Connect with us


Paraná

Projeto que monitora acolhimento de crianças e adolescentes é finalista

Publicado em

O projeto Acolhimento em Foco: inteligência correicional para proteção de crianças e adolescentes acolhidos, desenvolvido pela Corregedoria-Geral do Ministério Público do Paraná, está entre as 57 iniciativas finalistas do Prêmio do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) 2026. O projeto concorre na categoria Inovação e Eficiência na Atuação Correcional e utiliza ferramentas de monitoramento virtual para acompanhar, de forma contínua, a situação de crianças e adolescentes acolhidos no Paraná.

Por meio de consultas e alertas no sistema de Processo Judicial Digital (Projudi), são identificados casos que demandam atenção, considerando aspectos como o tempo de acolhimento e a atuação do Ministério Público. A partir das informações levantadas, as Promotorias de Justiça recebem orientações para a adoção das medidas necessárias.

Com o monitoramento contínuo, a iniciativa contribui para uma atuação preventiva e proativa, incentiva a adoção de boas práticas e reforça a prioridade absoluta dos direitos de crianças e adolescentes acolhidos. Conheça a inciativa.

Premiação –  O Prêmio CNMP 2026 recebeu 789 inscrições de unidades e ramos do Ministério Público de todo o país. Os vencedores serão anunciados durante a cerimônia marcada para 11 de novembro, na sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em Brasília.

Leia mais:  BRDE libera R$ 621,5 milhões para o agronegócio durante o Show Rural, em Cascavel

A premiação reconhece programas e projetos desenvolvidos por membros e servidores do CNMP e do Ministério Público brasileiro que se destacam pelo alinhamento ao Plano Estratégico Nacional do Ministério Público (PEN-MP) e ao Plano Nacional de Atuação Estratégica (PNAE). Todas as iniciativas fazem parte do Banco Nacional de Projetos (BNP), plataforma que reúne práticas institucionais que podem ser compartilhadas, replicadas e aperfeiçoadas em todo o país.

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook

Paraná

Câmara de Morretes acolhe recomendação do MPPR e suspende tramitação de projeto que destinaria R$ 519 mil para consórcio ainda não formalizado

Published

on

A Câmara Municipal de Morretes acatou a Recomendação Administrativa nº 02/2026, expedida pelo Ministério Público do Paraná, e suspendeu a tramitação do Projeto de Lei nº 2.670/2026. Encaminhada pelo Poder Executivo em regime de urgência, a proposta previa a abertura de crédito adicional especial no valor de R$ 519 mil para financiar a estrutura do Consórcio Multifinalitário do Litoral do Paraná (Comlip). A atuação preventiva foi conduzida pela Promotoria de Justiça da Comarca de Morretes, no âmbito do Inquérito Civil nº 0092.26.000180-2.

Na prática, suspensão da tramitação impede, neste momento, o direcionamento de recursos públicos municipais para uma entidade que ainda não está formalmente constituída, sem inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e sem registro perante o Tribunal de Contas do Estado do Paraná.

Áudio Promotor de Justiça Sílvio Rodrigues dos Santos Júnior

A medida também evita a efetivação de gastos desproporcionais à folha de pagamento prevista. Do total que seria destinado ao projeto, R$ 480 mil seriam para o pagamento de pessoal nos quatro meses finais de 2026, de setembro a dezembro. O valor chama a atenção quando comparado ao estudo de impacto originalmente apresentado, que estimava despesas de R$ 903.116,44 para um período de 12 meses. A proposta previa ainda cargos comissionados com remunerações de até R$ 16 mil.

Leia mais:  Oficina vai orientar produtores de erva-mate na busca por novos mercados

Outro benefício direto do acolhimento da recomendação é a prevenção de uma grave assimetria financeira em desfavor de Morretes. O município de Antonina, parceiro na criação do consórcio, publicou recentemente o Decreto Municipal nº 246/2026, instituindo rigoroso contingenciamento fiscal e restrição de despesas. Sem a suspensão do projeto, Morretes poderia assumir isoladamente os custos da nova estrutura burocrática, sem a contrapartida do ente vizinho.

Dessa forma, a intervenção do MPPR assegura o respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal e à Lei dos Consórcios Públicos, impedindo o repasse irregular de verbas sem a prévia formalização de um Contrato de Rateio e resguardando os gestores de eventual responsabilização por improbidade administrativa. O projeto deve permanecer paralisado até a completa regularização jurídica do Comlip e a comprovação da viabilidade financeira de todos os consorciados

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262