia Norte-Sul.

TecnoShow COMIGO reforça protagonismo do município

Esse cenário de expansão econômica também explica a relevância da TecnoShow COMIGO, considerada uma das principais feiras do agronegócio no país.

Realizado no Centro Tecnológico COMIGO, o evento ocupa uma área de 130 hectares dedicada à pesquisa e experimentação agropecuária. Desde 2002, a feira reúne produtores, técnicos, pesquisadores e empresas em torno de inovação, produtividade e geração de negócios no campo.

Ourofino Agrociência aposta em proximidade com o produtor

Dentro desse ambiente de inovação, a Ourofino Agrociência confirma sua participação na edição deste ano, reforçando sua estratégia de atuação em regiões estratégicas do país.

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A empresa apresenta um portfólio voltado ao manejo eficiente das principais culturas brasileiras, com foco em desempenho agronômico, segurança na aplicação, rentabilidade e aumento da produtividade.

Segundo Michel Daniel, gerente de Marketing Centro-Leste da companhia, eventos como a TecnoShow refletem o avanço do setor e a crescente demanda por soluções adaptadas às condições tropicais.

Portfólio com foco em eficiência e controle no campo

Durante a feira, a empresa destaca produtos já consolidados no mercado e lançamentos recentes que ampliam as opções técnicas disponíveis aos produtores.

Entre os destaques estão:

  • Terrad’or®: herbicida indicado para o controle de plantas daninhas resistentes, especialmente em culturas como soja e algodão
  • Brucia®: solução estratégica para o manejo no cultivo de milho

Além disso, a companhia apresenta novidades como:

  • Dotte®: fungicida com formulação estável, voltado ao controle de doenças na soja
  • Looked®: inseticida indicado para soja e milho, com amplo espectro de controle de pragas
Estratégia voltada à agricultura tropical

A participação na TecnoShow COMIGO reforça o posicionamento da Ourofino Agrociência como uma empresa brasileira focada no desenvolvimento de soluções adaptadas à agricultura tropical.

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Com atuação em todo o território nacional e presença crescente em regiões de alta relevância produtiva, a companhia também fortalece sua campanha institucional “Confia que é Ourofino”, baseada na construção de relações de confiança com produtores, técnicos e distribuidores.

Agro impulsiona desenvolvimento regional

O desempenho de Rio Verde evidencia como o agronegócio segue como motor de crescimento econômico no Brasil. A combinação entre tecnologia, inovação e eventos estratégicos como a TecnoShow COMIGO consolida a região como um dos principais polos produtivos do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

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Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

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O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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