Connect with us


Brasil

Saiba a diferença entre minério, mineral e rocha

Publicado em

Na geologia, os termos mineral, minério e rocha possuem significados distintos entre si. Conhecer essas diferenças ajuda a entender de onde vêm os recursos naturais que fazem parte do cotidiano e são utilizados na produção de bens, na construção civil, na geração de energia e em diversas atividades industriais.

Mineral

Um mineral é uma substância natural, inorgânica, sólida, de composição química definida e com estrutura atômica ordenada. Cada mineral possui composição química e estrutura cristalina próprias, características que determinam suas propriedades físicas e químicas.

Exemplos:

• Quartzo
• Mica
• Calcita
• Grafita

Os minerais são a base para a formação das rochas e também são utilizados na fabricação de diversos produtos presentes no dia a dia, como celulares, computadores, cosméticos, vidros, tintas e fertilizantes.

Rocha

Uma rocha é um material natural formado pela associação de um ou mais minerais. Dependendo do seu processo de origem, as rochas podem ser classificadas como ígneas, sedimentares ou metamórficas.

Exemplos:

• Granito (Ígnea)
• Xisto (Metamórfica)
• Arenito (sedimentar)

Leia mais:  Relatório alerta para risco de danos irreversíveis na Amazônia

As rochas (A depender da composição mineralógica) podem ser amplamente utilizadas na construção de edifícios, estradas, pontes e diversas obras de infraestrutura, a exemplo das rochas sedimentares.

Minério

O minério é uma rocha ou um mineral que contém substâncias químicas de interesse econômico em quantidade suficiente para permitir sua extração e aproveitamento. Ou seja, um mineral passa a ser considerado minério quando sua concentração, qualidade (substituir por teor) e condições de exploração tornam sua extração economicamente viável.

Exemplos:

• Minério de ferro
• Minério de cobre
• Minério de ouro

Os minerais, as rochas e os minérios estão presentes em praticamente todos os setores da economia e fazem parte de objetos utilizados diariamente, desde equipamentos eletrônicos e veículos até edificações, medicamentos, fertilizantes e sistemas de geração e transmissão de energia.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook

Brasil

Ministério da Saúde mobiliza SAMU 192 para treinar equipes e apoiar estudo clínico com polilaminina

Published

on

O Ministério da Saúde mobilizou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) da capital paulista para apoiar a identificação e o encaminhamento de pacientes ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC-FMUSP). Os voluntários elegíveis poderão participar de um estudo clínico sobre o uso da polilaminina no tratamento de lesões agudas da medula espinhal.

Em reunião com o Ministério da Saúde nesta sexta-feira (18), foi definido que o SAMU fará adaptação no protocolo desses casos e treinamento específico das equipes para identificar as pessoas que se enquadrem nos critérios dos ensaios, previstos para começarem no dia 24 deste mês.

A polilaminina será aplicada em cinco voluntários, que tenham sofrido lesão na medula há menos de 72 horas e atendam aos demais critérios estabelecidos pelo protocolo da pesquisa. A ação representa um avanço regulatório e científico no país ao viabilizar o desenvolvimento de uma nova terapia para pacientes com lesões na medula espinhal e integrar a pesquisa clínica diretamente à assistência no Sistema Único de Saúde (SUS).

Leia mais:  Relatório alerta para risco de danos irreversíveis na Amazônia

Baseada em um protocolo validado e conduzida por pesquisadores capacitados, a parceria exige que o SAMU de São Paulo identifique prontamente os casos com o perfil exigido, viabilizando o rápido encaminhamento ao HC-FMUSP.

Articulação

Além do SAMU, a articulação do Ministério da Saúde envolve o HC-FMUSP e o laboratório responsável pela pesquisa. Também foi acertado que o treinamento das equipes da capital paulista poderá ser utilizado por serviços de urgência de cidades próximas, caso seja identificada a necessidade de ampliar a área de encaminhamento de pessoas socorridas para o estudo.

O estudo foca especificamente em pacientes com lesões agudas completas da medula espinhal torácica (entre as vértebras T2 e T10), ocorridas há menos de 72 horas e com indicação cirúrgica. A previsão é recrutar cinco voluntários nesta etapa. A inclusão no estudo dependerá de atendimento rigoroso aos critérios clínicos. Após a aplicação da polilaminina, os pacientes serão acompanhados por seis meses.

A polilaminina é um medicamento desenvolvido a partir da laminina, proteína naturalmente produzida pelo organismo humano e fundamental para a manutenção da estrutura celular e regeneração do tecido nervoso. Em casos de trauma medular, ocorre

Leia mais:  Brasil e Itália fortalecem parceria estratégica pela ação climática

o rompimento das estruturas responsáveis por conduzir os impulsos nervosos entre o cérebro e o restante do corpo.

Pesquisa clínica

Os estudos são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sob a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália.

A fase 1 do ensaio clínico foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e visa confirmar a segurança da polilaminina. Caso os resultados sejam positivos, o estudo poderá avançar para as fases 2 e 3, quando a eficácia do tratamento será avaliada de forma mais ampla. O registro comercial do medicamento só poderá ser solicitado após a conclusão da terceira etapa.

Ao longo da estruturação do projeto, o Ministério da Saúde investiu recursos na pesquisa básica, contribuindo para a construção de uma base científica sólida antes da aplicação em seres humanos. A pesquisa busca desenvolver alternativas para a regeneração tecidual e funcional.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262