Educação
Prorrogadas inscrições para olimpíadas de português
O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 17 de maio as inscrições da 8ª edição da Olimpíada de Professores de Língua Portuguesa (8ª OPLP). O período de inscrição dos professores terminaria nesta quinta-feira, 30 de abril.
Promovida em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI), a olimpíada é uma iniciativa de mobilização nacional para o fortalecimento da leitura e escrita, com foco na formação dos professores participantes, buscando, como consequência, o aperfeiçoamento das práticas de leitura e escrita nas escolas públicas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas na página das olimpíadas.
Podem se inscrever professores e professoras que estejam lecionando em turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental em escolas da rede pública que aderiram ao Programa Escola das Adolescências. Para isso, o docente deve comunicar e obter a concordância da direção de sua escola. A participação é dividida por categorias de gêneros textuais, de acordo com o ano escolar: 6º ano – poema; 7º ano – crônica; 8º ano – biografia; 9º ano – artigo de opinião.
Nesta edição, o professor deverá desenvolver o “relato de prática” em texto e em vídeo, tendo como base o tema “O lugar onde vivo”. Os educadores deverão registrar suas experiências pedagógicas, orientando seus estudantes a resgatarem histórias e estreitarem vínculos com sua comunidade local. A participação contribui para o desenvolvimento da cidadania dos estudantes e para a valorização da prática docente.
As dúvidas podem ser enviadas para o e-mail: [email protected].
Etapas – A OPLP é organizada em diferentes etapas ao longo do ano, envolvendo escolas, municípios, estados e uma comissão nacional de avaliação. De 30 de maio a 21 de agosto, os docentes desenvolvem sequências didáticas nas escolas, realizando atividades com suas turmas, elaborando relatos de prática e organizando os registros do trabalho pedagógico.
A etapa escolar, realizada de 18 de março a 9 de setembro, envolve a formação de comissões julgadoras nas escolas para selecionar os relatos de prática que representarão cada unidade de ensino. Depois, entre 10 de setembro e 16 de outubro, ocorre a etapa municipal, quando as secretarias municipais organizam novas comissões avaliadoras para escolher os trabalhos que seguirão para a fase seguinte.
Já a etapa estadual acontece de 19 de outubro a 3 de novembro, com a seleção dos relatos que representarão cada estado na olimpíada. Essa etapa inclui a realização de um encontro on-line, com atividades pedagógicas, além da avaliação pelas comissões julgadoras, responsáveis pela definição dos finalistas.
Na sequência, os trabalhos classificados participam da etapa nacional e final, realizada de 16 de novembro a 2 de dezembro, quando a comissão julgadora nacional selecionará os professores e turmas vencedores. O processo é concluído com o evento de divulgação dos vencedores, previsto para 10 de dezembro, momento em que são revelados e celebrados os vencedores da edição. Já a premiação, está prevista para 10 de março de 2027.
Escola das Adolescências – O Escola das Adolescências é um programa de fortalecimento para os anos finais do ensino fundamental. Ele conjuga esforços da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal e tem como objetivo construir uma proposta para a referida etapa que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes. Essa é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro, que inclui a produção e a divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental e incentiva financeiramente escolas priorizadas segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
MEC autoriza reforma no Campus Franco da Rocha do IFSP
O Ministério da Educação (MEC) autorizou, nesta sexta-feira, 3 de julho, o início das obras no Campus Franco da Rocha do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Ao todo, estão previstos R$ 42,1 milhões em investimentos para a reforma de uma área tombada de 14 mil m² e aquisição de equipamentos e mobiliários para a unidade, que faz parte do plano de expansão dos institutos federais. A assinatura do termo de autorização ocorreu no Complexo Hospitalar do Juquery, no município de Franco da Rocha (SP), com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini.
A reforma tem investimento previsto de R$ 37,1 milhões e abrange o conjunto de prédios que foram cedidos para uso do IFSP, denominado Área Central, e o Complexo Hospitalar do Juquery. A iniciativa também contará com aporte de R$ 5 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) para a aquisição de equipamentos e mobiliário.
O ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou os investimentos e ampliação dos Institutos Federais pelo país.
“Em 1909, quando foi criado o primeiro Instituto Federal, existiam apenas 140 escolas no país. O estado de São Paulo tinha três. Hoje, o Brasil passa de 140 para 799 Institutos Fede, só nesse governo. Isso é resultado de decisão política e da prioridade dada à educação.”
Leonardo Barchini, ministro da Educação
Até a conclusão da sede definitiva, as atividades do campus serão realizadas em um espaço provisório cedido pela Prefeitura de Franco da Rocha. A estrutura conta com quadra poliesportiva, duas salas de aula com capacidade para 40 estudantes cada, laboratório de informática com instalação prevista para 40 computadores, cozinha, área de convivência, banheiros feminino e masculino, sala da direção e sala dos professores.
Expansão e consolidação – Por meio do Novo PAC, o governo federal está investindo R$ 2,7 bilhões para expansão dos institutos federais, implantando mais de 100 novas unidades em todo o país. A previsão é criar mais de 155 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, principalmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade de atender, em média, 1.400 estudantes. O MEC destina, por meio do Novo PAC, R$ 370 milhões para a implementação e aquisição de equipamentos e mobiliário das unidades de São Paulo – Jardim Ângela; São Paulo – Cidade Tiradentes; São Paulo – Jaçanã; Osasco; Santos; Diadema; Ribeirão Preto; Sumaré; Franco da Rocha; Cotia; Carapicuíba; São Vicente; Mauá; Guarujá; Serrana; e São Bernardo do Campo.
O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,6 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Para o IFSP, os investimentos na ação de consolidação somam R$ 247,7 milhões. No período de 2023 a 2026, já foram repassados R$ 167 milhões. Ainda estão previstos outros R$ 80 milhões no âmbito do Novo PAC. Para os valores descentralizados, já estão inclusos os aditivos, no valor de R$ 24,9 milhões.
Institutos Federais – Cada instituição é composta por estruturas multicampi que atuam como unidades descentralizadas de ensino, pesquisa, extensão e inovação, garantindo a presença da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica em todo o território nacional. Além de ofertarem cursos de educação profissional e tecnológica (EPT), essas unidades promovem o desenvolvimento local e regional, alinhadas às vocações e aos setores produtivos.
A Rede Federal é composta atualmente por 730 unidades, vinculadas a 39 institutos federais, a dois Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), à Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a 22 escolas técnicas vinculadas às universidades federais e ao Colégio Pedro II.
Resumo | Mais educação para São Paulo
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
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