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Educação

Rio de Janeiro recebe encontro ibero-americano sobre leitura

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O Rio de Janeiro, reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como a Capital Mundial do Livro 2025, é o palco do 9º Encontro Ibero-Americano de Responsáveis por Planos e Estratégias de Leitura (Redplanes) — um dos principais espaços de cooperação internacional voltados à promoção da leitura, da escrita e da oralidade. O evento, que ocorre de 13 a 16 de outubro, reunirá representantes de 21 países ibero-americanos, além de especialistas, pesquisadores e gestores públicos.  

Com o tema “Leitura, diversidade e democracia”, o encontro é coorganizado pelo Ministério da Educação (MEC), pelo Ministério da Cultura (MinC), pelo Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e o Caribe (Cerlalc) e pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). A programação contará com palestras, painéis e mesas de debate transmitidos ao vivo pelo canal do YouTube do MEC e dos demais organizadores. Entre os assuntos em destaque, estão as políticas de leitura, escrita e comunicação oral como pilares do desenvolvimento democrático, da equidade e da justiça social.    

Programação – A cerimônia de abertura ocorrerá nesta segunda-feira, 13 de outubro, às 19h, e contará com a presença do ministro da Cultura substituto, Márcio Tavares; do secretário de Cultura do Rio de Janeiro, Lucas Padilha; do diretor e representante do Escritório Regional da Unesco para a América Central, México e Colômbia, Alexander Leicht; da diretora do Cerlalc, Margarita Cuéllar Barona; e do diretor-geral de Cultura da OEI, Raphael Callou. 

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Na terça-feira, 14 de outubro, o painel A Política e o Plano Nacional de Leitura do Brasil: avanços e desafios contará com as participações da diretora de Apoio à Gestão Educativa e Materiais Didáticos do MEC, Anita Stefani, e do diretor-geral do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do MinC, Jéferson Assumção. A mediação ficará a cargo de Jeimy Hernández, diretora técnica de Leitura, Escrita e Bibliotecas do Cerlalc-Unesco. 

Na quarta-feira, 15 de outubro, o encontro continua, com o debate Línguas nativas e diversidade linguística na Iberoamérica. Ainda no mesmo dia, ocorrerá uma mesa redonda sobre equidade racial e igualdade de gênero. Por fim, a palestra Leitura, conhecimento e democracia será ministrada pelo historiador Roger Chartier. O encerramento do evento será na quinta-feira, 16 de outubro, com a conferência Leitura, escrita e oralidade: práticas sociais em tempos de crise, proferida pela pesquisadora Judith Kalman. 

PNLL – O encontro marca um momento significativo para as políticas de leitura, escrita e oralidade no Brasil, ocorrendo em paralelo à presidência brasileira do conselho do Cerlalc, período em que o país tem conduzido um processo de renovação das estratégias de cooperação regional voltadas às políticas de leitura. 

Por meio do MEC e do MinC, o Governo do Brasil avança na etapa final de elaboração do novo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL 2025–2035), cujo decreto deve ser sancionado em breve pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O plano estabelecerá metas voltadas à democratização do acesso aos livros, à promoção da leitura e ao fortalecimento de toda a cadeia produtiva do livro no país. 

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Cerlalc – Nascido a partir de um acordo de cooperação internacional entre o governo colombiano e a Unesco em 1971, o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e o Caribe trabalha para criar condições adequadas para o desenvolvimento de sociedades leitoras e escritoras que possam exercer plenamente seus direitos educacionais e culturais em condições de inclusão, equidade, diversidade, interculturalidade, sustentabilidade ambiental e justiça. Para isso, concentra suas ações na promoção da produção e circulação de livros, na promoção da leitura e da escrita e no incentivo à criação intelectual e artística. O Cerlalc, que conta atualmente com 21 países ibero-americanos como membros, é a única organização intergovernamental especializada nas áreas de leitura, escrita, bibliotecas e ecossistema editorial. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento

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Professores das redes pública e privada de ensino de todo o país que ainda não emitiram a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) podem solicitar gratuitamente o documento digital, que visa reconhecer oficialmente os profissionais do magistério e ampliar o acesso às políticas de valorização da carreira docente. Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.  

Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais. 

Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior. Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora. 

O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação. 

Como emitir a CNDB: 

A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital.  

  • O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br
  • Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino. 
  • Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação.    
  • Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso. 
  • Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias. 
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Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

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